sábado, 15 de setembro de 2012
Saudades da Santa Eufémia, de Júlio Bacelo
Na página anexa Júlio do Bacelo dá-nos, no Jornal "O Pejão" de Setembro de 1952, uma imagem alegre, apaixonada e etnográfica da romaria da Santa Eufémia (Castelo de Paiva) que recua ao início do séc. XX e que naturalmente merece ser lida e divulgada!
sexta-feira, 14 de setembro de 2012
RECANTO DOS SABORES
O espaço que faltava (como é comum dizer-se) mas neste caso com maior "propriedade" É que O RECANTO (além) DOS SABORES também oferece simpatia e aromas! É junto à Igreja de Sobrado na Av. General Humberto Delgado e pelas razões apontadas aí encontrará: enchidos, licores, compotas, bombons artesanais, bolos, chás, broa, mel e ainda primícias da horta e do pomar!
Também para os turistas e visitantes aí se encontram as publicações disponíveis e informações sobre a nossa terra.
Os associados da ADEP têm aí informação diversa e podem proceder à regularização/pagamento das suas quotas.
Também para os turistas e visitantes aí se encontram as publicações disponíveis e informações sobre a nossa terra.
Os associados da ADEP têm aí informação diversa e podem proceder à regularização/pagamento das suas quotas.
terça-feira, 11 de setembro de 2012
15.ª Edição da Feira do Séc XIX
Estão abertas as inscrições para a 15.ª Edição, que terá lugar a 14 de Outubro.
O Regulamento e a ficha de inscrição constam da página anexa. Como é habitual os participantes, nas exposições e vendas na Feira, devem apresentar-se cuidadosamente trajados como nas Feiras de há cem anos e o traje deverá ser adequado à função que desempenham.
A ficha de inscrição também pode ser enviada por email para adeppaiva@gmail.com
O Regulamento e a ficha de inscrição constam da página anexa. Como é habitual os participantes, nas exposições e vendas na Feira, devem apresentar-se cuidadosamente trajados como nas Feiras de há cem anos e o traje deverá ser adequado à função que desempenham.
A ficha de inscrição também pode ser enviada por email para adeppaiva@gmail.com
sábado, 1 de setembro de 2012
A entrega do Foral (de Paiva)
DIZ-SE EM " História de Cinfães
Ao contrário do que se pensa e muitas vezes se diz, os forais não foram instrumentos de liberdade municipal. Tratava-se de um documento onde constava o conjunto de obrigações e tributações que regulamentava a vida das comunidades controladas pelo braço do Rei. No entanto, o História de Cinfães não podia deixar de passar a lembrança dos 500 anos sobre os forais de Sanfins, Cinfães, Ferreiros e Tendais que se comemora em 2013. Afinal de contas, e mais uma vez, foi aqui no História que pela primeira vez se recordou esta efeméride. Na imagem os emblemas e as armas nacionais do reinado de D. Manuel I que abriam os Livros da Leitura Nova, onde se lançaram os forais de 1513."
Convém não esquecer que “"(…)a revisão que D. Manuel I veio
a ordenar foi motivada pelos muitos pedidos que tinham sido apresentados “nas
cortes de Coimbra em 1472 (e nas de) Évora em 1481”, devido a vários motivos e
muito principalmente às falsificações que a maior parte deles apresentava, às
erradas interpretações que lhe eram dadas, às pressões dos alcaides-mores e ao
abuso que as ordens religiosas, as igrejas e outras instituições estavam a
praticar na cobrança de portagens. D. Manuel acedeu aos pedidos formulados, mas
essa reforma não acabaria no seu reinado(1495-1521)(…)Por isso e pela data da
sua concessão 1 de Dezembro de 1513, o foral que D. Manuel I concedeu à Tera de
Paiva è dos chamados forais novos(…)” para saber mais e do mesmo autor Domingos
Quintas Moreira, ver paginas anexas
quarta-feira, 29 de agosto de 2012
"Ilha dos Amores”
Ilha dos Amores. F. Jornal "A Verdade"
O nosso sincero e renovado agradecimento ao autor ADN º_º que fez questão de anexar o seguinte texto:
Este poema foi entregue aos nossos cuidados, ainda que
inicialmente tenha sido oferecido e enviado para a Junta de Freguesia de
Fornos, de quem o autor não obteve resposta. Não temos notícia da sua
divulgação. Propriedade à parte, merece o mesmo, por si, ser divulgado e depois, estando nós em pleno
Verão e sendo a "Ilha dos Amores” local aprazível de visita obrigatória, principalmente para passeantes e turistas, entendemos que não devemos adiar por
mais tempo a sua publicação!
O nosso sincero e renovado agradecimento ao autor ADN º_º que fez questão de anexar o seguinte texto:
“ “ Ilha dos Amores” de forma simples e poética tentei enaltecer e perpetuar
a lenda histórica da ilha, pela qual o povo designa de “ Ilha dos Amores “. Não
é mais de que um retrato idílico de toda a beleza do local, referenciando o
Castelo lugar e o castelo atalaia (posto de vigia) já desaparecida, focando o
Douro Paiva rios e Douro Paiva barco
rabelo. Menciono o alvo manto, que são os nevoeiros constantes que pela manhã
cobrem o leito dos dois rios e que dão um espetáculo lindíssimo para quem vê
dos sítios mais altos.
Ao mesmo tempo dei ênfase e poder mítico ao encontro duas bacias, mas fica
ao critério de cada leitor tirar as suas ilações e interpretações.
Todos os meus conhecimentos e ensinamentos provêm do povo, seguindo esse
raciocínio a poesia que fiz não me pertence, nestes termos, encarnando o
espírito da Alma, devolvo através da ADEP ao povo o que é do povo.”
sábado, 25 de agosto de 2012
Homenagem aos "remadores" do Castelo (de Paiva)!
“(…)A roupa dos homens do rio era velha e remendada. De cor
escura, era composta por: ceroula e camisa de flanela ou castorina e um gorro
na cabeça. Levavam-na dentro de uma saca de amostras(…)
Os ombros dos marinheiros eram calejados e tinham nos
músculos vãos, de lhe caber um dedo ao través, provocados pelas sirgas, quando
vinham àlar, ou de fincar os bicheiros para fazer deslizar o barco. Neste sítio
do corpo era onde mais rompiam as roupas.
As ceroulas eram sempre remendadas nos joelhos de os
encostar ao barco para fazer força a empurrar(…)
(…)Lembro-me dos pescadores do Castelo e do sável saboroso e
da lampreia que apanhavam.
E as enguias?!...Que delícia! Eram apanhadas com minhoqueiro
e comidas fritas passadas por ovo.
O Bilinho era o
pescador por excelência(…)”
Este texto foi, como
se vê, publicado no Chafariz (de
Novembro de 1992) e o tema continua atual! Há gestos …e memórias que ficam para
sempre! O nosso obrigado à colaboradora
e associada Fátima Gabriel!
Diz Armando de Matos na sua obra "O Barco Rabelo" que quando não há vento há, que sirgar os barcos (sobre este tema ver nosso texto As pedras da Sirga, de Rio Mau - Penafiel em 13 de Agosto a propósito da classificação das Fragas da Penela, em Rio Mau, Penafiel - em que trabalhamos - e que pretendemos propôr à DGRN), mas quando nem isso é possível, "tem de deitar mão dos remos. E para isto, é que os remadores de Castelo de Paiva são estimados, pois gozam fama de serem dos melhores" !
sábado, 18 de agosto de 2012
Montanhas Mágicas
Entendemos que
a Câmara Municipal de Castelo de Paiva não poderá desperdiçar esta grande
oportunidade para o concelho de modo a que o mesmo se possa modernizar e de se
afirmar como polo turístico, podendo a autarquia empenhar-se profundamente
neste projecto e criar as infra-estruturas que vierem a ser descriminadas, no
contexto da viabilização, aprovação e certificação da grande Área das Montanhas
Mágicas, para que se possa proporcionar ao turista/visitante aquilo que há de
melhor, com garantia de serviço de qualidade e atempadamente prestado, a
exemplo do que acontece em muitos países da Europa.
A dinamização
futura do nosso território passará não só pela valorização do sector do
turismo, mas, também, pelo crescendo de actividades inerentes que aquele
segmento económico potenciará.
A título de
sugestão podemos desde já imaginar um itinerário turístico, dos muitos que se podem
vir a criar, para serem incluídos em pacotes turísticos, que as Agências de
Viagens ou hotéis de toda a região Montanhas Mágicas, disponibilizaria aos seus
clientes:
Vamos
chamar-lhe Circuito “A” em Castelo de Paiva
1-visita ao
Marmoiral (e Quinta da Boavista) Sobrado; 2-visita ao Parque das Tílias e Museu
“Primeiras Artes” da ADEP (Sobrado);
3-Visita à Pia
dos Mouros; 4-Passagem e paragem no Miradouro de Catapeixe; 5-Visita a uma fábrica
de cobres (S. Martinho de Sardoura); 6-Visita a Boure (estátua e pontes) Santa
Maria de Sardoura; 7-Visita eventual ao miradouro do Monte de S.Gens (Santa
Maria de Sardoura); 8- Visita à Mamoa de Carvalho Mau (Raiva); 9- Visita à
confecção de doçarias-Serradelo (Raiva); 10- Visita ao Miradouro de S.
Domingos; 11-Regresso a Sobrado e finalmente visita à Quinta da Fisga
(Bairros).
Muitos outros
haverá se for feito um levantamento adequado e cuidado.
Durante este ou
outros circuitos a percorrer, não poderá ser descurada a necessidade da
existência de locais de apoio, como sejam WC, cafés, pastelarias e
restaurantes, que, ao longo do percurso, antecipadamente se associem e possam
disponibilizar serviços com qualidade e rapidez..
Para a
realização destes circuitos, pré-pagos, teria que existir uma bolsa de
guias de turismo devidamente habilitados e credenciados de forma a permitir
orientar o/ ou os circuitos pre-comprados e para explicarem, em cada local, o
motivo que justifica a visita. Estes guias deverão estar habilitados para
exercer atividade pelos vários concelhos da região das Montanhas Mágicas, por
forma a poderem ser contratados pelos Agentes de Viagens ou afins, como
acontece no estrangeiro.
parte do parecer que consta da folha anexa e que foi enviado para a Câmara Municipal.
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