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quinta-feira, 22 de junho de 2017

Altares usados nas festas solisticiais, destes dias, pelos nossos antepassados !?


Também em Paiva existe algo semelhante. Há anos que as obras lhe fazem cerco e há anos que vimos alertando Município e DGPC (Direcção Geral do Património Cultural) para a necessidade de avaliação dos vestígios e medidas de protecção delimitando as obras...


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Portugal - Terra de Mistérios
ALTAR PAGÃO
A localidade de Vila Nova (terra das flores) tem um dos mais antigos altares pagãos da antiga Calécia.
Aqui celebrava-se o dia de finados (fieis defuntos) e as festas solsticiais (inverno/verão) que marcava o fim das colheitas, a recolha do gado das pastagens e a “morte” invernal do sol.
Na nossa cultura ancestral, o povo acreditava que no dia de finados era possível contactar os mortos. Desse modo, era costume fazerem oferendas com toda a devoção e sentimento profundo – no altar, expunha-se sob uma toalha de linho o melhor das suas colheitas – para que os mortos também pudessem celebrar.
A morte para os nossos antepassados era vista como um princípio (renovação), não como um fim.
“Aqui encontrámos inúmeros pormenores que se destacam na paisagem e que chamam a nossa atenção, demonstrando-nos que há muito tempo atrás foram objecto de grande influência espiritual para os nossos antepassados: a Mesa dos Mouros é por todos os motivos um dos elementos mais significativos do culto sagrado primitivo…”
In “A Alma de Um Povo – História e Lendas da Tradição Barrosã”, Agostinho Veras
Fotos: Altar pagão, Vila Nova (terra das flores), também conhecido como Mesa dos Mouros

domingo, 27 de julho de 2014

Cruz da Carreira, Valedemides: Locais com evidentes sinais de interesse arqueológico



Publicada em 1996 pela Universidade Portucalense, a Carta Arqueológica de Castelo de Paiva, que teve então a colaboração da ADEP - e é um trabalho de um grupo de alunos daquela Universidade, sob a orientação do saudoso arqueológo e professor Eduardo Jorge Lopes da Silva - refere o local  de Valedemides que foi objecto de anteriores estudos e publicações, em resultado de trabalhos de escavação nos idos anos 30!


quinta-feira, 29 de agosto de 2013

Ainda o PU. Para que conste, foi-se a proteção às sepulturas de Vegide.


Além de dar nota do património classificado, que é o conjunto dos monumentos conhecidos e que em devido tempo mereceram classificação oficial, dos organismos da cultura, de imóveis de interesse público, concelhio ou até nacional, o Plano de Urbanização da Vila de Castelo de Paiva, aprovado por Resolução do Conselho de Ministros n.º 100/2006, e que ainda está em vigor, tratou de acautelar um conjunto de outros valores a que chamou de património inventariado e no seu art.º 27.º n.º 2 atribuíu-lhe a mesma proteção, designadamente, a zona de protecção, não inferior a 50 metros de raio. Portanto na dúvida da interpretação da Lei, se o tipo de classificação atribuído era passível ou não de conceder a referida zona de proteção ou na dúvida quanto aos limites do monumento em questão, o Plano de Urbanização de 2006, acautelou e bem a questão, legislando e impondo zonas de protecção aos valores que ele arrolou no n.º 1 do referido artigo 27.º alíneas a) a f).
É oportuno sublinhar este cuidado, tanto mais que sabemos das imensas diligências efetuadas,  mas sem êxito, para ver alargada a área de classificação do monumento também designado Pias do Mouros. A pressão urbanistica não teve nunca em atenção o valor cultural em presença, nem a vontade expressa do anterior proprietário, o Conde de Castelo de Paiva.

Com o estado de degradação e abandono  em que temos a generalidade do nosso património construído e arqueológico mais emblemático , não deixa de ser caricato e surrealista que tenha sido aprovada a recente alteração do Plano de Urbanização, banindo pura e simplesmente a zona de proteção de 50 metros criada, e bem, pela Resolução do Conselho de Ministros n.º 100/2006, para o património inventariado.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Valbeirô: As primeiras escavações arqueológicas!

Na nossa resenha pela memória  dos trabalhos e tarefas realizados recordamos hoje uma das primeiras iniciativas na área da Arqueologia. Outubro de 1981. O Terras do Paiva dá notícia dos trabalhos desenvolvidos na necrópole romana de Valbeirô - Sardoura, pela Associação Estudo e Defesa do Património (que só mais tarde adopta a sigla ADEP), sob a orientação do Arqueólogo Lino Augusto Tavares Dias. Para que conste a contabilidade registou que a despesa com tratamento/restauro de peças foi dispendida a verba de 11.000$00!

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Feira do séc XIX. Álbum sobre o Cruzeiro de Carcavelos. Convite aos Mineiros

"O Cruzeiro de Carcavelos Ano de 1675 - séc. XVII" é o título  do novo álbum de textos e fotos alusivos à recuperação daquele valor patrimonial, oferecido por Mário Gonçalves Pereira à ADEP, que vai estar disponível no Arquivo Fotográfico Luís Lousada Soares, no Domingo, dia 14, no contexto da 15.ª edição da Feira do XIX.Este monumento tem um significado importante por ser oriundo do Vale de Sá - o vale mais fértil do concelho, irrigado por um afluente do rio Sardoura e com um enquadramento arqueológico ainda por estudar, mas com uma grande quantidade e variedade de vestígios arqueológicos valiosos, datáveis desde o período megalítico à idade média.
Esta intervenção é mais uma iniciativa de recuperação de património - uma estratégia silenciosa mas permanente da ADEP, que gere assim de forma perene e multiplicadora os meios de que vai dispondo - depois das que são públicas, designadamente nas áreas da arqueologia (Marmoiral, em Sobrado e Mamoa de Carvalho Mau no Paraíso e etnografia (construção do barco Rabelo, construção da Casa do Engenhos, recuperação dos engenhos de sangue, atafonas do linho e de moer azeitona) e recente instalação do Museu "Primeiras Artes".
Sobre estas e outras iniciativas dispõe o arquivo de inúmera bibliografia, escrita e fotográfica que pode ser igualmente consultada e visionada, alguma já condensada em álbuns similares ao que agora é recebido, e também eles doados por Mário Gonçalves Pereira como por exemplo os alusivos ao espólio fotográfico das Minas de Pejão, cujos principais actores, ex-mineiros, são também eles convidados a visitar o local quer no Domingo, quer já a partir da tarde de Sábado.

sábado, 4 de agosto de 2012

Reconstruído o Cruzeiro do séc. XVII

Está em fase de apresentação, a assinalar também o 32.º aniversário da ADEP, a reconstrução efectuada no Parque das Tílias do Cruzeiro do sec. XVII, vindo de Carcavelos, freguesia de Sardoura em 2008 e que foi doado pela família de Maria Vieira Fernandes, proprietária do mesmo.
Ficará a assinalar  a proximidade a Santa Cecília, local onde foi referenciado, por Margarida Rosa Moreira de Pinho nos seus "Elementos para a História de Castelo de Paiva," o achado de um saco de moedas romanas, espólio este que é apenas um de muitos testemunhos encontrados (e alguns destruídos ...) no conjunto dos lugares de Vegide, Corvite e Santa Cecília, da freguesia de Sobrado.
Uma palavra de felicitação aos Mestres irmãos "Merru" que se esmeraram e fizeram jus ao saber e tradição dos nossos artífices pedreiros e canteiros.

domingo, 29 de julho de 2012

Mosaicos e Ouro em Castelo de Paiva


Mosaicos e Ouro, a riqueza que justificará a existência de um importante povoado  perto do Sardoura, no alinhamento Fundões, Felgueiras e Fojo.

Ourais, Ouriz, Mama de Oiro e até Rio Douro, são alguns dos topónimos que os estudiosos apontam para localizar atividades de exploração mineral, designadamente ouro, no passado. Há um afloramento que atravessa o concelho paralelo à jazida do carvão onde são visíveis várias minas, no nosso concelho, desde o Rio Paiva em Bairros, Sobrado, (Paraíso?) e Raiva em direção a Melres, do outro lado do Douro.
Segundo Margarida Rosa Moreira de Pinho nos seus “Elementos para a História de Castelo de Paiva”, no concelho já laboraram, além do carvão no Couto Mineiro do Pejão , “(…)minas de metais de várias qualidades: uma de antimónio chamada Cabranca, na Raiva, duas de chumbo, no ribeiro de Terramonte e quatro de chumbo e zinco denominadas Gardunha, Ourais, Ribeiro da Castanheira e Serradelo. Todas estas ficam situadas na freguesia da Raiva(…)”. É rico portanto o nosso sub-solo.
Os sinais dessa riqueza deixados pelos nossos antepassados poderão muito bem estar nos mosaicos encontrados.  Pinho Leal refere-se a vestígios arqueológicos encontrados, do domínio romano, e que eram  as ruínas de um templo, em Fundões – Sobrado, onde havia fragmentos de mosaico no pavimento. Também em Felgueiras, nessa mesma freguesia de Sobrado apareceu em 1861 uma grande peça de mosaico.
Para Maia Marques, investigador e palestrante no Encontro da ADEP, em Castelo de Paiva em Agosto de 1989, a região, “(…)já na época megalítica era extremamente habitada(…)A população na época romana seria uma população com certeza dispersa (o que prova a dispersão das necrópoles) ”. Considera que sendo raros os mosaicos, a haver três locais no concelho geograficamente próximos (Fundões, Felgueiras e Fojo) isso quer dizer que há indícios de um pequeno núcleo urbano nas imediações e que “(…)teria  a suficiente importância (riqueza) para possuir mosaico. No Alentejo há dezenas de Villae romanas, só as mais importantes têm mosaico. O mosaico era algo de muito caro que não estava ao alcance de qualquer bolsa(…)”  Vai mais longe este arqueólogo, “(…)Na Raiva, na zona de Ourais, vários autores põem a hipótese de aqui ter havido uma pequena Villae  ou pequeno estabelecimento e que este topónimo poderia ter a ver com a exploração de ouro, daí Ourais. Sabemos perfeitamente que era uma das atividades principais que os romanos levavam a cabo nestes rios cujos aluviões, tinham muitas vezes de facto areias auríferas(…)”. Para ler artigo relacionado com este tema "Ouro no Rio Paiva ?!" - ir a página anexa, in Jornal Chafariz, Janeiro de 1989.

sábado, 17 de março de 2012

Pedras que falam ! O Penedo e Lapa d' El-Rei Garcia


Para encerrar este tema vamos apenas falar do Penedo d'El-Rei Garcia,também ele em Sobrado, na certeza de que de penedos e "pedras que falam" muito ainda haverá para dizer. Nada diremos sobre uns tais penedos que em dias de temporal se mudaram do campo de baixo para o de cima, nem do penedo que servia de pista de descolagem para as arrojadas e visionárias experiências de aeronáutica rural, preferindo deixar estas memórias para o caldo da imaginação popular... Também não vamos falar do Penedo Trolha na Foz do Paiva, do que dele dizem as gerações mais antigas que aí aprenderam às suas custas a nadar e a mergulhar nem muito menos dos segredos que guardará de um passado mais ou menos longínquo da estada e recreio dos veraneantes naquelas praias fluviais, até que encheram a barragem. Dos restos da Ermida de S. Pedro, no Outeiro, e da atalaia ou castro que aí terá existido ...fica para quem queira dedicar-se. Dos pelourinhos, de Sobrado e da Raiva, de outras sepulturas antropomórficas, como chegamos a testemunhar em S. Pedro, ainda que já danificadas, cabeceiras de sepulturas, mós, colunas e outros reaproveitados em construções, amiúde voltaremos, (porque "grão a grão...") todos contribuem para sinalizar a nossa história e memória colectiva, pena que nem sempre lhes dispensemos os cuidados necessários à sua preservação dada a sua valia cultural.
O Penedo de El-Rei Garcia, referenciado nas "Lendas e Tradições de Castelo de Paiva" de Adriano Strecht de Vasconcelos - foto a folhas 55 - formado por um aglomerado de enormes penedos (calhaus rolados), existentes no monte do Côto, oculta uma lapa ou gruta onde, segundo a tradição local esteve refugiado D. Garcia, Rei da Galiza, quando em guerra com seu irmão D. Afonso, filhos de D. Fernando de Castelo, pelos anos 1065 d.C.. Esta lenda assenta nas reminicências das cruzadas e peregrinações que nos ligam umbilicalmente à Galiza.
















Martinho Rocha

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

Pedras que falam ! A Anta do Vale da Rua existe ?




A Anta do Vale da Rua está classificada como monumento nacional pelo Decreto de 16-06-1910. Tinha sido já referenciada por Pinho Leal em meados do séc. XIX, mas é desconhecida da população. Será que existe ?
Do Penedo Cão e do Dólmen do Castelo também se diz terem desaparecido. Margarida Rosa Moreira de Pinho na sua obra "Elementos para a História de Castelo de Paiva" desculpa estes desaparecimentos atribuindo-os "... à ignorância dos laboriosos e bem intencionados agricultores (...)que lhes não atribuíram (...) outra importância que não fosse a de se tratar de grandes blocos de pedra, prontos a serem utilizados em qualquer construção ..." como se os agricultores à data fossem os proprietários da terra ou gestores da coisa pública!
Pinho Leal sabia do que falava e na sua obra Portugal Antigo e Moderno pode ler-se que "Todas as Antas são penedos errantes, mas nem todos os penedos errantes são antas (...)As Antas conhecem-se por estarem todas sobre três ou quatro ou mais penedos menores que lhe sirvam de base(...) Várias Antas, sendo a maior a do Valle da Rua, a uns 300 metros ao SO da Vila de Sobrado".
No inventário do património classificado do IGESPAR, diz-se que "a prática dos tempos, as sucessivas adaptações a novas necessidades e o esquecimento da sua finalidade, em grande parte pela perda das memórias que carreavam e, sobretudo, pelo desconhecimento populacional sobre a sua importância para a elevação, no quadro nacional, das Histórias locais e/ou regionais, tem ditado, infelizmente, entre nós, a sorte de vários destes exemplares megalíticos. Em busca de "tesouros encantados", uns, de novos terrenos agricultáveis, outros, e de material para novas construções, terceiros, têm sido vários os motivos pelos quais antas (ou dólmens) são destruídas total ou parcialmente, perdido que se encontra há muito o seu sentido primordial.
A anta em epígrafe foi também sujeita a um processo semelhante, tendo sido soterrada, em finais dos anos sessenta do século passado, pela construção de uma habitação".
A fazer fé nesta informação do IGESPAR, afinal, a Anta existe, está soterrada!
Até quando o peso da história vai permitir mantê-la oculta ?

























Martinho Rocha

sábado, 19 de março de 2011

OBRAS JUNTO À PIAS DOS MOUROS


O QUE DIZ O IGESPAR ?

Em resposta às preocupações levadas pela ADEP àquele organismo da Administração Central, veio como resposta uma cópia da carta enviada à nossa Câmara Municipal de que se transcreve o que se nos afigura mais relevante para o caso e orientação em situações futuras ...

"venho (...) solicitar que, anteriormente ao licenciamento de qualquer operação urbanística, nas proximidades de um sítio ou monumento arqueológico, o projecto fosse enviado para análise da entidade da tutela.
(...) No n.º 1 do art.º 79.º ( da Lei n.º 107/2001 de 8 de Setembro) estatui-se que (...) deverá ser tida em conta, na elaboração dos instrumentos de planeamento territorial, o salvamento da informação arqueológica contida no solo e no subsolo dos aglomerados urbanos (...)".

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

Ara romana de Vila Verde objecto de estudo

O Professor Armando Coelho, da Faculdade de Letras da Universidade do Porto, reputado especialista em epigrafia, mostrou interesse em estudar a Ara romana encontrada no ano passado pela ADEP no Terreiro - Vila Verde, freguesia de São Martinho.
Passados quase trinta anos pós as primeiras escavações (Valbeirô - Sardoura) que promoveu sob a orientação do Arqueólogo Lino Augusto Tavares Dias a ADEP vem somando inúmeras participações, recolhas, visitas e estudos pelo concelho e região em colaboração com universidades, investigadores e alunos.
A descoberta desta Ara e do que pode ser um Forno Telheiro dos séc. XVI/XVII, localizado recentemente em Real, demonstra que a ADEP é, também na Arqueologia, a única entidade que no terreno continua a desenterrar testemunhos, a reclamar e a fazer estudos, protecção e divulgação do nosso património.
De lamentar que a generalidade dos materiais localizados e conhecidos estejam dispersos pelos Museus vizinhos e no concelho não existam condições e espaços que não sejam os que a ADEP lhe vem disponibilizando sem que receba quaisquer apoios consignados para esse fim.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

CRUZEIRO DO Séc. XVII

Foram-nos doadas e já se encontram depositadas na ADEP três pedras, descobertos em Carcavelos - Sardoura, que fariam parte de um antigo Cruzeiro, duas delas gravadas com inscrições.
Mais um documento do nosso património a aguardar estudo e a merecer a atenção da ADEP, depois do possível Forno Telheiro localizado, este ano, em Real e da Ara Romana descoberta, no ano passado, no Terreiro - Vila Verde.

sábado, 28 de junho de 2008

MAMOA DE CARVALHO MAU VAI TER PROTECÇÃO

O monumento mais emblemático do megalitismo do concelho vai beneficiar de uma cintura de protecção e de uma tela informativa.
A ADEP, a Junta de Freguesia do Paraíso e o proprietário do terreno chegaram a um acordo quanto ao essencial dos trabalhos, que irão beneficiar dos materiais disponibilizados pela anterior zona de protecção ao Marmoiral e que nos haviam sido doados pelo nosso associado Honorário José Maria Pinto Monteiro.
Este monumento pré-histórico "mamoa número um do Núcleo Megalítico de Carvalho Mau" como é designado cientificamente a partir das escavações que lhe foram realizadas em 1989, sob a responsabilidade do Arqueólogo Dr. Eduardo Jorge Lopes da Silva, forneceu segundo este técnico "um conjunto notável de fragmentos de cerâmica que se evidencia pela grande quantidade e variedade de elementos decorativos".
Com esta intervenção, depois das vicissitudes por que passou, este monumento (de um conjunto de várias dezenas que existem no concelho) vai tornar mais visível a habitabilidade da nossa região desde tempos remotos (2.º milénio antes de Cristo) e constituirá um motivo de visita e de conhecimento para a comunidade que se pretende cada vez mais informada e interessada na preservação e respeito pelos nossos valores da memória e da cultura em geral.