sábado, 26 de janeiro de 2019

Vão ser cidades irmãs: Castelo de Paiva e Campos de Jordão!

O Executivo Municipal deu parecer positivo ao procedimento de irmanar Castelo de Paiva e Campos do Jordão
Em 2017 fizemos chegar ao executivo Municipal um trabalho que atesta a justeza da pretensão



Felizmente estes dias fomos surpreendidos com notícia que muito nos agrada, e que chegou por email:


(Dizem os nossos irmãos de Campos do Jordão)

 "Já faz algum tempo que trocamos e.mail e informações importantes sobre Castelo de Paiva e pessoas daí que residiram em Campos do Jordão no início do século 20, inclusive queridos parentes.
Falamos, inclusive, da idéia em tornar Castelo de Paiva e Campos do Jordão como cidades irmãs.
Na época enviamos através nosso Prefeito Municipal, correspondência para autoridades de Castelo de Paiva informando da nossa pretensão.
Felizmente, recebemos no dia 23 de janeiro de 2019 o e.mail que copio abaixo, para vossos conhecimentos." :

Assunto: Processo de Estabelecimento "Cidades-Irmãs"

Exmo. Senhor

Secretário Municipal de Cultura
Campos do Jordão - Brasil
Na sequência do pedido formulado a este Município, no sentido da resposta ao Processo de Estabelecimento “Cidades-Irmãs” que perpetua e aprofunda as afinidades e singularidades culturais e turísticas entre os dois municípios, aproximando os cidadãos de ambos os lados do atlântico, numa experiência enriquecedora e geradora de sinergias, incumbe-me o Senhor Presidente da Câmara, Dr. Gonçalo Rocha de informar que a proposta mereceu o parecer positivo do Executivo Municipal, aguardando-se o desenrolar do processo com a celeridade possível.  
Certos do interesse institucional que esta parceria representa, despedimo-nos com cordiais e respeitosos cumprimentos.

Município de Castelo de Paiva
Gabinete da Presidência

TERÇA-FEIRA, 11 DE JULHO DE 2017



Sebastião de Oliveira Damas e a vontade de geminar Castelo de Paiva e Campos do Jordão


foto Arq. L. Lousada Soares / ADEP






Sebastião de Oliveira Damas e a vontade de geminar Castelo de Paiva e Campos do Jordão


Na passada terça-feira a direcção da ADEP fez chegar ao Presidente da Câmara a  sua anuência  à vontade que lhe foi manifestada de que se iniciem diligências e contactos com vista à geminação de Castelo de Paiva com  a cidade de Campos do Jordão no Brasil.

O pedido chegou-nos por intermédio de parente de Sebastião de Oliveira Damas, este que, como muitos outros paivenses, no inicio do século passado  emigraram para esse local, alguns que tornaram outros que por lá ficaram, e a quem se reconhece muita importância para a cultura, a história e progresso daquela cidade e região.

E se lá em Campos do Jordão a importância deste movimento migratório, se reconhece, tendo a comunidade integrado alguns paivenses que lá ficaram definitivamente, seja pela obra feita ou pela descendência deixada, não será despiciendo dizer o mesmo da importância daqueles que foram e tornaram viagem. Há todo um levantamento e estudo por fazer sobre este movimento migratório e influência na nossa arquitectura e urbanismo. Certo é que há obra feita e que perdura até aos nossos dias em ambos os lados do Atlântico.


Dos estudos genealógicos que estão a ser desenvolvidos no âmbito da ADEP (*) e que podem ser um conteúdo valioso para melhor se conhecer e divulgar a história de vida destas famílias já é possível dizer que o pedido vem da comunidade e família de descendente em segundo grau de irmão da mãe de Sebastião de Oliveira Damas. Estes ascendentes tinham ainda outro irmão, de nome Sebastião Ferreira Rocha, de Vila Verde, também ele emigrante e depois retornado do Brasil, que além de tio daquele era ainda seu padrinho de baptismo,  foi prestigiado mestre de obras na época ( tendo levado a cabo obras emblemáticas como a reconstrução do chafariz da Boavista, a construção da frontaria do cemitério de Sobrado, a ponte de Melo, no Rio  Paiva, entre outras), pessoa que terá tido alguma influência na formação profissional de Sebastião de Oliveira Damas, este empreendedor que se lançou com o entusiasmo e arrojo que se testemunha na obra deixada que ainda hoje perdura em terras de Além Mar e que está na base deste projecto de geminação.




(*) João Vieira, Mário Pereira, Martinho Rocha e Rui Pereira)













escreveu Martinho Rocha

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