Plantação de carvalhos autóctones que semeamos no ano passado e que estão prontos a plantar, além de que cederemos árvores para escolas, instituições e particulares que pretendam plantar. Aceitamos sugestões e pedidos 255 689 486
Caminhada pela Rota Pedestre das Origens de Santo António, domingo 4 de Dezembro!
domingo, 18 de novembro de 2018
domingo, 11 de novembro de 2018
Ao cuidado da Protecção Civil.
O perigo espreita a cada momento que passa um veículo. E passam muitos, todos os dias, assim como pessoas e animais, também a pé.
O talude não estando murado e a estrada muito estreita, o por si já uma agravante, com este tempo pode a qualquer momento desprender-se uma avalanche de terra e pedras...
Em 1993 fizemos algumas diligências e contactos para sensibilizar quem de direito para a resolução deste problema sugerindo um arranjo urbanístico e melhores condições de circulação. Mais tarde, pelos anos de 2007 e seguintes, voltamos à carga aquando das obras das rotundas, mas também sem êxito.Obras que tiveram até segunda edição e também nada aconteceu...
O "estado da arte" é o que a imagem mostra e uma imagem vale mais que mil palavras...Se o trabalho voluntarioso que as associações desempenham fosse mais valorizado, este como muitos outros assuntos já tinham sido percebidos, encarados e resolvidos...
P.S. Também a Protecção Civil deveria providenciar a instalação de uma boca de incêndio junto aos edifícios antigos da Frutuária.
sábado, 10 de novembro de 2018
ADEP - nós e as actividades em 2018
ADEP – Castelo de Paiva
Plano de
Actividades para 2018
I - Estes últimos anos,
também neste mandato, houve uma maior aposta na divulgação, com apoio nas novas
tecnologias e redes sociais. O blogue conseguiu elevado número de
visualizações, e a razão de ser está nos projectos e nas iniciativas e causas subjacentes
aos textos e notas aí publicados: de sinalização e divulgação de locais como as
antigas Minas do Pejão e da rota das origens de Santo António; da implementação dos caminhos de Fátima e de
Santiago; da publicação das obras de Mário Gonçalves Pereira. Iniciativas que, também
é justo realçar, foram levadas a cabo, graças, em grande parte, à colaboração das empresas (que adquirem
anualmente calendários), alguns patrocínios das Juntas de Freguesia e
estabelecimentos hoteleiros, receitas de donativos de particulares e trabalho
voluntário de directores e amigos.
O protagonismo conseguido
deve procurar manter-se exercendo uma atitude de vigilância e denúncia
permanente das situações lesivas dos nossos valores patrimoniais e ambientais,
retornando para a ADEP alento renovado para novos projectos e o crédito e
prestígio que permitam melhorar a relação, imagem e autonomia com a comunidade e suas instituições, proporcionando
assim o aumento de parcerias para a realização de mais iniciativas que
dinamizem a Associação e acrescentem valor aos nossos espaços do Parque das
Tílias.
II - Com o saber que a experiência nos
proporciona devemos ser ponderados e actuar com realismo, desistir do propósito – que anunciavamos no ano passado - de realizar em parceria com o Município
diversas iniciativas e acções, que aqui chegados podemos constactar, não surtiram
efeito: como é o caso das comemorações do Foral em Nojões, designadamente em
2017, intervenção no Património (o imbróglio com as Pias dos Mouros, com a classificação
da Ponte Velha de Pedorido, com o protocolo para a limpeza, manutenção e
sinalética da Mamoa de Carvalho Mau, com a anarquia que reina na deposição de
lixos perigosos e domésticos nas Antigas Minas do Pejão), desinteresse na formalização
da cedência ao Município da parcela de terreno e seu ressarcimento (ocupada
pela estrada de acesso à Vila desde 2008); também nada se avançou quanto à
parceria para a viabilização da ideia da utilização pública do Parque das Tílias, nem funcionou a aproximação
quanto a propósitos no futuro em áreas
do património em geral; dos projectos que vimos defendendo para valorização do
imaterial das Minas do Pejão, Casa da Boavista, Frutuária, etc., nem apoios,
singelos ou solidários tornaram viáveis candidaturas a fundos.
Recomendável será, por isso, tomar consciência
de que, como avisadamente fizemos no passado, o melhor é seguimos o nosso
caminho, caminhar por nossa conta e risco, definir a nossa própria estratégia,
com previsões e objectivos de futuro, com ambição e com independência.
A – Parque das Tílias
“Vida no Parque, Viva o Parque”
1.Utilização pública do Parque das Tílias
Encontrar na Junta de Freguesia de Sobrado e Bairros um reforço do apoio que vem prestando e a compreensão que não conseguimos com a Câmara Municipal, ao longo destes, mais de dez anos, para podermos ter todo o parque aberto, limpo e seguro, porque só nessas condições poderemos garantir a utilização pública e permanente.
2.Parcerias
Encontrar outras instituições que possam fazer parceria connosco no
desenvolvimento de acções de formação social e profissional e que possam
garantir a supervisão e monitorização do Parque, designadamente nas áreas das
podas, jardinagem desmatação de infestantes e recolha de sementes e viveiro.
3. Animação
Desafiar a comunidade a participar para animar o Parque com iniciativas (concursos,
exposições, oficinas, feiras e encontros) que podem desenvolver conceitos vários do nosso
estatuto, valorizar conteúdos, com apoio no espólio existente, recolher,
reciclar e reutilizar produtos e resíduos.
B – “Novas valências Temáticas
Atrair a comunidade para a reabertura
da nossa Biblioteca ”Manuel Afonso da Silva”; exposição dos nossos Fósseis; abertura
da Casa Rural, anexo à Casa dos Engenhos
“Dr. Justino Strecht Ribeiro”; abertura de uma sala para a Arqueologia.
C – Secções de Estudo e Trabalho
1.
Incentivar
jovens e adultos para a criação de grupos de estudo e de trabalho e reconhecer
os responsáveis pelas acções e iniciativas
no Ambiente e Qualidade de Vida; na Arqueologia e Monumentos, História
Natural e Geologia, História Mineira, História Medieval, Feira do séc. XIX, Rotas, Percursos Locais e Pessoas, Fotografia, Video
e Animação. Dar novo
impulso para ligar ainda mais a feira ao espólio etnográfico e ofícios
tradicionais rurais, por forma a recrear episódios e momentos marcantes de cenas do quotidiano que
envolverão necessariamente mais actores e mais animação teatral;
2.
Valorizar locais, criando percursos e rotas, aconselhar
geminações e intercâmbios culturais de
Castelo de Paiva com cidades e vilas da Europa e do Brasil, com base nos
recursos da nossa história e paisagem (da genealogia à geologia e à lenda);
3.
Dar
apoio e procurar retorno para as oficinas instaladas e novas áreas de artesanato e artes que se venham a estabelecer, onde
se pode incluir o uso do Pavilhão.
4. Valorizar e divulgar as iniciativas desenvolvidas pelos Grupos: do Linho de Real e dos Mineiros
do Pejão e espaços de museu Etnográfico: Casa dos Engenhos e Primeiras Artes,
por forma a tornar estes espaços e
actividades num produto de excelência e exclusividade capaz de angariar
receitas tão necessárias à sua sustentabilidade.
D. Procurar formas de dotar a ADEP de outros recursos humanos e técnicos capazes de apoiar as tarefas de
secretariado e as decisões da Direção.
F. Criar uma linha de prioridades
e estabelecer parceria e/ou candidatura para trabalhos de restauro e
conservação dos diversos espólios temáticos.
G. Combater e não permitir
politicas ou decisões administrativas que possam prejudicar o projecto e anseio
de destinar a Frutuária e seus espaços adjacentes (Quinta da Bafareira – com ligação à Quinta da Boavista - e os
terrenos que descem até ao Vale de Alvarigos / Rio Sardoura) num pleno e sustentável
espaço de cultura e recreio.
Aprovado em reunião de Direcção de 12.12.2017. Foi presente à Assembleia Geral a 17 de Março de 2018, onde foi discutido e votado por unanimidade.
sexta-feira, 26 de outubro de 2018
Autores da região, na Feira do século XIX. Livros e memórias, do Douro e da Paiva!
Maria José Gabriel, Hernâni e Fátima Gabriel
Fátima e mestre Domingos "último marinheiro"
Livros deixados à ADEP para a sua Biblioteca
A Feira foi o palco mas também em alguns casos foi o acontecimento que proporcionou o registo ou o momento da inspiração!
Hernâni Mendes deixou-nos este
RETRATO
ESCRITO
da Feira século na ADEP
2018, que não resistimos publicar,
A convite do seu presidente
E do João da
Gráfica,
Fui almoçar
lá na feira.
Não vi milho
na eira,
Mas em
gigos,
Já
desfolhado
Vi as tascas
e tasquinhas, as uvas já apanhadas
E as
escadas.
Observei
Os cestos
das vindimas
E comprei
O
artesanato.
Réplicas das
dobadouras,
Do pião da
minha infância.
Do ancinho
Que
docemente no monte
Ou no
caminho
A caruma
para as castanhas assar
Nas tascas
eram; pataniscas
E iscas
Para o
passado recordar
Com o
paladar.
Vi o mineiro
trabalhador
Grande
impulsionador da economia da região.
Isto me fez
recordar
O meu grande
amigo,
O meu pai Arlindo
Tocam as
doze badaladas,
É a hora de
almoçar.
Sentados à
mesa da taberna,
Onde a esta
hora, já funcionam os fornos a lenha.
Junto à
entrada da ADEP
Onde
antigamente,
Era a
entrada do cinema
E se faziam
os bailaricos da mocidade.
À mesa se
sentam, os comensais
E outros que
tais.
São
escritores,
E do cinema
atores,
Professores,
Editores.
E muitos
mais,
A gente
simples,
Que como eu
Partilham
estes momentos,
Estes
sentimentos.
Olhando, à
volta
O tempo, pára
no tempo das recordações,
Cheira a
castanha assada
E à doce
rabanada.
Servem o
almoço
E como do
costume
A
inolvidável feijoada.
Outros
deliciam-se com,
O bacalhau
frito,
Bem servido,
como
antigamente.
Contam-se
estórias passadas
Que
relembram,
Os entes
idos.
Mas mais
importante;
Assim se
escreve a história
Dos que aqui
estão
E são:
- O mestre
Domingos
Último
arrais do Douro,
Nonagenário
sempre brincalhão,
Que outrora
por uma pipa a mais,
No Porto foi
parar à prisão.
Ensaia lá no
canto da mesa,
O
sobejamente conhecido
Ator Carlos
Sebastião.
Declama a
profª Fátima Gabriel:
-os
barqueiros do Douro
E as
cosedoras das sacas de carvão.
Como é bom
ver,
Num rosto
que o tempo usou
Um sorriso
brejeiro e de gratidão,
Do mestre
Domingos,
Pois então.!
Junta-se uma
nova personagem,
Que eu
desconhecia:
-A tia, dona
MARIA,
Da poetisa
tia
Fátima
Gabriel
Oh! Que
alegria,
Ouvir cantar
o Douro
E os seus
rabelos,
Num misto de
sentimento e paixão.
Momento
lindo
E não é que
ela se recorda do meu pai
Arlindo!
Para acabar,
vamos voltar
Ao Dr.
Martinho, ao João da Gráfica,
Aos seus
colaboradores.
Gostei
Destes
momentos
E para o ano
com certeza estarei,
De novo
Sempre
atento e observador
Para ver estampado
no rosto
A alegria do
meu irmão.
Hernâni
Mendes 15/10/2018
domingo, 21 de outubro de 2018
EXPOSIÇÃO DE FOTOGRAFIAS DE ADRIANO MIRANDA
Carvão de Aço Memória dos Mineiros da Mina do Pejão
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sexta, 12/10, 12:51 (há 9 dias)
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Recebemos e agradecemos de Alexandre Leite em nome do Departamento de Engenharia de Minas da FEUP
este simpático registo que hoje divulgamos, no dia em que em Oliveira do Arda, há festa dos mineiros!
Fica aqui para aqueles que não tiveram possibilidade de visitar a Exposição de Fotografias, da autoria do Fotojornalista Adriano Miranda, que esteve recentemente patente ao público na FEUP, a ligação da internet com um pequeno vídeo sobre a mesma.
terça-feira, 16 de outubro de 2018
a ADEP agradece
animais da Quinta
Rancho de S. Martinho
Vinho verde /Quinta da Cerca
O Tonito do Terreiro e seus bois
O Grupo do Linho
O Vinho do Guilherme
Ferreiro da Cepa
Um frade no século XIX
Rancho de S. Martinho II
Os mineiros do Pejão
Preparativos para o almoço
Diploma de participação
Um brinde com verde novo
A vida ribeirinha
As concertinas (Museu de Cucujães)
sábado, 13 de outubro de 2018
Domingo na Feira do Século, no Parque das Tílias
A próxima feira contará com teatro de rua
Carlos Sebastião
marinheiros
Domingos Vieira
Mestras do linho
Grupo do Linho de Real da ADEP
concertinas e cantadores
G. Concertinas Museu Cucujães
Mineiros
G. Mineiros do Pejão ADEP/ARCAF
Mestres das nossas artes de construção
Sr. António Magalhães "Ferreiro da Cepa"
Animais
Tonito do Terreiro e bois Arouqueses
ovelhas/porcos/cavalos
Pão
e Vinho não faltarão!
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