segunda-feira, 11 de agosto de 2014

publicações à venda

Publicações disponíveis


- “A Necrópole romana de Valbeirô (Sardoura, Castelo de Paiva)”, separata de Coninbriga 32-33 1993 1994, de Lino A. Tavares Dias, edição da ADEP em 1997. Custo: 2,00€,  por unidade;

“Ara Laribvs Ceceaicis em Castelo de Paiva”, (Vila Verde, São Martinho de Sardoura) separata de Coninbriga, de José d’ Encarnação e outros – edição 2013 - 1,00€, por unidade. Esgotado;

Calendário de parede para 2014, dando voz ao slogan “uma ponte para o futuro” do Movimento de Defesa da Ponte Centenária de Pedorido - 2013 - 1,50€unidade. E outros anos (últimos exemplares para colecionadores);

- “Elementos para a História de Castelo de Paiva”, de Margarida Rosa Moreira de Pinho, reedição da ADEP em 1991. Custo: 7,50 €, por unidade;

- “Lendas e Tradições de Castelo de Paiva”, de Adriano M. Strecht de Vasconcelos, edição da ADEP. Custo:   5,00€, por unidade;

-“Manual do cultivo e da confecção do Linho”, de Domingos Quintas Moreira, edição do Parque Biológico de Gaia, E.E.M. em 2009. Custo 5,00€ por unidade;

- Postais ilustrados  diversos motivos, edições várias da ADEP. Custo:  0,50 € por unidade;

- “Santo António de Lisboa – encontro nas origens – Castelo de Paiva”, de Mário Gonçalves Pereira, edição de 2013, custo: 15,00 €, por unidade.

Nota: O preço inclui iva à taxa legal.







quarta-feira, 6 de agosto de 2014

Ponte de Pedorido: A Câmara que decida...


Foi determinado o arquivamento  do requerimento de classificação da Ponte Velha (Rodo-ferroviária) de Pedorido. Agora diz a Lei que compete à Câmara Municipal (não de Aveiro, para onde se diz que foi enviada cópia, mas para Castelo de Paiva...) ponderar se a classifica ou não como de Interesse Municipal.
Numa primeira leitura (e na perpendicular, não deixa de surpreender que o juízo feito  (como consta da informação anexa) de que "...uma eventual classificação da ponte em termos nacionais deveria ser enquadrada em conjunto com as estruturas  das minas" e de que "A ponte Velha de Pedorido é testemunho de uma história centenária, muito ligada  à exploração de carvão num dos mais importantes centros mineiros, desta natureza, em Portugal (...) nela se reflete, do ponto de vista da memória colectiva da região essa época da história económica e social do país, que durou mais de um século. História de fulgor económico da actividade mineira e da vida muito árdua dos mineiros" não preencha um (pelo menos, e isso chega) dos critérios genéricos da Lei (art.º 17.º da Lei 107/2001 de 8 de Setembro - por exemplo, o da sua "alínea g)  - A extensão do bem e o que nele se reflete do ponto de vista da memória colectiva"!!!!
Nos termos da Lei pode ainda a ADEP e qualquer interessado recorrer do despacho.

Aqui está a informação (parecer da DRCN) anexa ao despacho








quarta-feira, 30 de julho de 2014

terça-feira, 29 de julho de 2014

"As lojas interactivas são as rotundas da era moderna"



"As lojas interactivas são as rotundas da era moderna"


O presidente da Associação Comercial do Porto, Nuno Botelho, está chocado com a proliferação de lojas interactivas de turismo, em concelhos fronteiriços e com baixos índices de atracção turística. Até 2015, vão abrir 65 lojas, existindo, para o efeito, 20 milhões de euros de apoios comunitários. Só no Norte, já funcionam mais de 25.

no Jornal de Notícias de ontem
vale a pena ler : ontem o betão/alcatrão, hoje o pechisbeque: entretanto o património degrada-se...






domingo, 27 de julho de 2014

Cruz da Carreira, Valedemides: Locais com evidentes sinais de interesse arqueológico



Publicada em 1996 pela Universidade Portucalense, a Carta Arqueológica de Castelo de Paiva, que teve então a colaboração da ADEP - e é um trabalho de um grupo de alunos daquela Universidade, sob a orientação do saudoso arqueológo e professor Eduardo Jorge Lopes da Silva - refere o local  de Valedemides que foi objecto de anteriores estudos e publicações, em resultado de trabalhos de escavação nos idos anos 30!


domingo, 20 de julho de 2014

Património e vandalismo

Não é a primeira vez: queimaram e partiram vidros; noutras ocasiões quebraram árvores, roubaram e derrubaram medas de palha no parque … Enfim, de tudo um pouco já fomos vítimas, ao longo dos anos, fosse em contexto de eventos realizados, nas travessuras de S. João, e fora disso.
Compete às escolas e às famílias sensibilizar todos para o dever de respeito e urbanidade que a todos é exigido por forma a haver paz e concórdia num Estado que se quer e que é por princípio de Direito.
Igualmente compete às instituições da segurança e da justiça trabalhar no sentido de prevenir e corrigir as actuações não conformes às boas práticas da civilidade.

Porém, com pesar, registamos que o país assiste resignado e indefeso  frente aos prevaricadores e reiteradamente despreza por omissão as vantagens e o trabalho voluntário fruto da generosidade das instituições não governamentais, de fins meramente filantrópicos – que como a ADEP não visam lucros ou proveitos a quem nelas trabalha – e hoje vivem com tantos sacrifícios e com tão poucos apoios…

A esta lista é oportuno denunciar que a locomotiva Pedorido está a ser saqueada. Aos pedoridenses e passantes pede-se a vigilância possível, já que a instalação em que se encontra e na ausência de sistema de alarme e da (falta de) vigilância pública está à mercê dos amigos do alheio (nestes tempos em que o metal é tão valioso)...


segunda-feira, 14 de julho de 2014

Museu das Minas do Pejão...



A administração pública e autárquica deixou passar os anos áureos dos fundos estruturais da CEE. Com promessas e palmadinhas passaram vinte e dois anos…e afinal o que se fez? Noutro caso semelhante – museu da Frutuária – o processo ainda foi iniciado com a expropriação do edifício mas deu igualmente “com os burros na água!”

Vinte e dois anos - são muitos anos - de  absentismo na cultura…