sábado, 19 de fevereiro de 2022

Os barcos rabelos e as marcas da sirga!

Nova saída de campo e segunda visita às Fragas de Penela - aos "vincos da Sirga" - em Rio Mau - Penafiel, em frente à foz do Arda. Desta vez com os técnicos do Museu Municipal de Penafiel e com o nosso guia e colaborador Mário Oliveira. Esta diligência vem na sequência de recente encontro que solicitamos com a responsável do Museu de Penafiel no sentido do reconhecimento no terreno e de que este testemunho seja conhecido, valorizado e divulgado no contexto da faina ribeirinha dos rabelos. A ADEP tem uma particular ligação a esta temática (com todo o historial do seu rabelo Douro Paiva), tendo inclusivé começado por propor à DGPC (Direção Geral do Património Cultural) a classificação deste monumento. Estamos certos que agora com a intervenção do Museu o local passará a constar dos roteiros próximos de intervenção, estudo e divulgação deste património que tanto representa ainda na memória das gentes destas comunidades ribeirinhas, mais tarde ampliada ainda com o trânsito das barcaças e rabões, no transporte do carvão do Pejão, e toda a sua forte ligação ao Porto, noutros aspetos sociais. A ADEP manifesta a sua gratidão aos intervenientes e augura novos e mais largos passos para o estudo e divulgação desta temática, que recentemente foi alvo de uma recomendação da Assembleia da República no sentido de que o Governo "tome medidas que salvaguardem os barcos rabelos e o património naval do rio Douro, incluindo a identificação, documentação, investigação, preservação, proteção, promoção, valorização, transmissão e revitalização dos diversos aspetos deste património envolvendo nesse processo a Administração dos Portos do Douro, Leixões e Viana do Castelo, S. A."
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fotos de Mário Oliveira e Martinho Rocha para saber mais: https://linguagista.blogs.sapo.pt/definicao-sirga-rabelo-3855179 #portodesaparecido #porto #douro #rabelos #vinhodoporto Martinho Rocha

quinta-feira, 17 de fevereiro de 2022

Sabe que, sem custos, pode ajudar uma instituição, cultural e/ou social?

Não deixe passar os prazos. Acautele e exerça os seus direitos, cumprindo os seus deveres, dentro dos prazos legais. Preste atenção ao calendário e se tiver dúvidas recorra aos serviços informativos da Autoridade Tributária. Na oportunidade decida e dê instruções sobre como vai utilizar a prerrogativa de doar 0,5% do seu IRS. Sabe que, sem custos, pode ajudar uma instituição, cultural e/ou social? Pode atribuir à ADEP - Associação de Estudo e Defesa do Património Histórico – Cultural de Castelo de Paiva NIF 501 096 124 - 0,5% do IRS liquidado (imposto que cabe ao Estado depois de descontadas as deduções à coleta).Pessoas Coletivas de Utilidade Pública de Fins Ambientais 1102.
Não tem custos, encargos, nem interfere com o reembolso que por direito tenha a receber. Seja ADEPto das nossas causas!
Aproveitamos para agradecer a todos quantos já tomaram essa decisão.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2022

Pode doar 0,5% do seu IRS; ajude sem custos!

Pode doar 0,5% do seu IRS; ajude sem custos! Até 15 de Fevereiro no Portal das Finanças atualize (ou valide o que consta) os dados relativos à composição do agregado familiar e outros elementos pessoais relevantes: https://www.portaldasfinancas.gov.pt/ Na oportunidade apelamos novamente à vossa generosidade, para proceder, desde já, à consignação do IRS. Através da consignação do IRS, podem atribuir à ADEP - Associação de Estudo e Defesa do Património Histórico – Cultural de Castelo de Paiva NIF 501 096 124 - 0,5% do IRS liquidado (imposto que cabe ao Estado depois de descontadas as deduções à coleta).Pessoas Coletivas de Utilidade Pública de Fins Ambientais 1102 Por isso, fazemos um apelo à Consignação de 0,5% do seu IRS, que não tem custos, encargos nem interfere com o reembolso que por direito tem sempre a receber. Seja ADEPto das nossas causas!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2022

Castro de Arados está a a ser vandalizado!..

Não podemos deixar de condenar de dar nota pública e de comunicar aos serviços da DGPC o estado de devassa e vandalismo que está a sofrer o Castro de Arados, nosso vizinho (margem direita do Douro). Será que os Serviços não podem desencadear uma ação de reconhecimento e delimitação de uma zona protegida e interdita ao curso de "cavalos de ferro" e outros? O recreio de uns pode destruir o património de todos? https://www.facebook.com/photo/?fbid=6909019189171954&set=pcb.6909019742505232

terça-feira, 1 de fevereiro de 2022

Ajudai-nos a salvar o Rio Mau!!!!!

Regato da Louseira Quem daqui te olha,…que beleza! Quem daqui te vê, fica encantado, mas não sabe que não chegas à tal presa, Na pureza e na frescura do passado. De longe, a brancura dessa espuma Iludiu meu olhar,…falso apelo! Quis ver mais de perto, …e ao chegar, Senti que me envolvi num pesadelo. Pensar que meu monte, minha serra teria este final?!...Quem diria…! Meu Deus!!!...se Tu existes, afinal porque deixaste morrer tanta magia?! Daqui, da curva dos Sobreiros olho Outeiro dos Servos…outro lado, separado por um rio de águas brancas, mas que de perto reparei ter-me enganado!!! Onde está a verdura do passado dos campos e latadas,…doce vinho nascido no regato do Vale Grande e que meu avô tratava com carinho. Acorda minha gente,…gente minha do sonho, do enredo, da pompura onde os falsos promissores te adormeceram com cantigas de fim de ditadura!!! Ajudai-nos a salvar o Rio Mau!!!!! Esta imagem e este “Sentimento”, são dedicados a todos os riomauenses que, independentemente da sua atividade, vingaram na vida graças à água que desde este regato chegava à Presa do Vale Grande para a rega do pão de nossos avôs. Sim, porque foi desse “Sangue Cristalino”, que desde Vale de Lobos aos Cardais e Foz, a essência da vida originou nosso ser. Desconhecer ou ignorar estas origens a par dos Moleiros e Pescadores de onde remanescemos, é augurar um futuro sem Futuro. Mário Oliveira – janeiro/2013 Publicamos este apelo e grito de revolta de um colaborador da ADEP que acredita que as pessoas podem salvar o Rio Mau. O Rio Mau está transformado no que as pessoas permitiram e o que é mais grave ainda é que o que se passa com o Rio Mau é um espelho do que se passa com tantos e tantos rios das nossas aldeias.