sábado, 5 de julho de 2014

Adega da Casa da Boavista

Nestes dias em que se cantam loas ao vinho, se molham as gargantas, se embebedam os sentidos e se alienam os cérebros, lembramos um trabalho que está por fazer; todos os paivenses e visitantes gostariam de incluir no roteiro deste dia uma das adegas mais imponentes da terra e que se encontra neste estado, apesar de ser propriedade do Municipio !



Este tema já foi objecto de iniciativa de denuncia pública em calendário de parede da ADEP, para o ano de 1999. Hoje retomamos o tema com oportunidade redodrada já que esta adega integra o monumento classificado Casa e Quinta da Boavista.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Uma ponte e muita história sem registo!


                                                               foto do arquivo do MDPCP

Como alguém disse:
O homem não pode querer só pão e circo!...
Tem de conhecer e dar a saber o que o rodeia, saber de onde vem e para onde vai.
Conhecer o seu passado histórico local e geral, preservar o património material e imaterial que o rodeia e que contribuiu para a sua vivência, para o seu crescimento e bem-estar, para a sua maturidade, para encontros ou desencontros, enfim, para a sua existência, é dever de todo o cidadão.
Passar aos vindouros esse conhecimento e essa realidade passada e presente, para além de uma virtude e de uma prestação de serviço, é também um acto de solidariedade e de justiça para com esses vindouros.
É uma tarefa que cabe a todos nós, enquanto cidadãos.
Para uma boa parte da população de Castelo de Paiva, o património que é a ponte de Pedorido, construída no século XIX, constitui, só por si, motivo mais que suficiente para nos incentivar a pesquisar, compreender e actualizar o seu riquíssimo passado histórico, um passado que marcou encontro com os nossos pais, avós e bisavós, um passado que parece longínquo mas que ainda está bem perto, no coração e na estima de alguns.
Uma ponte que foi uma passagem importantíssima no contexto sócio-económico local e concelhio, fazendo a ligação entre as duas margens do rio Arda, junto à sua foz, na sua confluência com o rio Douro. Uma ponte rodo-ferroviária que fez da região um pólo de desenvolvimento dos mais importantes no século XX.
Analisar e referenciar o seu passado é só por si uma tarefa ousada, trabalhosa, mas não difícil nem impossível, basta que prevaleça boa vontade no universo das pessoas e das entidades concelhias e nacionais. Ligar o seu passado de caminho ferroviário das ex-minas do Pejão ao futuro é básica e intrinsícamente manter a sua preservação e dar-lhe uma nova vida com um novo caminho de ferro à imagem do seu passado. Trazer este assunto à ordem dos dias de hoje será um contributo para que no futuro, os nossos filhos e netos possam orgulhar-se das tarefas levadas a cabo pelos seus progenitores.
A ponte mais que centenária de Pedorido não pode, não deve ser aviltada. É uma passagem para o futuro.

Mário Gonçalves Pereira, 03 de Julho de 2014

segunda-feira, 16 de junho de 2014

COLHEITA DA TÍLIA

Dia 18 - Quarta - Feira , pelas 14 horas a ADEP vai colher flôr de Tília no Parque das Tílias. 

Esta é mais uma oportunidade para a população aderir, a quem também é permitida a colheita para uso doméstico.
Esta iniciativa  tem vindo a ser desenvolvida há já alguns anos e é uma forma de valorizar um produto que é nosso, que é natural e que não tem praticamente custos de produção. Depois de seca a flôr de tília tem sido objecto de distribuição aos sócios, amigos, colaboradores e visitantes.
Fica o convite, participe !

P.S. A Tília spp. tem propriedades diaforéticas, aperitivas, sedativas e diuriéticas. É utilizada contra febres, hiper acidez gástrica, doênças hepáticas e biliares.

sexta-feira, 6 de junho de 2014

Alvores da nossa indústria.

É certo que antes apareceram os engenhos  movidos a água dos nossos rios ou força animal para moer os cereais, o linho, azeitonas; também as fábricas de papel e outras serrações, algumas com máquina de vapor. Foi o caso do Pejão onde a primeira exploração é a céu aberto. Porque ontem falamos aqui da Rua Bernardino de Abreu e se referenciava como o acesso à Serração, hoje, em tempo de cerejas, aqui estamos ...
Deixamos esta pérola do Jornal Miradouro de 1965 que publica o licenciamento de duas carismáticas indústrias da nossa Vila: A garagem da Auto Viação de Almeida & Filhos, Limitada, na Rua da Boavista e a serração de Sebastião Vieira da Silva, em Gração.

quinta-feira, 5 de junho de 2014

A Meia Laranja de outros tempos, quem se lembra ?

Em 1984 a ADEP participou numa comissão municipal incumbida de estudar a toponímia das ruas da Vila. Alguns membros, com o especial empenho de Domingos Quintas Moreira, meteram mãos à obra e deram  o seu contributo para que algumas ruas fossem baptizadas pela primeira vez. É pena que passados tantos anos não tenha sido tomada mais nenhuma iniciativa de relevo nesta matéria. Há ruas que não tem nome e há nomes que seriam dignos dessa justa homenagem. Já temos falado disso. Há espaços e locais a merecer cuidados - o que se pode fazer com poucos meios. Por outro lado tem havido trabalhos de intervenção urbana que mais não são que autênticos terramotos destinados a arrasar com alguns dos mais românticos e singulares espaços de memória e louvor aos nossos granitos e seus mestres canteiros; veja-se o que aconteceu à Meia-Laranja e seu acesso poente também conhecido pel'a ponte" da Bafareira.
Hoje apenas se divulga uma pequena parte desse trabalho.





















































escreveu Martinho Rocha



sábado, 24 de maio de 2014

Proteja a floresta e o meio ambiente!


A Associação Florestal do Vale do Sousa (AFVS) informa que o período crítico no âmbito do Sistema de Defesa da Floresta Contra Incêndios, vigora de 1 de julho a 30 de setembro, e nele devem ser asseguradas medidas especiais de prevenção contra incêndios florestais (in Portaria n.º 110/2014, de 22 de maio).

Tenha em atenção que durante o Período Crítico nos espaços florestais e agrícolas não é permitido(a):
§  fumar, fazer lume ou fogueiras;
§  fazer queimas ou queimadas;
§  lançar foguetes e balões de mecha acesa;
§  fumigar ou desinfestar apiários, salvo se os fumigadores estiverem equipados com dispositivos de retenção de faúlhas; e
§  a circulação de tratores, máquinas e veículos de transporte pesados que não possuam extintor, sistema de retenção de fagulhas ou faíscas e tapa chamas nos tubos de escape ou chaminés.

Quando fizer piqueniques leve comida já confecionada e faça refeições que não necessitem de ser aquecidas.
Deposite o lixo em contentores e adote sempre normas de conduta preventivas.

Cuide da floresta! Dela depende o seu bem estar e o sustento de inúmeras pessoas.

quarta-feira, 21 de maio de 2014

Ponte rodo-ferroviária de Pedorido

"Ontem,  que é como quem diz – nos inícios dos anos oitenta -, pedimos a classificação do Edifício da Cadeia. A classificação foi obtida em 1993;  em 1994 iniciamos o processo do pedido de classificação da Casa e Quinta da Boavista.(...) neste texto, recortado da nossa folha de serviço neste espaço, no tema "Monumentos e arqueologia", denunciamos a omissão, o desinteresse, a degradação e abandono dos nossos monumentos.
Esperamos no entanto que se esteja a voltar esta página. O processo de classificação da ponte rodo-ferroviária de Pedorido já está a mexer. Fomos informados que o processo já aguarda  neste momento a cedência pelo Municipio de uma planta topográfica digital, para que possa ser concluida a instrução - primeira fase do processo de classificação que decidirá sobre a viabilidade do pedido apresentado pela ADEP.