Mostrar mensagens com a etiqueta Obras no Largo do Conde. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Obras no Largo do Conde. Mostrar todas as mensagens

segunda-feira, 9 de outubro de 2023

Feira do séc. XIX - O Conde de Castelo de Paiva numa aparição surpresa!

http://adep-paiva.blogspot.com/2016/09/a-estatua-do-conde-de-castelo-de-paiva.html E o Conde aproveitou a oportunidade e passou pela Feira, ele mesmo o 1.º Conde de Castelo de Paiva:  MARTINHO JOSÉ PINTO DE MENESES E SOUSA  MELO DE ALMEIDA CORREIA DE MIRANDA NONTENEGRO PAMPLONA DE VASCONCELOS PEREIRA DE BULHÕES! No centenário do falecimento, falou um pouco, mas tem mais coisas para dizer ...

sexta-feira, 2 de abril de 2021

1.º de abril, foi ontem!..

O texto ontem publicado, e que habitualmente nos vem sendo dirigido na véspera desse dia, tinha apenas esse propósito: ser publicado no dia das mentiras...a tradição segue e nós podemos mantê-la viva.Já outros valores igualmente importantes da nossa vida e memória não dependem de nós. Verdade, verdade é que o Largo está no estado que a imagem documenta e não vai nunca ter mais a imagem que nos deixaram os nossos antepassados.Aquela silhueta distinta em dias de sol, chuva, neve, com feira, com festa, deserto, foi-se... A mudança não tem, não tinha, necessáriamente de arrasar com o edificado. Poderiamos ter melhorado, acrescentado mais "camadas e aontributos" ao desenho do Largo", que tem um história longuíssima e meritória - as árvores centenárias e o seu jogo com os passeios, de pedras nossas; os vestígios arqueológicos que os trabalhos detetaram serão prova de uma milenar vivência paivense naquele local, onde algures esteve o pelourinho, bem como a primitiva igrega que foi substituida pela atual depois do terramoto de 1755.Desejamos sinceramente que seja encontrada uma forma de manter visivel a imagem e os valores do passado do Largo do Conde. Melhorar e acrescentar valor, sempre; arrasar nunca!
Martinho Rocha

quinta-feira, 1 de abril de 2021

2500 cadeiras no Largo ! Vai o Conde para baixo, vem o Zé do Pipo para cima?

Segundo um estudo a ser divulgado em breve foi recomendado ao município que retire o Conde do Largo e que o substitua pelo já conhecido Zé do Pipo, que está na antiga Meia Laranja. Uma das razões apontadas foi a cor da pedra que não condiz com o atual empedrado; outra considera que a presença da figura altaneira deixou de ser, em si, um elemento arquitetónico mobilizador, dado o que vem acontecendo de inimaginável e mirabolante ao património e vontade do Conde para a Quinta da Boavista. Lá diz o ditado: rei morto, rei posto… ainda que o Conde apenas faz parte duma história, já não faz obra, e que a força do vinho, ou vinho com força, faz mover coisas que a água não faz… Refere ainda o dito estudo que uma parte dos mentores sugeriram que essa mudança fosse temporária: estaria presente na Praça nos dias de eventos o Zé do Pipo; já nas celebrações oficiais estaria presente o Conde, ou vice-versa, se o povo entendesse, e que essa mudança se podia operar com um engenhoso sistema de carril – uma verdadeira atração turística - que faria circular os mesmos numa engrenagem tipo nora: quando vai um para baixo vem o outro para cima. Outros mentores querem uma mudança definitiva lembrando que Paiva desde que perdeu o comboio à entrada da Ponte de Entre – os- Rios e que foram desativadas as locomotivas das Minas do Pejão, nunca mais teve boa relação de convivência com carris… Certo é que vão ser colocadas na praça 2500 cadeiras espreguiçadeiras em vez dos tradicionais bancos de jardim e esse anúncio já está a gerar grande entusiasmo nos planos de férias e muita movimentação nas centrais de reservas internacionais (designadamente as inglesas), provocando uma enorme concorrência de preços com destinos como a Madeira e Algarve. Nos pacotes promocionais anuncia-se como novo produto “Paiva: a terra do Vinho e dos banhos de Sol no antigo Largo do Conde”. Já dá para imaginar o corrupio e o linguajar de turistas, vendedores, promotores de ocasião e barman’s, estes a ir de cadeira em cadeira servir refrescos, cervejas e canecas de vinho verde aos visitantes sequiosos! Foi assim encontrado um verdadeiro nicho de mercado, que vai colocar a nossa praça ao nível das melhores e mais turísticas praças da Europa, e que é também uma saudável oportunidade de exposição ao Sol de Paiva, com reforço garantido do sistema imunitário, vitaminas B, C e D, carências que todos vimos sentindo, agravadas pelo confinamento do Covid; obra que por sua vez vai operar uma verdadeira reviravolta no panorama turístico de Castelo de Paiva.
Jacinto Abrenúncio

terça-feira, 30 de março de 2021

Obras no Largo. Continua a haver ocorrências.

E continua a haver ocorrências a ocupar os técnicos da arqueologia. Sempre que há abertura de covas ou rotas mais profundas tem sido assim. Não é novidade que o subsolo do Largo está pejado de informação sobre os nossos antepassados. E essa informação se devidamente reconhecida e valorizada é uma mais valia para o centro da Vila e não pode ser nunca entendida como um estorvo que se quer esconder a qualquer preço. Já testemunhamos pedras aparelhadas e até afeiçoadas, diversos lajeados e várias condutas. Continuamos a lamentar que desde o início destes trabalhos não tenha havido uma informação técnica mínima e cabal do que está a acontecer. Bem sabemos que o resultado de um estudo mais profundo terá de resultar das elucubrações e análises a trabalhar em gabinete pelos doutos técnicos… É uma falta de consideração: (da ordem dos arqueólogos?; do dono da obra/Câmara?; do empreiteiro?) para com os paivenses. A razão da não informação terá razões que a razão desconhece…será a mesma com que se pretende obstar à captação de fotos ? (foto anterior ao ultimo abate)
(foto de hoje)
Martinho Rocha

quinta-feira, 11 de março de 2021

O Largo do Conde, como seria antes?

AS OBRAS.
Se não viu, já não vai ver. A nova descoberta, uma estrutura lageada fronteira ao edifício (lado do Largo), já está coberta e vai ser de imediato aterrada, com a brevidade a que já estamos habituados. Foi assim com todas as outras e nada sabemos qual a relação entre elas uma vez que se situam em locais diversos e distanciados. Entedemos que é devido um esclarecimento, senão à entidade que reclamou o acompanhamento arqueológico, ao menos aos paivenses. A obra vai marcar também esta relação com o conhecimento (ou falta dele), do uso deste espaço no passado. Sem informação não deixará de ser legítimo ao comum dos cidadãos inquirir e/ou sugerir um alargamento de estudo, na continuação das mesmas estruturas, máxime nas traseiras do edifício da Cadeia, onde Pinho Leal referiu a existência do Pelourinho de Paiva.
AS TÍLIAS.
Entretanto deveria ter acontecido hoje uma reunião, a convite da Câmara, para assunto das Tílias do Largo, mas o convite não foi aceite considerando a ADEP que não tendo sido ouvida nem achada quanto ao projecto, não pode agora vir propôr, com seriedade, o que quer que seja nesse âmbito. Martinho Rocha

segunda-feira, 8 de março de 2021

Largo do Conde...e mais calçada!

Quem se surpreende com o facto de o Largo do Conde revelar sinais de vidas anteriores ?
Hoje, 8 de março.

quinta-feira, 4 de março de 2021

II Vestígios do passado no Largo do Conde II

Nas obras do Largo do Conde, depois da conduta, uma segunda estrutura lajeada foi coberta e enterrada para a colocação de um tubo. A primeira estrutura terá sido mesmo apressadamente desmontada. Ao que nos foi possível ver, desde o local da primeira calçada (foto 1) até este lajeado (foto 2) dista um espaço de cerca de 10 a 12 metros o que pode configurar a existência de um caminho ou praça romano/medieval, dado que estabelece uma provável ligação entre a antiga fonte e antiga Igreja. Tratando-se de estruturas seguramente anteriores ao Edifício da Cadeia entendemos que seria mais avisado um estudo mais alargado, mesmo fora da zona da obra - se necessário – em vez da sua apressada ocultação, e mal fundamentada decisão de desmontagem - da equipa de arqueologia – A falta de informação à população carece de ponderação – assunto e opinião que já endereçamos a quem de direito. foto 1
foto 2

sábado, 27 de fevereiro de 2021

Vestígios do passado no Largo do Conde

Sempre achamos que os valores culturais devem ser divulgados para que sejam conhecidos, entendidos e estimados. A participação cívica é salutar e quando ocorrem atividades de investigação em espaço público e à luz do dia então está potenciada mais proximidade da cultura ao cidadão comum! Pretender esconder ou dificultar, nos tempos de hoje é uma atitude retrograda e no mínimo mesquinha. Fotografamos, entre entre outros, este documento no Largo do Conde. Será uma pedra moldada pela ação humana, instrumento de alguma atividade artesanal.Tem uma segunda cavidade do lado oposto. Alguêm tem uma ideia do que seja ? Partilhe connosco, e com os nossos amigos, a sua opinião.

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2021

Largo do Conde, arqueologia: depressa e bem ?

Asistem-nos três dúvidas. A História da obra humana que tantos Tempos nos dá, terá de ser tão minguada de tempo a exposição do que se desvenda no Largo do Conde ? Assiste-se a uma pressa muito grande em arrasar e tapar todos os vestígios arqueológicos: - será apenas impressão nossa? E os paivenses não terão direito a saber como decorrem os trabalhos e o que conjeturam os técnicos da área?

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2021

Largo do Conde / Arqueologia

Descubra as diferenças. São ambas verdadeiras!

sexta-feira, 19 de fevereiro de 2021

Obras no Largo do Conde / Castelo de Paiva

Os serviços públicos de Arqueologia determinaram trabalhos de escavação para avaliar os materiais levantadas pelas máquinas e interpretar o tipo de estrutura, subterrânea em granito, que estava a ser destruída nas obras do Largo do Conde. Neste momento já é visível entre os edifícios dos cafés e a frente do edifício da Cadeia (do lado do Largo) uma conduta coberta, tipo mina, construída com pedras afeiçoadas, algumas pela aparência são já reutilizadas. Não pode com tão pouco tempo de estudo apresentar-se uma tese segura da função deste edificado, sendo provável que se trate de uma antiga conduta de águas limpas, oriundas das encostas a nascente (Carris e Monte) e destinada à fonte e lavadouro públicos que existiam nas imediações, antes da construção do edifício da Cadeia, sabendo-se que só em 1894 passa a existir o chafariz como o conhecemos. Ficamos portanto para já sem saber desde quando existe essa construção, não podendo esquecer-se que a centralidade do local comprova-se também pela reiterada vivência que é demonstrada pelas referências conhecidas: - a de ser ali o inicio da Rua (mais tarde Direita); - a ser também o local escolhido para implantar o primeiro edifício público (Cadeia); e até, a presença do Pelourinho que Pinho Leal diz ter visto nas traseiras da Câmara. Estamos certos que o espírito do local sai valorizado, esperando e desejando os maiores êxitos para os trabalhos arqueológicos e acompanhamento a toda a obra – que estão a gerar alguma expetativa designadamente quanto ao local da antiga Igreja – sugerindo desde já que os técnicos encontrem uma forma adequada de expor publicamente num envidraçado, “in loco”, uma parte do edificado que assim lembrará aos vindouros e curiosos um outro aspeto e função de um espaço e local que antecedeu o que nós ainda conhecemos como Largo do Conde.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2021

Largo do Conde. Vai tudo na frente das máquinas ?

A ADEP acaba de informar o Presidente da Câmara Municipal, Dr. Gonçalo Rocha e o Director Regional Dr. António da Ponte da Direção Regional da Cultura Norte que há grande quantidade de pedras, muitas aparelhadas, ombreiras de porta, que foram retiradas do subsolo e estão a monte mesmo em frente ao Posto de Turismo. A qualidade das fotos que pode não ser a melhor tem a ver com a hora em que foram obtidas. Surpreendida a ADEP desconhece e diz não acreditar que os trabalhos estejam a ter acompanhamento arqueológico, dado o estado de desordem dos elementos retirados...Pede esclarecimentos sobre as medidas urgentes a ser tomadas. Aconselha que os materiais permaneçam no local até que alguém com competência na área possa avaliar uma resolução menos gravosa.

domingo, 10 de janeiro de 2021

ADEP pede à Câmara, para o Parque das Tílias, os materiais dispensados na Vila

Constatando com surpresa que as obras no centro da Vila estão a dispensar todos os materiais de calçada, lajes dos passeios (dos nossos granitos) e bancos de jardim, estes de um estilo bem marcante do séc. XIX, portanto de uma época que temos bem vincada na arquitectura, e não só, dos edifícios da Frutuária, local onde desenvolvemos e recriamos anualmente evento social marcante dessa época, achamos que esse espaço - Parque das Tílias - , com a incorporação de alguns desses materiais e mobiliário pode ser muito melhorado. Considerando ainda que já o fizemos com antigos candieiros do Largo do Conde, lajes e bancos de pedra então retirados da Bafareira e Rua da Boavista, vimos dar público testemunho do pedido endereçado à Câmara Municipal no sentido dessa cedência a fim de podermos proceder a alguns calcetamentos, criar um passeio novo, bem como proceder à colocação de bancos em espaços de sombra e de descanso.
Martinho Rocha

terça-feira, 8 de setembro de 2020

Obras na Vila!

Hoje a ADEP pediu ao senhor Presidente da Câmara que tome todas as diligências para que os trabalhos tenham acompanhamento arqueológico. As obras já decorrem, em local sensivel, n"a Rua" onde se construiu o edificado mais antigo da Vila, que todos conhecemos, e que vem assentando em todo um casco urbanizado, medieval e porventura até mais antigo.

terça-feira, 31 de março de 2020

Largo do Conde, Adiós obras ?


imagens apresentadas pelo Projecto de Requalificação do Largo do Conde e da Praça da Independência no site da Câmara Municipal de Castelo de Paiva


                                         foto após 01-12-1940

Largo do Conde, Adiós obras ?

Nas últimas horas tivemos a grata notícia da sensata decisão da Câmara dar sem efeito as obras anunciadas para o Largo do Conde.
Afinal a Câmara foi sensível aos argumentos apresentados pelas associações Grupo Desportivo, ADEP e civis praticantes desportivos, que diariamente usam o Largo da Feira, da insensatez que era empurrar para este Largo, e para esta zona residencial (rua 25 de Abril), permanentemente e portanto também em horas impróprias, o trânsito das estradas nacionais, que deixariam de poder circular no Largo do Conde, segundo as perspetivas do projeto de alteração.
Efetivamente estas associações já vinham, de longa data, a pedir que se procedesse a pequenas alterações no Largo da Feira, no sentido de dar mais sossego e condições aos praticantes desportivos, caravanistas e cidadãos em geral nas suas caminhadas diárias, pedindo inclusivamente que se limitasse o trânsito, especialmente no final de tarde, apenas aos moradores, por forma a acabar com o perigo e abusos dos rally’s e dos fumos dos escapes.
Sabemos também que foi decidido, reduzir as obras, no Largo do Conde, ao estritamente necessário, para regularização de pavimentos, e que foram considerados aceites os apelos, de alguns sectores políticos, no sentido do rigoroso respeito pela memória, pela patine, pelo desenho concêntrico e também pelo alinhamento das tílias, estas que vão ser repostas, como tributo aos valores e símbolos da República.
De facto uma observação naïf do Largo mostra-nos uma harmonia de linhas ovais e concêntricas que se sobrepõem em patamares e que delimitam campos, o primeiro a partir do ermo, com seu vetusto edificado; no âmago o pináculo onde se venera elevada a estátua do Conde. E se a rua empedrada dá acesso ao trânsito diverso, já o passeio lajeado tem uso restrito pedonal. No terrado enobrecido com tílias, bancos, sombras e recantos de jardim, encena-se e promove-se o encanto e o encontro, mais restrito ainda, e não falta a beleza das flores e o seu perfume a que se segue ao centro, o que será afinal a obra de arte de reconhecimento, ao maior obreiro da terra, e que o povo quis desde sempre ostentar com galhardia. E se nem os adversários republicanos que se seguiram aos projetistas monárquicos foram capazes de impedir que a praça se fosse arrumando e completando, de arranjos estruturais, até aos anos 30, já os autarcas socialistas de hoje, sem justificação e por mero capricho, tudo querem reduzir a tábua rasa, classificando a intervenção como conceito minimalista para apagar a memória de um espaço, tão emblemático, onde estão gravados tantos e tantos momentos de nossas vidas.
Finalmente sabemos também que foi garantida uma verba para estudar uma solução definitiva, em prol da saúde pública, que passa por acabar com a esterqueira diária da poluente cagada das pombas no edifício da Câmara!
Viva a participação cívica e Viva a República!


















hoje publicamos o texto de um leitor
Quim de Bila


Ontem foi 1.ºde abril...O momento que vivemos é também um tempo oportuno para pensar sobre as atitudes, relações, medidas e opções e o futuro virá exigir-nos respostas para outras utilidades, prioridades, necessidades, sob pena de irremediavelmente sermos expulsos da "nossa gaiola" como diz o nosso associado, ambientalista e amigo, Jorge Paiva. Também ontem o ilustre decano Ramalho Eanes nos falou da inevitabilidade de outro futuro, com valores, com outras visões da politica para com os cidadãos e para com a natureza.
Fique em casa vamos cumprir com as recomendações e tudo acabará bem !












Martinho Rocha