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sexta-feira, 30 de janeiro de 2026

GR60 integrou programa do Dia Europeu do Turismo na Comissão Europeia, em Bruxelas

GR60MM integrou programa do Dia Europeu do Turismo na Comissão Europeia, em Bruxelas

Grande Rota das Montanhas Mágicas (GR60) integrou programa do Dia Europeu doTurismo, na Comissão Europeia, em Bruxelas que se celebrou a 26 de janeiro. Nesse âmbito, a ADRIMAG foi convidada a integrar o programa da Comissão Europeia com o objetivo de partilhar informação e boas práticas sobre o projeto da Grande Rota das Montanhas Mágicas (GR60). O convite partiu da DG MOVE - Direção-Geral da Mobilidade e dos Transportes, e da Federação Europeia de Parques - The Europarc Federation.   Inaugurada em julho de 2022, a GR60, é um percurso circular, pedestre e ciclável, com 280km de distância, que atravessa as serras da Freita, Arada, Arestal e Montemuro, e os vales dos rios Douro, Vouga, Paiva e Teixeira, ligando os municípios de Arouca, Castelo de Paiva, Castro Daire, Cinfães, São Pedro do Sul, Sever do Vouga e Vale de Cambra

https://cets.montanhasmagicas.pt/2025/11/lideres-autarquicos-das-montanhas.html

domingo, 6 de abril de 2025

O plano de Ação (da CETS) para as Montanhas Mágicas, de 2025 a 2029, já está traçado

Montanhas Mágicas Aconteceu no passado dia 4 no Mosteiro de Arouca o 𝐅𝐎́𝐑𝐔𝐌 𝐏𝐄𝐑𝐌𝐀𝐍𝐄𝐍𝐓𝐄 𝐃𝐄 𝐓𝐔𝐑𝐈𝐒𝐌𝐎 𝐒𝐔𝐒𝐓𝐄𝐍𝐓𝐀́𝐕𝐄𝐋 𝐃𝐀𝐒 𝐌𝐎𝐍𝐓𝐀𝐍𝐇𝐀𝐒 𝐌𝐀́𝐆𝐈𝐂𝐀𝐒 O Fórum teve como principal objetivo apresentar a 𝐄𝐬𝐭𝐫𝐚𝐭𝐞́𝐠𝐢𝐚 𝐞 𝐏𝐚𝐧𝐨 𝐝𝐞 𝐀𝐜̧𝐚̃𝐨 𝐝𝐚 𝐂𝐚𝐫𝐭𝐚 𝐄𝐮𝐫𝐨𝐩𝐞𝐢𝐚 𝐝𝐞 𝐓𝐮𝐫𝐢𝐬𝐦𝐨 𝐒𝐮𝐬𝐭𝐞𝐧𝐭𝐚́𝐯𝐞𝐥 𝐝𝐚𝐬 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐚𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐌𝐚́𝐠𝐢𝐜𝐚𝐬 𝐩𝐚𝐫𝐚 𝐨 𝐩𝐞𝐫𝐢́𝐨𝐝𝐨 𝟐𝟎𝟐𝟓-𝟐𝟎𝟐𝟗, no âmbito da Reavaliação deste galardão atribuído ao território, desde 2013. Pretendeu-se, no decorrer da sessão, explorar alguns temas e ações, priorizados no Plano de Ação e proceder à Assinatura Pública dos Princípios da CETS Montanhas Mágicas, por parte das entidades, promotoras das ações. A candidatura de Reavaliação da CETS Montanhas Mágicas resulta de um processo participativo, que incluiu diversos encontros e trabalhos, liderado pela ADRIMAG, que contou com a colaboração de um número alargado de agentes locais públicos e privados, ligados ao setor turístico, recreativo e cultural (entre eles também a ADEP). O fórum culminou com o 𝐋𝐚𝐧𝐜̧𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨 𝐝𝐨 𝐋𝐢𝐯𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐅𝐨𝐭𝐨𝐠𝐫𝐚𝐟𝐢𝐚, 𝐌𝐨𝐧𝐭𝐚𝐧𝐡𝐚𝐬 𝐌𝐚́𝐠𝐢𝐜𝐚𝐬, o qual resulta de um uma ação concretizada pela ADRIMAG, no âmbito do anterior Plano de Ação da CETS. #MontanhasMágicas #FórumCETS #CartaEuropeiadeTurismoSustentável #CETS #ECST #TurismoSustentável #EUROPARC #TheEuroparcFederation

quarta-feira, 10 de maio de 2023

Velharias e antiguidades este Domingo no Parque das Tílias, Castelo de Paiva!

Dê uma segunda vida às coisas usadas, sejam: livros, louças, ferramentas, mobiliários, brinquedos, roupas, etc. Também se aceita artesanato e produtos da horta.Oportunidade para lembrar os motivos das comemorações dos Dias: Europeu do Caminho de Santiago; Nacional dos Jardins; Europeu dos Parques Naturais.

quinta-feira, 30 de março de 2023

Ação de Formação nas Montanhas Mágicas

No âmbito do plano de Ação da CETS (Carta Europeia de Turismo Sustentável) e do projeto de cooperação 3G, a ADRIMAG levarou a cabo a primeira ação de formação, intitulada Embaixadores 3G – Geoeturismo, Geoeducação e Geoconservação nas Montanhas Mágicas. Esta primeira edição tem como destinatários os empresários certificados na Fase II da CETS, no seguimento do repto lançado na última Jornada de Apoio Técnico Coletivo #2. O objetivo da formação é dar a conhecer o território MM (Montanhas Mágicas) aos participantes, com especial enfoque no trabalho desenvolvido no âmbito do geoturismo, geoeducação e geoconservação, e fomentar sinergias entre os agentes locais dos diferentes municípios. Pretende-se com esta ação dotar os agentes locais de competências que lhes permitam aprofundar o conhecimento do território Montanhas Mágicas e descobrir uma nova forma de encarar o turismo, a cultura e a ciência no território. Pretende-se, ainda, que os participantes reconheçam a importância do conhecimento e da interpretação do património, enquanto ferramentas essenciais numa estratégia de valorização, promoção e desenvolvimento territorial.
Participam nesta ação de capacitação 20 agentes locais, essenciais ao processo de qualificação da oferta turística do território, designadamente técnicos dos 7 municípios do território Montanhas Mágicas e empresários certificados na FASE II da CETS. (Martinho Rocha representou à ADEP) A ADEP uma das convidadas e participante nesta ação de capacitação, que será certificada, entende que este tipo de iniciativa deve ser replicado para poder ser alargada a outros membros e proporcione mais conhecimento "do Geo" da realidade da vivencia, seja das populações e seus valores naturais e patrimoniais, seja até das próprias instituições.

terça-feira, 20 de dezembro de 2022

O Parque das Tílias e a GR60MM (Grande Rota das Montanhas Mágicas)



https://www.facebook.com/MontanhasMagicas/photos/pcb.5671108869650994/5671057386322809 A apresentação da ADEP e o propósito perante a GR60MM, pelo presidente da Direção Martinho Rocha, No desenvolvimento natural das seu estatuto a ADEP tem vindo a assinalar, neste território de Castelo de Paiva, os valores do património da nossa memória e tradição coletiva e adoptou como nosso símbolo, também para este evento, a palavra Marmoiral/Memorial. O Parque da Tílias está na intersecção de vários percursos e itinerários, a saber: a Rota do românico, a Rota das origens de Santo António, os Caminhos de Fátima e de Santiago (alternativos de atravessamento do Douro), a Rota EN 222 e agora a GR 60MM. Face à degradação a que chegaram a casa da Boavista e o espólio das Minas do Pejão, a ADEP, graças ao seu trabalho, tornou-se talvez no último repositório fisico e laico da história e da memória desta terra, que recolhe e mostra em diversas valências (da arqueologia, à etnografia, à paleotonlogia/fósseis, entre outras); não poderia assim ficar de portas fechadas. Aderimos a esta Grande Rota porque acreditamos que todos teremos a ganhar. E se há trinta quatro anos estivemos com a navegabilidades do Douro, isso não nos deve inibir de hoje dizermos que nem tudo está bem; se os concelhos ribeirinhos do interior pouco ou nada ganharam, saibamos reconhecer e aprender. Hoje aqui, quanto ao futuro e ao que esperam de nós lembramos que somos uma associação e que neste país a cultura é um parente pobre. O povo diz que para colher, temos de semear! Ainda assim mantemos a fé de que o futuro será melhor se hoje fizermos algo por isso. Obrigado

sábado, 15 de setembro de 2018

416 milhões de anos de vida no território de Paiva!


Hoje fomos comprovar o que temos em paiva deste período!



 alguns dos participantes na saída de campo de hoje
 
                                aNTÓNIO pATRÃO


Período Devoniano
Por National Geographic Writing
5 de setembro de 2010
Quando o período Devoniano ocorreu há cerca de 416 milhões de anos, o planeta estava mudando sua aparência. O grande supercontinente de Gondwana estava gradualmente se dirigindo para o norte, para longe do Pólo Sul, e um segundo supercontinente começou a se formar, estendendo-se através do Equador. Conhecido como Euroamerica, ou Laurasia, foi criado pelo encontro de áreas da América do Norte, Norte da Europa, Rússia e Groenlândia.
Alguns sedimentos de cor vermelha, gerados quando a América do Norte colidiu com a Europa, deram nome ao Devoniano, uma vez que essas rochas características foram estudadas pela primeira vez em Devon (Inglaterra).
O Devoniano, parte da era paleozóica, também é conhecido como a Era dos peixes , já que produziu uma considerável variedade de peixes. Os mais formidáveis ​​eram os placodermes com proteção óssea, uma espécie que apareceu pela primeira vez durante o siluriano com poderosas mandíbulas alinhadas com placas em forma de lâminas que agiam como dentes. Os primeiros placodermos se alimentavam de moluscos e outros invertebrados, mas as últimas espécies se tornaram monstros ferozes, fatias que mediam até 10 metros de comprimento. Outros tipos de peixes com placas ósseas que não tinham mandíbulas desenvolveram uma grande variedade de formas estranhas. Espécimes fósseis incluem espécies com cabeças em forma de ferradura e outros que se pareciam com escudos redondos.
Antepassados ​​de tubarões
Apesar de sua forte proteção, esses peixes primitivos não durariam. Os ancestrais devonianos dos peixes que hoje habitam pertenciam a dois grupos principais sem proteção óssea. O peixe cartilaginoso, assim chamado pela cartilagem que formava seus esqueletos, deu origem a tubarões e raias. Eles tinham escamas pequenas e ásperas, barbatanas dorsais fixas e dentes afiados e substituíveis. O segundo grupo, o peixe com espinhos, estava coberto de escamas e tinha barbatanas dorsais manobráveis ​​e bexigas cheias de gás para controlar sua flutuação. A maioria dos peixes modernos tem espinhos.
Entre estes estavam os peixes finned. Assim chamado porque a base grossa, carnuda de suas barbatanas, peixe de nadadeiras lobadas são creditados a grande avanço evolutivo que levou à anfíbios, tornando os peixes finned-lobo nos ancestrais de todos os vertebrados com quatro membros da terra, incluindo dinossauros e mamíferos. Os fósseis desses animais extraordinários vêm das rochas vermelhas de Devon. Alguns peixes de nadadeiras lobadas ainda estão vivos hoje, como o famoso peixe "fóssil vivo", o celacanto.
Uma criatura fóssil descoberta recentemente do Devoniano foi saudada como um elo vital entre os peixes e os primeiros vertebrados a caminhar em terra. Encontrado no Ártico canadense em 2004, o Tiktaalik tinha uma cabeça semelhante à de um crocodilo e barbatanas fortes e espinhosas, que os cientistas acreditam que ele usava como pernas para se mover em águas rasas ou mesmo em terra. O peixe mostrou outras características de animais terrestres, incluindo costelas, pescoço e buracos no focinho para respirar ar.
Os primeiros anfíbios respiraram através de pulmões simples e sua pele. Eles devem passar a maior parte de suas vidas na água, deixando-a sozinha para escapar da atenção dos peixes predadores.
Os primeiros amonóides também apareceram durante o Devoniano. Relacionados com o polvo e a lula, estes animais marinhos sobreviveram até o final do período Cretáceo, há 65 milhões de anos.
Proliferação de plantas
As plantas começaram a se espalhar dos pântanos durante o Devoniano, desenvolvendo novos tipos que poderiam sobreviver em terra seca. No final do Devoniano, as primeiras florestas apareceram quando as plantas com caule desenvolveram estruturas fortes e lenhosas capazes de suportar galhos e folhas altas. Algumas árvores Devonianas são conhecidas por atingir 30 metros de altura. No final do período, as primeiras samambaias, cavalinhas e plantas com sementes também apareceram.
A nova vida que floresceu na terra aparentemente escapou dos piores efeitos da extinção em massa que acabou com o Devoniano. As principais vítimas foram criaturas marinhas, das quais até 70% das espécies desapareceram. As comunidades que formaram os recifes desapareceram quase completamente. As teorias propostas para explicar esta extinção incluem o resfriamento global devido à regulação de Gondwana, ou a redução dos níveis de dióxido de carbono atmosférico com efeito estufa devido à arborização dos continentes. O impacto de um grande asteróide também foi sugerido.


sábado, 20 de agosto de 2016

A Rota da Água e da Pedra

UM BOM DESTINO, no Douro - Castelo de Paiva, aqui certificado pelas Montanhas Mágicas, de que se deixa divulgação do ponto D1
fotos da Rota



http://www.rota-ap.pt/…/d1-couto-mineiro-do-pej…/como-chegar
Rota da Água e da Pedra
Linha D - Douro Ponto D1 (COUTO MINEIRO PEJÃO)

Descrição:
"Formado por várias explorações de carvão das quais se destacam as do Pejão, Fojo e Germunde, o Couto Mineiro teve o início da sua atividade em 1859. Geridas pela Empresa Carbonífera do Douro (ECD), estas explorações estavam integradas na bacia carbonífera do Douro, com rochas da idade Paleozoica do período do Carbónico. Da sua história, destaca-se o período a partir de 1933 com a chegada do belga Jean Tyssen que, com um elevado investimento, aumenta a produção das minas de uma forma impressionante, atingindo em 1957, as 350 000 toneladas de carvão extraído. Jean Tyssen também aplicou importantes políticas sociais, investindo na saúde, desporto, cultura, bem como na melhoria das condições de trabalho. Em 1994 as minas são oficialmente encerradas e, no mesmo ano, é inaugurada a estátua de homenagem ao mineiro, em Germunde."
Património Cultural:
"O Couto Mineiro do Pejão apresenta uma valiosa história, tendo aqui trabalhado milhares de pessoas. Este património material e imaterial é incalculável e, espalhados pelo território, podemos ver ainda vestígios da história deste lugar. Exemplo disso é uma das locomotivas a vapor em Pedorido, transporte que levava o material dos diferentes complexos para a foz do Arda, passando pela centenária ponte ferroviária do rio Arda, de onde seguiam pelo Douro até ao Porto. O transporte no Douro era feito pelos barcos rabões, conhecidos como a Esquadra Negra, com capacidade para cerca de 60 toneladas. No Complexo Mineiro de Germunde – as últimas minas em funcionamento – ainda é possível contemplar um vasto património que nos transporta no tempo, para a época em que centenas de pessoas ali trabalhavam. Este património edificado está envolto por um vasto bosquete com dezenas de espécies de árvores e arbustos, desde espécies autóctones, como o carvalho-alvarinho ou o freixo, a diversas espécies ornamentais, como o abeto, pseudotsugas ou vários cedros, suportando uma biodiversidade considerável com diversas espécies como o cogumelo dos 10 000 anos, usado ancestralmente na medicina chinesa.
Formado por várias explorações de carvão das quais se destacam as do Pejão, Fojo e Germunde, o Couto Mineiro teve o início da sua atividade em 1859. Geridas pela Empresa Carbonífera do Douro (ECD), estas explorações estavam integradas na bacia carbonífera do Douro, com rochas da idade Paleozoica do período do Carbónico. Da sua história, destaca-se o período a partir de 1933 com a chegada do belga Jean Tyssen que, com um elevado investimento, aumenta a produção das minas de uma forma impressionante, atingindo em 1957, as 350 000 toneladas de carvão extraído. Jean Tyssen também aplicou importantes políticas sociais, investindo na saúde, desporto, cultura, bem como na melhoria das condições de trabalho. Em 1994 as minas são oficialmente encerradas e, no mesmo ano, é inaugurada a estátua de homenagem ao mineiro, em Germunde."
Fonte:http://www.rota-ap.pt/…/dou…/ponto/d1-couto-mineiro-do-pejao

terça-feira, 19 de janeiro de 2016

Notícias - PROVERE MONTANHAS MÁGICAS 2020


Candidatura PROVERE MONTANHAS MÁGICAS® 2020


Sexta, 15 Janeiro 2016 14:56

A ADRIMAG encontra-se a preparar uma candidatura ao PROVERE – Programa de Valorização Económica de Recursos Endógenos, tratando-se da 2ª fase do Reconhecimento Formal das Estratégias de Eficiência Coletiva PROVERE na região do Norte

AVISO Nº NORTE-28-2015-17. Esta candidatura surge na sequência da resposta ao

convite publicado pela Autoridade de Gestão do POR NORTE 2020, em maio de 2015,

relativo à 1ª fase do concurso – Apresentação de Relatórios de Autoavaliação das Estratégias de Eficiência Coletiva PROVERE reconhecidas na região do Norte - AVISO Nº NORTE-28-2015-01. Ler mais


A candidatura PROVERE Montanhas Mágicas® 2020 pressupõe a conceção de uma Estratégia de Eficiência Coletiva para o território Montanhas Mágicas®, assente nos seus recursos endógenos mais relevantes e tendencialmente inimitáveis, e na definição de um foco temático que permita transformar esses recursos em bens e serviços transacionáveis. Pressupõe, ainda, a construção de um Programa de Ação constituído porprojetos âncora e projetos complementares que se enquadrem no foco temático definido, bem como a constituição de um Consórcio, formado pelos promotores dos projetos que integram o Programa de Ação e por outras entidades, públicas e privadas, de abrangência local, regional e/ou nacional, que se comprometerão a implementar a Estratégia de Eficiência Coletiva e o Programa de Ação definidos.


Os interessados em apresentar projetos complementares poderão fazê-lo através do preenchimento de uma ficha de intenção de investimento que disponibilizamos AQUI, desde que esse(s) projeto(s) se enquadrem no foco temático e nas áreas de atuação definidas no âmbito da Estratégia de Eficiência Coletiva PROVERE Montanhas Mágicas 2020.


O documento deverá ser remetido à ADRIMAG, via email, até ao dia 12 de fevereiro de 2016, em formato word, para o seguinte endereço eletrónico: proveremm2020@adrimag.com.pt.


Nota 1: O preenchimento e envio da intenção de investimento não garante a inclusão do projeto no Programa de Ação PROVERE, uma vez que o mesmo poderá não se enquadrar no foco temático ou nas áreas de atuação definidas no âmbito da Estratégia de Eficiência Coletiva. Após análise das referidas intenções de investimento a ADRIMAG entrará em contacto com os potenciais promotores/parceiros para os informar da sua análise e avaliação.


Nota 2: Importa referir que a integração dos projetos complementares no Programa de Ação PROVERE Montanhas Mágicas®2020 não garante o seu cofinanciamento. Para obtenção de cofinanciamento estes projetos deverão ser candidatados aos competentes

programas cofinanciadores, no âmbito das linhas de financiamento disponíveis para o efeito, e na sequência dos avisos de abertura de concursos a publicar.

Caso o Programa de Ação da EEC PROVERE Montanhas Mágicas® 2020 venha a ser oficialmente aprovado/reconhecido, estes projetos poderão gozar de um ou mais dos seguintes benefícios:


1. acesso preferencial às linhas de cofinanciamento através de avisos específicos ou de dotações específicas em avisos gerais, no caso dos projetos de enquadrarem nas Prioridades de Investimento 3.1 (3a); 3.2 (3b); 3.3 (3c); 8.3; 8.8; 9.6; e 9.10;

2. eventual pontuação extra na avaliação global do projeto candidatado;

3. maior eficiência coletiva em resultado de um maior comprometimento, corresponsabilização, envolvimento e articulação entre atores locais, públicos e privados.


Esclarecimento de dúvidas e questões

Horário de atendimento:

Terças e quartas-feiras das 9h00 às 17h30, através do número 256 940 350.

Pessoas de contacto: Carminda Gonçalves e Mafalda Brandão.








PROVERE MONTANHAS MÁGICAS® 2020

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Quinta, 14 Janeiro 2016 11:19



RECURSOS ENDÓGENOS TENDENCIALMENTE INIMITÁVEIS


Os recursos endógenos que estão na base da EEC e PA PROVERE Montanhas Mágicas 2020-

® são as 4 áreas classificadas da Rede Natura 2000 – rio Paiva, rio Vouga, serras da

Freita e Arada e serra do Montemuro, e o Geoparque da UNESCO – Arouca Geopark.

Nestes espaços classificados incluem-se um número considerável de outros recursos de relevante valor natural, como sãos os casos do rio Caima e do Vale do Bestança, e de inegável valor histórico-cultural e edificado, de que são bons exemplos os mosteiros cistercienses de Arouca e S. Pedro do Sul, monumentos megalíticos e românicos, antigos espaços mineiros com relevante valor histórico e cultural, entre muitos outros.


Importa salientar que as áreas classificadas das Montanhas Mágicas® constituíram o ponto de partida para a formalização de uma candidatura à CETS - Carta Europeia de

Turismo Sustentável, a qual mereceu aprovação, tendo o território sido certificado com o respetivo galardão europeu em novembro de 2013.


A Carta Europeia de Turismo Sustentável, das Montanhas Mágicas® constitui um importante instrumento de trabalho no âmbito deste PROVERE, já que define uma estratégia de desenvolvimento turístico com base nos princípios de sustentabilidade emanados

pela CARTA, e num programa de ação constituído por um conjunto de projetos e ações que

visam a concretização dessa estratégia. O PROVERE Montanhas Mágicas® 2020 represen-

ta uma importante oportunidade para a execução de ações e projetos desse programa de ação.







FOCO TEMÁTICO


A Estratégia de Eficiência Coletiva (EEC) PROVERE Montanhas Mágicas 2020 preten de dar continuidade ao trabalho desenvolvido na 1ª fase do programa (último período de programação financeira), visando a consolidação deste território como destino turístico de excelência, pautando-se pela oferta de um modelo turístico responsável e sustentável, focado no TURISMO DE NATUREZA, nas vertentes do ECOTURISMO, do GEOTURISMO e do TURISMO ATIVO. Pretende-se que o Turismo de Natureza seja complementado por uma qualificada oferta nas áreas do Turismo Cultural e Paisagístico, da Gastronomia e Vinhos e da Saúde e Bem-Estar.


Sendo o turismo um setor de atividade ou, numa visão mais global, uma indústria, transversal a múltiplas áreas de interesse e setores de atividade económica, como sejam o ambiente, a cultura, o artesanato, os produtos locais, a história, o património edificado, o alojamento, a restauração, a animação, os transportes, a energia, entre outros, o Programa de Ação poderá ter uma grande abrangência no que se refere à tipologia de projetos a enquadrar. No entanto, deverão ser tidas em conta as Prioridades de Investimento definidas pelos competentes programas cofinanciadores (NORTE 2020; CENTRO 2020;

DLBC; PO Temáticos, etc.) para que, na fase seguinte (implementação do Programa de

Ação), seja possível candidatar estes projetos a financiamento. Também deverão ser consideradas as seguintes áreas estratégicas de atuação, no âmbito

da EEC PROVERE Montanhas Mágicas® 2020:


1. CONHECIMENTO, INVESTIGAÇÃO E INOVAÇÃO

2. CONSERVAÇÃO E VALORIZAÇÃO DO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURAIS ENDÓGENOS

3. VALORIZAÇÃO E DINAMIZAÇÃO DO PATRIMÓNIO HISTÓRICO-CULTURAL E EDIFICADO

4. QUALIFICAÇÃO E DIVERSIFICAÇÃO DA OFERTA DE PRODUTOS E SERVIÇOS TURÍSTICOS

5. ARTESANATO E PRODUTOS LOCAIS DE QUALIDADE

6. MARKETING E COMUNICAÇÃO / PROMOÇÃO E DIVULGAÇÃO

7. ORGANIZAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DA OFERTA TURÍSTICA

8. PROJETOS INOVADORES (RELACIONADAS COM OS RECURSOS ENDÓGENOS IDENTIFICADOS)






PROGRAMA DE AÇÃO - Projetos âncora e complementares


“Os projetos âncora são aqueles que se constituem como fundamentais para a alavancagem do Programa de Ação no seu conjunto e para a afirmação da marca de cada EEC PROVERE e dos recursos específicos que constituem o respetivo leitmotiv”. Estes projectos são, na generalidade, de natureza pública, podendo ter uma abrangência supramunicipal ou regional e são exclusivamente cofinanciáveis através da Prioridade de Investimento 8.9 do Programa Operacional Regional do Norte 2014-2020 e do Programa Operacional Regional doCentro 2014-2020.


Os projetos complementares devem ser predominantemente promovidos por empresas (já constituídas ou a constituir), sendo fundamentais para a consecução da Estratégia de Eficiência Coletiva e respetivo Programa de Ação. Estes projetos, não sendo cofinanciáveis no âmbito da Prioridade de Investimento (PI) 8.9 do POR NORTE 2020 e do POR CENTRO 2020, poderão ser candidatados a outros instrumentos de financiamento, nomeadamente outras Prioridades de Investimento dos PO Regionais Norte e Centro; PO Temáticos; PDR; DLBC;

Sistemas de Incentivos, ITI, programas europeu, entre outros.

sábado, 18 de agosto de 2012

Montanhas Mágicas


Entendemos que a Câmara Municipal de Castelo de Paiva não poderá desperdiçar esta grande oportunidade para o concelho de modo a que o mesmo se possa modernizar e de se afirmar como polo turístico, podendo a autarquia empenhar-se profundamente neste projecto e criar as infra-estruturas que vierem a ser descriminadas, no contexto da viabilização, aprovação e certificação da grande Área das Montanhas Mágicas, para que se possa proporcionar ao turista/visitante aquilo que há de melhor, com garantia de serviço de qualidade e atempadamente prestado, a exemplo do que acontece em muitos países da Europa.
A dinamização futura do nosso território passará não só pela valorização do sector do turismo, mas, também, pelo crescendo de actividades inerentes que aquele segmento económico potenciará.


A título de sugestão podemos desde já imaginar um itinerário turístico, dos muitos que se podem vir a criar, para serem incluídos em pacotes turísticos, que as Agências de Viagens ou hotéis de toda a região Montanhas Mágicas, disponibilizaria aos seus clientes:

Vamos chamar-lhe Circuito “A” em Castelo de Paiva
1-visita ao Marmoiral (e Quinta da Boavista) Sobrado; 2-visita ao Parque das Tílias e Museu “Primeiras Artes” da ADEP (Sobrado);
3-Visita à Pia dos Mouros; 4-Passagem e paragem no Miradouro de Catapeixe; 5-Visita a uma fábrica de cobres (S. Martinho de Sardoura); 6-Visita a Boure (estátua e pontes) Santa Maria de Sardoura; 7-Visita eventual ao miradouro do Monte de S.Gens (Santa Maria de Sardoura); 8- Visita à Mamoa de Carvalho Mau (Raiva); 9- Visita à confecção de doçarias-Serradelo (Raiva); 10- Visita ao Miradouro de S. Domingos; 11-Regresso a Sobrado e finalmente visita à Quinta da Fisga (Bairros).

Muitos outros haverá se for feito um levantamento adequado e cuidado.

Durante este ou outros circuitos a percorrer, não poderá ser descurada a necessidade da existência de locais de apoio, como sejam WC, cafés, pastelarias e restaurantes, que, ao longo do percurso, antecipadamente se associem e possam disponibilizar serviços com qualidade e rapidez..

Para a realização destes circuitos, pré-pagos, teria que existir uma bolsa de guias de turismo devidamente habilitados e credenciados de forma a permitir orientar o/ ou os circuitos pre-comprados e para explicarem, em cada local, o motivo que justifica a visita. Estes guias deverão estar habilitados para exercer atividade pelos vários concelhos da região das Montanhas Mágicas, por forma a poderem ser contratados pelos Agentes de Viagens ou afins, como acontece no estrangeiro.

parte do parecer  que consta da folha anexa e que foi enviado para a Câmara Municipal.