Casa das Eirinhas*
Casa da Póvoa
Na orla do povoado de que tira o nome, e nela bem integrado, a Casa da Póvoa, erguida antes de 1788, pois nesse ano já constava nas Memórias paroquiais a sua «boa e asseada» capela, é um belo exemplo de uma grande simplicidade arquitetónica aliada a um fino gosto que facilmente se captam nos pormenores decorativos das rótulas da janelas ou da escadaria nobre que dá acesso à casa. O delicioso pátio interior, aonde se acede por um portal armoriado, permite, por sua vez, passar a um jardim de buxo que, curiosamente, na velha tradição portuguesa, confina com uma ampla zona de atividade agrícola.
Casa do Covelo*
Um grande e belo edifício senhorial datável do século XVIII (fins?) na freguesia de Fornos. Se a fachada poente, com as suas 10 janelas – visível da estrada para Alvarenga – nada mais tem que a sua simplicidade, já a fachada nascente, apenas visível desde o seu terreiro fronteiriço, com, em cada extremo, uma escadaria de resguardo lateral conduzindo a um alpendre, oferece, na sua intimidade que o grande terreiro não quebra, uma inesquecível visão. Nesta casa nasceu o P. Manuel de Abreu, S.J., mártir na China, e aí passou algumas férias o pintor Henrique Pousão.





















