sexta-feira, 10 de abril de 2026
domingo, 5 de abril de 2026
Castelo de Paiva reafirma o seu lugar no Caminho de Santiago com o apoio da juventude
quinta-feira, 2 de abril de 2026
III - O Legado das Casas de Paiva: Uma Viagem pela História da Nossa Terra
A ADEP apresenta, com renovado orgulho, o levantamento das Casas de Paiva. Esta iniciativa nasce da vontade de tornar público o edificado mais emblemático da nossa região, superando desafios logísticos para garantir que este património seja conhecido por todos.
Casas Novas *
Apesar do plural por que é conhecida, trata-se uma magnífica casa senhorial situada na freguesia de S. Martinho de Sardoura que, talvez, por não ter história conhecida ligada à «Terra de Paiva», tem passado desapercebida. É um elegante edifício, datável dos fins do século XVIII – e começos do século seguinte? –, levantado num pequeno «promontório», o que lhe permitia dominar o fértil vale (hoje estreitado pelo progresso rodoviário). Distingue-se facilmente de todas as outras casas senhoriais de Paiva tanto pelo seu formato «aparalelipipezado» como pelas suas belíssimas janelas de erudito avental e pela sua porta da entrada nobre (esta só visível desde do interior do terreiro fronteiriço da casa). Não tem capela, mas possui um belo tanque-fontenário que bem poderia remeter-nos, como pretende a tradição, para os tempos em que seria de frades ... Tendo por vizinha a pequenina «igreja velha» da freguesia, forma com ela um precioso cenário.
Casa do Barral*
Em Sardoura, um pouco antes do centro da freguesia, encontra-se esta bela casa em estilo simples e de uma elegância das velhas casas portuguesas, construída, pelos anos trinta do século passado, a partir de uma antiga casa de que se conservou uma ala com fachada com sacadas. Destacada do edifício, erguida, pela mesma data, por um familiar, cónego da catedral do Porto, a capela, ladeada de um breve jardim, com ligeiros ecos da voga neo-gótica ao gosto do tempo, impõe ao conjunto uma nota senhorial. Merecem uma visita as fartas adegas, reveladoras de fartas vindimas que testemunham as vastas vinhas que, no vale, rodeiam a casa.
Casa do Pedregal *
Situada na freguesia de S.ta Maria de Sardoura, a Casa do Pedregal aninha-se num pequeno vale devido ao ribeiro da Quintã que desagua rio que dá o nome à freguesia. Cabeça de um morgadio instituído em 1676, a casa deverá datar dos meados desses Seiscentos. A situação não permite uma aproximação que facilite uma visão de conjunto desta magnífica casa, perspetiva que, ladeada pela sua capela, razoavelmente, se pode obter desde a estrada que passa em frente à casa do outro lado do vale. Então poderá admirar-se a interessante fachada do capela com a sua pequenina galilé e obter um ângulo de observação que permite perceber a combinação de volumes das diferentes épocas em que a casa se foi engrandecendo. Possui um notável conjunto de achados arqueológicos da região devidos ao desvelo de um dos últimos senhores da casa.
terça-feira, 31 de março de 2026
II - O Legado das Casas de Paiva: Uma Viagem pela História da Nossa Terra
Casa das Eirinhas*
Casa da Póvoa
Na orla do povoado de que tira o nome, e nela bem integrado, a Casa da Póvoa, erguida antes de 1788, pois nesse ano já constava nas Memórias paroquiais a sua «boa e asseada» capela, é um belo exemplo de uma grande simplicidade arquitetónica aliada a um fino gosto que facilmente se captam nos pormenores decorativos das rótulas da janelas ou da escadaria nobre que dá acesso à casa. O delicioso pátio interior, aonde se acede por um portal armoriado, permite, por sua vez, passar a um jardim de buxo que, curiosamente, na velha tradição portuguesa, confina com uma ampla zona de atividade agrícola.
Casa do Covelo*
Um grande e belo edifício senhorial datável do século XVIII (fins?) na freguesia de Fornos. Se a fachada poente, com as suas 10 janelas – visível da estrada para Alvarenga – nada mais tem que a sua simplicidade, já a fachada nascente, apenas visível desde o seu terreiro fronteiriço, com, em cada extremo, uma escadaria de resguardo lateral conduzindo a um alpendre, oferece, na sua intimidade que o grande terreiro não quebra, uma inesquecível visão. Nesta casa nasceu o P. Manuel de Abreu, S.J., mártir na China, e aí passou algumas férias o pintor Henrique Pousão.
domingo, 29 de março de 2026
I - O Legado das Casas de Paiva: Uma Viagem pela História da Nossa Terra
Casa da Fisga**
Localizada na freguesia de Bairros. Integrada num notável conjunto arquitectonico de matriz barroca – capela, magestoso fontenário e jardins com dois elegantes chafarizes – criado entre os extremos fins de Seiscentos e os fins do Século das Luzes. Apesar destas e de outras diferenças cronológicas, o conjunto manifesta uma inegável harmonia de casa senhorial propriamente dita, pode mesmo ser como que um símbolo. Começada a construir em 1683, só em torno aos anos trinta do século XX cobrou a elegante simetria dos dois torreões que hoje nos fascina ao ser então sapientemente proposta a formosa e velha varanda central como o seu eixo. De destacar a aparatosa rampa de acesso à casa presidida por um enorme portão armoriado ladeado por imagens mitológicas.
Casa da Cardia*
A casa de traça arquitetonica muito simples, na freguesia de Fornos. Marcadamente ligada à atividade agrícola, tem as suas raízes no século XV, ainda que no seu conjunto sejam notórias as alterações que a passagem dos séculos lhe foi introduzindo até ao século XVIII. Pertença ainda da família original, os Sousa Lobo, a sua história confunde-se com a da região, tendo mesmo dado origem a lendas que perduram na memória do seu povo. De assinalar um interessante fontenário no largo terreiro de acesso à casa.
Vasta e notável «casa de brasileiro» datada da primeira década do século XX, oferendo uma simples, mas interessantíssima planta retangular de uma típica casa de fazendeiro. Anote-se a imponente varanda que praticamente envolve todo o edifício. A alta qualidade das madeiras coloniais do seu interior e muitos dos motivos decorativos aí aplicados em alguns aposentos fazem da casa um monumento que bem merece todo o cuidado que a preserve. Atualmente é propriedade do Município de Castelo de Paiva que nela sediou a Biblioteca Municipal, a Escola de Música e outras atividades culturais.
sexta-feira, 27 de março de 2026
Jovem, tens 15 dias para uma ação de voluntariado?
Damos conhecimento e divulgação deste programa a que a ADEP se pode candidatar: Temos uma folha de serviço bem longa, que vem dos anos oitenta, mas ultimamente os jovens não tem estado disponíveis...assim sendo, primeiro queremos saber se há disponibilidades para isso. Contacta-nos pelo adeppaiva@gmail.com
O Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas é um programa da responsabilidade do IPDJ e tem como principal objetivo sensibilizar a população para práticas que contribuam para a descarbonização da sociedade, a economia circular e a preservação dos recursos naturais. Paralelamente, pretende promover a participação ativa dos jovens na comunidade, desenvolvendo competências pessoais, sociais e de cidadania e reforçando a importância da proteção das florestas e dos ecossistemas.
O Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas integra o Envolve-te Ambiente, a nova identidade que pretende facilitar o acesso das pessoas jovens a projetos de voluntariado na área ambiental. A Agência Portuguesa do Ambiente (APA) é uma das entidades cooperantes desta iniciativa.
As inscrições Programa Voluntariado Jovem para a Natureza e Florestas – Edição 2026 encontram abertas até 30 de outubro.
As candidaturas devem ser submetidas com uma antecedência mínima de 20 dias relativamente à data de início do projeto. Cada projeto deverá ter uma duração mínima de 15 dias, podendo prolongar-se até 15 de novembro.
Os projetos devem enquadrar entre uma e três das atividades previstas no regulamento do programa, podendo incidir, entre outras, nas seguintes áreas:
• Sensibilização ambiental
• Proteção e vigilância da floresta
• Monitorização de recursos hídricos
• Reflorestação
• Controlo de espécies invasoras
• Manutenção de espaços naturais e caminhos florestais
• Apoio a centros de recuperação de animais selvagens
Para mais informações, poderá consultar:
https://ipdj.gov.pt/
quinta-feira, 26 de março de 2026
Assembleia Geral



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