domingo, 23 de novembro de 2014
Estatutos, Regulamento Interno e Regulamento Eleitoral
Agora os principais documentos referentes à natureza Jurídica da ADEP podem ser consultados na página anexa sob o título ADEP: Natureza Jurídica (Estatutos, Regulamento Interno, Regulamento eleitoral)
sexta-feira, 14 de novembro de 2014
Ponte Velha de Pedorido: Indeferimento da reclamação
E da Direcção Regional da Cultura Norte chegou a resposta
que indefere a reclamação apresentada pela ADEP em 14-08-2014. ( e que pretendia ver a mesma classificada como Monumento de Interesse Público)
“…não se nos afiguram razões para alterar o anterior parecer”
“Mantemos o entendimento que esta ponte consubstancia
valores patrimoniais que impõe a sua salvaguarda e que uma eventual
classificação de âmbito municipal é desejável e será suficiente para
salvaguardar a dignidade da Ponte Velha de Pedorido.(…)”
E como decorre da Lei tinha já a DGCN enviado cópia do
processo DRP/CLS-2559 à CM de Castelo de Paiva, para ponderação de
classificação como Monumento Municipal, por ser de parecer que a ponte Velha de
Pedorido deveria ver reconhecido o seu
valor patrimonial num âmbito municipal
domingo, 9 de novembro de 2014
Artesanato e produtos locais
Artesanato e produtos locais
A Direcção da ADEP continua a aceitar propostas e sugestões para a implementação, no seu pavilhão, de iniciativas que promovam a divulgação permanente, no centro da Vila, de artesanato e produtos locais do concelho e região.
consulte também publicações disponíveis no separador editorial
quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Orçamento participativo:solução para projectos associativos ?
Mais de 50 municípios e juntas de
freguesia têm este ano Orçamentos Participativos (OP), o que permite aos seus cidadãos decidir sobre o destino a
dar a 14 milhões de euros. Desde 2002 houve já 114 experiências, segundo a
associação In loco que dinamiza o OP em Portugal. Este movimento que nasceu no
Brasil, é um instrumento para o qual alguns autarcas ainda olham desconfiados
mas que outros veem como formas de promoção de diálogo e aproximação de jovens
do poder politico, numa visão cívica e de desenvolvimento associativo com
responsabilidade comunitária.
É animador saber que Portugal
chega a ser inspirador para países como a Suécia, que neste movimento de dar a
palavra aos cidadãos na gestão das transformações territoriais não quer ficar
atrás de países como a Austrália, ou cidades como Paris e Nova Iorque; ainda
assim nada comparável ao que se passa na
Polónia onde o Governo financia projectos ou em países da América latina onde a
realização do OP é recomendável nuns, noutros obrigatória, por se concluir que
a participação e acompanhamento dos processos pelos cidadãos melhora a
transparência.
A adesão a estas iniciativas (em
áreas do urbanismo, desporto acção social, saneamento, espaços públicos, e
verdes, mobilidade e acessibilidades e turismo e promoção económica), já ultrapassou (por exemplo em Cascais) os votos
que elegeram o actual presidente da Câmara.
Em Gondomar, este ano, vem de uma
promessa eleitoral das ultimas eleições, o OP que o executivo de Marco Martins
está a financiar com 200 mil euros - projecto que saiu vencedor - reabilitar
o Parque de Jogos da EB1 de Fânzeres.
E é assim que ao vermos o que se
passa em Lisboa, Cascais, Guimarães, Santo Tirso, Gondomar e em mais umas
quarenta e tal autarquias, ficamos a pensar se nelas existe uma gestão mais
participada e democrática e do porquê de
certos projectos avançarem numas terras e não noutras…
Por cá, em Castelo de Paiva, poderiam muito bem ser elegíveis anualmente projetos - alguns sim plurianuais - como, recuperação da Ponte Velha de Pedorido; reativação da linha e caminho mineiro num percurso marginal, com recuperação de uma das locomotiva das Minas do Pejão, arranjo urbanístico da Pia dos Mouros, recuperação das casas de Vegide, Gondim e Frutuária; ou ainda a instalação de espaços museológicos das Minas e dos Fósseis; da Arqueologia ou até o Parque da cidade.
Por cá, em Castelo de Paiva, poderiam muito bem ser elegíveis anualmente projetos - alguns sim plurianuais - como, recuperação da Ponte Velha de Pedorido; reativação da linha e caminho mineiro num percurso marginal, com recuperação de uma das locomotiva das Minas do Pejão, arranjo urbanístico da Pia dos Mouros, recuperação das casas de Vegide, Gondim e Frutuária; ou ainda a instalação de espaços museológicos das Minas e dos Fósseis; da Arqueologia ou até o Parque da cidade.
Apenas os últimos dois parágrafos são da nossa opinião, formada a partir da notícia de Nuno Miguel
Ropio in JN de 27-10-2014
terça-feira, 28 de outubro de 2014
Fósseis de António Patrão / Exposição
Esta exposição, é bom sublinhar,deve-se única e exclusivamente ao trabalho e dedicação de
António Patrão. A montagem e aconpanhamento técnico é da responsabilidade da UTAD - Universidade de Trás - os - Montes e Alto Douro.
Inscrever na apresentação do evento um conjunto tão grande de entidades apoiantes, e outras lá poderiam estar, também diz da grandeza do trabalho.
Só uma personalidade autodidata, com a generosidade e dedicação de António Patrão, tornaria possivel hoje vermos este conjunto de fósseis - que tantos anos das Minas afinal não nos nostraram - apesar de, reconheça-se, também a elas devermos um trabalho meritório em tantos e tantos sectores.
domingo, 26 de outubro de 2014
Tradições: A Barrela
Este vídeo documenta um saber ancestrar de proceder à limpeza da roupas por um processo que era isento de produtos químicos como hoje conhecemos.A cinza e as plantas aromáticas eram o segredo!
Esta é mais uma visita às tradições de outrora, em que a roupa era lavada num cortiço...Mais um trabalho, do Grupo do Linho de Real /ADEP.
resumo do vídeo
domingo, 19 de outubro de 2014
Os bailes da Paiva (in Jornal Miradouro)
Os bailes da Paiva retratam um tempo em que na sociedade rural, como esta, do Vale do Paiva, todas as manifestações sociais públicas tinham de ser púdicas e recatadas. Os bailes eram das poucas distrações ao alcance da mocidade. Pela Gralheira, Faifa e arredores pontuavam estes eventos e numa légua ao redor a rapaziada, pela calada da noite, de lumieira ou archote em punho alistava-se, se necessário, em demoradas incursões pela serra para os alcançar. Este recorte, com a devida vénia do "Jornal Miradouro" dá-nos, pela autoria de Vitor Silvestre, uma imagem dos bailes, alguns num formato mais arrojado - destinados apenas a pares convidados e que se apresentavam "descalços até ao pescoço - que uma certa moral (designadamente a Igreja) reprimiu; (evitando os padres e pregadores frequentá-los ...já que o baile era das poucas ocasiões em que o contacto físico entre sexos era permitido em público e isso potenciava o pecado da carne).
"(segundo o autor) Os bailes da Paiva eram organizados (...), acompanhados por pequenas orquestras de cordas, tangidas por músicos de ouvido afinado. Outros, de trazer por casa, rodados a toque de realejo, eram improvisados em qualquer eira ou terreiro, para escapar à vigilância dos pais e mirones delatores."
Com a mudança das mentalidades, o fim da censura, o espartilho deixou de fazer parte do formato das "vestes" dos bailes e bailarinas e das orquestras, estas e aqueles que se democratizaram e passaram a integrar as festas de todas as padroeiras e eventos sociais.
Obrigado Vitor Silvestre por mais este tributo à Paiva!
"(segundo o autor) Os bailes da Paiva eram organizados (...), acompanhados por pequenas orquestras de cordas, tangidas por músicos de ouvido afinado. Outros, de trazer por casa, rodados a toque de realejo, eram improvisados em qualquer eira ou terreiro, para escapar à vigilância dos pais e mirones delatores."
Com a mudança das mentalidades, o fim da censura, o espartilho deixou de fazer parte do formato das "vestes" dos bailes e bailarinas e das orquestras, estas e aqueles que se democratizaram e passaram a integrar as festas de todas as padroeiras e eventos sociais.
Obrigado Vitor Silvestre por mais este tributo à Paiva!
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