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quinta-feira, 28 de março de 2019

Cedro da Frutuária está a ser classificado.

a nossa proposta para alterar a rotunda

agradecemos ao autor a utilização da foto

Foto de pintura a óleo de Conceição Martins Correia



O carismático cedro da Frutuária da espécie Cedrus atlântica, junto à  rotunda das Estradas 222 e 224 está em processo de classificação de Interesse Público, pela I. C. N. F. Instituto de Conservação da Natureza e Florestas. Este exemplar, único no local e raro na região, terá sido mandado plantar pelo Conde de Castelo de Paiva para delimitar a sua "Propriedade" que a seguir às Quintas da Boavista e da Bafareira, incluia os lugares da Frutuária, Santa Cecília ou Olival e confrontava com a vizinha Quinta da Camosa.


Como forma de salvaguardar a sua integridade, como visa o processo de classificação, propomos que seja alterado o desenho da rotunda; a mesma terá de ser deslocada para norte e reordenado o acesso a Corvite/Vegide, bem como fechado o trânsito entre o Cedro e a "casa do povo"/ADEP.
Aproveitamos para pedir a atenção das autoridades no que respeita à afixação reiterada de publicidade com pregos.

sábado, 23 de março de 2019

E São Domingos ficou mais verde!





Várias centenas de jovens crianças e adultos rumaram hoje a S. Domingos para com pás, picaretas e enxadas, cumprir a promessa de plantar árvores como estava previsto.
Uma iniciativa de voluntários em que estiveram envolvidas várias associações do concelho e também dos concelhos vizinhos.
Uma nova imagem e a certeza de que se pode alterar este paradigma de florestação com monocultura de eucalipto, desordenada e que invade e arrasa tudo sem respeito sequer pelo património arqueológico existente.
Outras iniciativas podem e devem ter lugar.
Agora compete à Câmara Municipal e Junta de freguesia associar os meios de protecção que façam as regas e a manutenção necessárias. Talvez a diferênça entre salvar ou não os milhares de árvores plantadas hoje esteja no fazer-se ou não de imediato uma rega. Rega que segurente é menos trabalhosa e envolve menos meios que os estiveram na plantação.
É bom recordar que parte das árvores - carvalhos autóctones - nasceram de iniciativas com jovens e crianças nos viveiros do Parque das Tilias / ADEP e a iniciativa de hoje se iniciou com pedido de audiência à Junta das freguesias do Couto Mineiro pela ADEP / Movimento Cidadãos do Mundo a que depois se juntaram muitas outras: Jovens Sol Nascente, Natureza Viva, Casa do Povo da Raiva, ACUP, e outros como ANEFA, Associação de Pais, Montepio, e tivemos, é bom realçar a grata participação de três escolas de fora do concelho (Espinho, Matosinhos e Rio Tinto).
O nosso muito obrigado a todas as instituições aderentes e a todas as pessoas em particular que se dignaram participar e mostrar que se não mudamos o Mundo, podemos fazer algo por ele e desde logo pelo ar que respiramos!

sexta-feira, 22 de março de 2019

Haja plantadores!








Já foram carregadas cerca de 1000 carvalhos e outras espécies no viveiros da ADEP para serem plantadas amanhã em S. Domingos! Prevê-se que cerca de 2000 carvalhos estejam estes dias semeados no Parque das Tílias, para as plantações do próximo ano!
Ontem as associações: ADEP, Cidadãos do Mundo, Natureza Viva e ACUP, celebraram em conjunto o dia 21 de março o Dia Mundial da Floresta, da Árvore e da Água, plantando carvalhos autóctones na Mata da Quinta da Boavista, Castelo de Paiva
Desta forma, pretende-se promover/divulgar os espaços verdes existentes no concelho, nomeadamente os parques, onde é necessário efetuar trabalhos ao nível de algumas infraestruturas e bem assim ao ordenamento arbóreo, por causa do avanço infestante de mimosas e acácias, como é o caso deste; bem como sensibilizar sobre a importância de preservar o ecossistema florestal.
Todas as árvores plantadas foram regadas e estacadas. Os participantes tiveram a oportunidade de conhecer o real estado em que se encontra este Parque e de ouvir do usufrutuário senhor Viriato Almeida a sua opinião sobre as medidas necessárias para a sua utilização segura, com atividades de voluntariado, de recreio e de Educação Ambiental para o que deveriam convergir as instituições da Floresta, dos serviços municipais, da Proteção e segurança Civil, dos Bombeiros Voluntários.
A iniciativa visou também lembrar a grande iniciativa de plantação de carvalhos marcada para sábado 23, a partir das 10 horas, no maninho de São Domingos, no Couto Mineiro, em que estão empenhadas estas associações e várias outras incluindo a Câmara Municipal e Junta de Freguesia e ainda três turmas escolares de fora do concelho.




sábado, 2 de março de 2019

Plantar Castelo de Paiva!




A ADEP disponibilizou algumas das suas árvores, prontas a plantar, para numa campanha de proximidade impulsionar a população a participar nas iniciativas de plantação previstas para a Quinta da Boavista e São Domingos. Seguiu o primeiro lote de carvalhos para o Intermarché, a superfície comercial parceira desta iniciativa, para ser distríbuido por quem mostre vontade de os plantar.
Semeadas pela ADEP há cerca de um ano atrás no Parque das Tílias, com a ajuda de jovens de vários grupos cívicos: designadamente o agrupamento 1258 de Escuteiros de Castelo de Paiva e SOS - Rio Paiva, estas árvores estão agora a pedir para serem plantadas, pelos interessados, na Quinta da Boavista ou em S. Domingos, nos próximos dias 21 e 23.


sexta-feira, 1 de março de 2019

Já plantou uma árvore ?



Já plantou uma árvore ? 


Dia 21 - Dia Mundial da Árvore, vamos plantar carvalhos na Mata da Quinta da Boavista;
Dia 23  - todos vamos plantar carvalhos e outras autóctones no Maninho de São Domingos.

Ainda vamos oferecer-lhe,  numa superfície comercial, um carvalho para plantar por sua iniciativa ou connosco!



Seja ADEPto das nossas causas! Participe 

                                                                             Ajude a ADEP: Consignação IRS:

Entre 1 de Abril e 30 de Junho decorrerá o prazo de entrega da declaração de IRS referente a rendimentos auferidos em 2018.

Para contribuir selecione a opção "Pessoas Colectivas de Utilidade Pública de fins ambientais" e coloque o código 1102 e o NIF 501 096 124, no modelo 3, quadro 11, da sua declaração. Esta é uma medida totalmente gratuita para os contribuintes e um apoio muito importante para a ADEP. 

Para que possa usufruir deste benefício será necessário que previamente, ATÉ 31 DE MARÇO, aceda ao portal das finanças e indique a entidade que pretende apoiar.

domingo, 24 de fevereiro de 2019

Vamos refletir sobre o que somos?








Mamoa 1 de Carvalho Mau. (cemitério dos nossos antepassados - três mil anos antes de Cristo) depois dos trabalhos feitos por voluntários, apoio de particulares...o vandalismo...

O sítio onde nasceram as Minas do Pejão, (Paraduça, junto Monte das Cavadinhas), continua a ser depósito de lixo...algum dele perigoso para a saúde!

Nos anos 40 e 50 trabalhava-se e morria-se no Choupelo...Em 2019 deposita-se lixo a dois passos desta meritória homenagem...

domingo, 17 de fevereiro de 2019

Mais mil carvalhos foram ontem semeados!




Convidamos à participação. Agradecemos a colaboração/participação de muitas pessoas e grupos/movimentos! No dia 23 de Março vamos plantar no maninho de S. Domingos 1 000 árvores que semeamos no Parque das Tílias no ano passado. Antes disso ainda vamos oferecer carvalhos numa superfície comercial e plantar alguns carvalhos na mata da Quinta da Boavista!

domingo, 10 de fevereiro de 2019

Sábado, no Parque das Tílias, 10 horas. Vamos ajudar a regenerar a nossa floresta.

Temos previsto com o Grupo Natureza Viva e todos os demais participantes interessados realizar :

  NOVA SEMENTEIRA DE CARVALHOS E OUTRAS AUTÓCTONES

A 16 de Fevereiro, Sábado - 10 horas - no Parque das Tílias.

O Movimento Natureza Viva e a ADEP vão realizar em conjunto uma acção de sementeira de árvores.
Temos dia, hora, local, bolotas germinadas, terra e couvets para as árvores, só faltas tu. Todos os interessados que venham com vontade de contribuir para a propagação de árvores são bem-vindos!

No ano passado iniciativa identica a que se associaram diversos grupos de jovens produzimos mais de um milhar de árvores!





                       árvore semeada no ano passado



E não se esqueça que a plantação das nossas árvores - carvalhos autóctones - produzidas no ano passado   em conjunto com diversas entidades e pessoas singulares vai acontecer no maninho de S. Domingos no sábado 23 de Março.

domingo, 30 de dezembro de 2018

Fogo nas Minas do Pejão: Por entre o "Verde arbóreo", o "escuro fumo do progresso" !!! — avista-se do Monte da Virgem - Gaia. Se não resolvemos o problema, peça-se ajuda internacional…





Há momentos em que é necessário com urgência separar o essencial do acessório e agir com determinação e eficácia. A escolha da forma e do método serão nessas situações de crise um mero exercício de clarividência racional.
Se no sítio das escombreiras das antigas Minas do Pejão o carvão continua a arder, passado que foi mais de um ano da sua ignição; se continua a fazer fumo e cheiro perigosos para a saúde pública, e o que se passa no subsolo ninguém sabe explicar, será então já tempo de se encontrar uma solução para acabar com o problema.
Os activos materiais e espirituais que a centenária epopeia carbonífera das Minas do Pejão, legou à região e ao País, haverão de ser suficientemente creditórias para que se peça ajuda internacional para extinguir o incêndio e tratar dos resíduos que possam ainda representar perigosidade para a população.
A evolução e melhoria da actual situação está refém de uma atitude corajosa que se espera seja encontrada por quem é suposto ter a experiência e a responsabilidade de assumir esse gesto, em nome de quem somos!
















escreveu Martinho Rocha
fotos de Mário Oliveira

quinta-feira, 27 de dezembro de 2018

E esta também vai ser abatida ? Estas em Real, que eram nossas, deixaram de o ser...

Este cedro centenário marginal à mesma 224 será que também querem abatê-lo?

Árvores saudáveis, centenárias são abatidas, sem anúncio, consulta ou estudo de impacte ambiental...
A braços com a edição do calendário anual e que este ano voltou a abordar o tema das árvores, somos surpreendidos com o abate liminar de dezenas de eucaliptos de grande porte que marginavam a estrada, 224  Paiva -Arouca.
Surpreende que esta iniciativa aconteça sem embargos e a grande velocidade, quando há dificuldades para abater árvores que ameaçam casas. E que dizer do ordenamento florestal da nossa floresta perante a assustadora regeneração espontânea de eucaliptos depois dos incêndios?
A nossa flora é património vivo, que a tecnologia ainda não substitui, e continua barbaramente a ser assassinada!
























escreveu, Martinho Rocha
fotos de João Vieira

domingo, 18 de novembro de 2018

LIPOR vs AMBISOUSA: copiemos os bons exemplos!


Boa prática de utilização de ecoponto? (Cruz da Carreira em 18/11)

Com  enorme sucesso, também em Gondomar já há meio ano que em determinadas zonas residenciais, se faz a recolha selectiva de resíduos, porta a porta. 
Esta recolha selectiva porta a porta integra um projecto comum de 8 concelhos da LIPOR (Espinho, Gondomar, Maia, Matosinhos, Porto, Póvoa de Varzim, Valongo e Vila do Conde). Em cada residência aderente foram entregues 4 contentores de cores diferenciadas para a separação de papel/cartão, embalagens plásticas e de metal, embalagens de vidro e de resíduos indiferenciados, havendo para cada um deles um dia de recolha.
Um bom exemplo para higiene e saúde pública, com vantagens para a economia de meios, que tornará desnecessários os tradicionais contentores e seu serviço de recolha, e também de participação cívica considerando que é um dever do cidadão proceder à separação dos resíduos, segundo as Directivas Comunitárias e a Legislação Nacional.
Esta politica servirá no futuro próximo para implementar um novo sistema de facturação, ao encontro do princípio poluidor-pagador, no sentido de que” quem separa mais paga menos”.
O Vereador do Pelouro do Ambiente de Gondomar dirigiu recentemente aos seus munícipes , da área do projecto, uma circular balanço e de agradecimento pela participação, informando que nos dois próximos anos este sistema abrangerá 20.000 residências de Gondomar, alargando-se progressivamente a todo o concelho até 2030.


E por cá ?
Os bons exemplos devem ser copiados e replicados. Castelo de Paiva integra o sistema intermunicipal da  Ambisousa (Felgueiras, Lousada, Paços de Ferreira, Castelo de Paiva, Paredes e Penafiel). Do recorte que segue abaixo percebemos que se trabalha na autarquia e na Ambisousa para atingir os rácios (de 32 Kg por ano) per capita, fixados para a recolha selectiva, e que é necessário um esforço adicional de 9 Kg per capita por ano, em relação ao conseguido actualmente (23 Kg)  Gostariamos de ajudar e pela nossa parte lamentamos, por exemplo, que depois de passados vários anos para conseguir a cedência de um ecoponto, seja necessário tanto tempo para que os serviços do ambiente se pronunciem sobre o local para colocação de um ecoponto no Parque das Tílias!



recortamos da página da AmbisousaReforço da Recolha Selectiva
No âmbito da candidatura aprovada pelo POSEUR para Reforço da Recolha Seletiva estava prevista a densificação da rede de ecopontos existente no Vale do Sousa, contribuindo desta forma para o aumento do grau de cobertura da população. 

Prevê-se desta forma evoluir faseadamente dos atuais 1.000 ecopontos existentes para 1.461 unidades. Este incremento de 461 ecopontos, que serão distribuídos pelos 6 municípios do Vale do Sousa, permitirá melhorar a acessibilidade ao serviço de recolha seletiva e subsequentemente o aumento dos quantitativos recolhidos seletivamente.
Sem a densificação da atual rede de ecopontos e as melhorias previstas nos centros de triagem não será possível o cumprimento das metas fixadas para a Ambisousa, entre as quais a meta de retomas de recolha seletiva que, no ano de 2020, deverá ser de 32 kg per capita por ano. 
De realçar que em 2017 as retomas de recolha seletiva resultaram em 23 kg per capita por ano, o que envolve um esforço adicional de 9 kg per capita por ano. Este esfoço poderá ser mais facilitado com a disponibilização à população destes 461 novos ecopontos, traduzindo-se numa maior proximidade às habitações e perspetivando uma maior separação multimaterial.
A distribuição dos 461 ecopontos pelos vários municípios da Ambisousa obedeceu integralmente às expetativas e solicitações destes, estando o nº de equipamentos inscritos nos seus PAPERSU municipais (Planos de Ação para o Plano Estratégico dos Resíduos Sólidos Urbanos).
Assim, após o lançamento de um concurso público para a aquisição de 461 ecopontos à Ambisousa, prevê-se, ao longo de 25 semanas, a entrega faseada de 75 ecopontos em Felgueiras, 150 em Lousada, 90 em Paços de Ferreira, 24 em Castelo de Paiva, 78 em Paredes e 44 em Penafiel. 

Neste momento, encontram-se já distribuídos um total de 196 ecopontos, cerca de 43% do total de equipamento.  

domingo, 11 de novembro de 2018

Ao cuidado da Protecção Civil.


O perigo espreita a cada momento que passa um veículo. E passam muitos, todos os dias, assim como pessoas e animais, também a pé.

O talude não estando murado e a estrada muito estreita, o por si já uma agravante, com este tempo pode a qualquer momento desprender-se uma avalanche de terra e pedras...

Em 1993 fizemos algumas diligências e contactos para sensibilizar quem de direito para a resolução deste problema sugerindo um arranjo urbanístico e melhores condições de circulação. Mais tarde, pelos anos de 2007 e seguintes, voltamos à carga aquando das obras das rotundas, mas também sem êxito.Obras que tiveram até segunda edição e também nada aconteceu...
O "estado da arte" é o que a imagem mostra e uma imagem vale mais que mil palavras...Se o trabalho voluntarioso que as associações desempenham fosse mais valorizado, este como muitos outros assuntos já tinham sido percebidos, encarados e resolvidos... 



P.S. Também a Protecção Civil deveria providenciar a instalação de uma boca de incêndio junto aos edifícios antigos da Frutuária.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2018

No Pejão (Germunde) o fogo de 15 de outubro ainda arde!


Pela actualidade - que não é novidade para os residentes, porque perdura desde 15 de outubro - , recortamos texto e foto de publicação do nosso amigo e colaborador Mário Oliveira.  O carvão entrou  em incandescência e arde continuamente emitindo os fumos que se vêm na foto. Teme-se que no interior das entulheiras este fogo sem controlo possa provocar explosões e aluimentos. Um assunto sério  para a protecção civil e saúde pública.

"A propósito da calamidade que em consequência dos "Fogos" de Outubro de 2017 queimaram uma considerável área do Concelho de Castelo de Paiva e deixaram em "brasa" as entulheiras da exploração carbonífera do Pejão, em Germunde, não percam a reportagem do Porto Canal, hoje Quinta Feira 11/01/2018, pelas 20h30."

terça-feira, 24 de outubro de 2017

FOGO DO INFERNO










O Fogo do Inferno, aquele incêndio de 15 e 16 de Outubro de 2017 que assolou grande parte do norte de Portugal, provocando uma enorme tragédia, com dez distritos a arder, também castigou severamente o parque florestal do concelho de Castelo de Paiva, e queimou algumas fábricas, destruiu habitações e anexos, onde pereceram muitos animais domésticos: porcos, galinhas, coelhos, cães e gatos, sendo que as televisões olvidaram este, novamente, martirizado concelho, metido num gueto, sem vias rápidas por onde as pessoas pudessem escapar.
Não havia na mente dos Paivenses qualquer indício de que isto viesse a acontecer, mas aconteceu. Alguns souberam do que se estava a passar já o sono ia alto. Outros tiveram que ser empurrados porta fora, à força. Outros resistiram em casa na esperança de estarem vivos no dia seguinte. Era um inferno de chamas, numa noite escura!
Foi obra do acaso? Foi por condições atmosféricas adversas? Resultou de negligência ou crime? Não, não era possível haver tantos criminosos à solta àquelas horas. Resta saber a verdadeira causa de tantos fogos e em tão grande área. Um inferno de fogo, um verdadeiro fogo do inferno! Uma causa é certa, e todos a apontam: falta de prevenção.
Muitos viram o inferno ainda em vida, como nunca o virão para além da morte!
Incrédulos, transtornados, impotentes para o combate, muitos de nós em pânico, assistiam ao lavrar das chamas por montes e vales e ao redor das nossas casas, avançando a seu bel-prazer e ao sabor dos ventos, que se faziam sentir, por vezes fortes e rápidos.
E os Bombeiros onde estavam? Coitados, quase não se viam. Alguns assistiam, certamente impotentes, ao correr das chamas; outros obedecendo a ordens, procuravam retirar pessoas para lugares mais seguros. E foi assim pelo país fora.
Sabe-se que muitas pessoas que tinham saído de casa nesse domingo dia 15 de Outubro não puderam regressar às suas habitações, impedidas pelas chamas ou pelas autoridades militares que fechavam as vias públicas; outras não puderam, a tempo, fugir de suas casas porque já estavam rodeadas de fogo; a outros, a escuridão da noite não lhes permitira ver os caminhos a seguir; e ainda outros assistiam ao arder dos seus próprios bens, de olhos abertos e lágrimas abundantes, mas insuficientes para apagar o fogo. Era o Fogo do Inferno.
E o Estado? O que faziam os representantes de todos nós?
O Estado, somos todos nós, é certo, mas estamos representados no Parlamento e no Governo que, conjuntamente com as instituições por si geridas, deve proteger os cidadãos em toda a linha.
Instituições para as quais os cidadãos e os empresários contribuem com os seus impostos, taxas, coimas, e afins. Instituições que devem precaver-se e saber como, quando e onde devem proteger os cidadãos e seus haveres dos fenómenos e catástrofes naturais, aos quais não se pode ser alheio, e que sempre existiram, sem podemos fugir deles, ou contorná-los, ao longo dos séculos.
Mas o Estado aparece sempre tarde e a más horas. Aparece quando a “procissão” destes fenómenos naturais já vai para além do adro; quando já pereceram pessoas e se destruíram, moralmente, outras vidas, e haveres.
É urgente. É preciso criar condições nacionais e locais que nos defendam destes fenómenos da Natureza: fogos, inundações, tempestades, furacões, etc, atacando-os com prevenção, tanto do Estado como dos cidadãos, e não durante ou depois dos acontecimentos. O que não se quer gastar em prevenção, por ironia do destino, acabará por ser gasta em duplo, ou em triplo, com os prejuízos resultantes de tais fenómenos e, não são só os cidadãos quem perde, o Estado acaba por perder muito mais e por muito mais tempo.
O Fogo, a água, uma catástrofe podem destruir milénios de património histórico-cultural.
É tempo de nos defendermos a tempo dos maus tempos. É tempo de chamar a atenção dos governantes para a protecção dos governados nas cidades, vilas e aldeias deste país.




Mário Gonçalves Pereira

sábado, 21 de outubro de 2017

cada criança, jovem e adulto pode semear, facilmente diversas (dezenas, centenas) árvores! Vamos a isso ?

Está a ser divulgado um apelo no sentido das escolas, câmaras, juntas, empresas, familiares e amigos oferecem a todas as crianças, em vez do tradicional brinquedo de Natal, uma árvore para plantar.  
Na verdade todos temos, mais que nunca, que lutar para voltarmos a fazer de Paiva um pulmão verde! Fica o desafio! Vamos trocar o brinquedo e plantar uma árvore 🌲
Comentários
 Será um gesto que se recomenda mas não se esqueçam que se recolhermos sementes, cada criança, jovem e adulto pode semear, facilmente diversas (dezenas, centenas) árvores! Vamos a isso ?

sexta-feira, 11 de março de 2016

II - actividade desenvolvida: visita ao Aterro de Rio Mau/Canelas

transcrevemos do Relatório de Actividades (a ser presente à próxima Assembleia Geral)



c)       Visita ao Aterro de Rio Mau/ Canelas e Serra da Boneca. Tivemos a oportunidade de visitar, admirar e conhecer melhor a Serra, aspectos ambientais e também a realidade e perigosidade decorrente da instalação e funcionamento do aterro sanitário. Na sequência desta visita fomos recebidos na sede  da Ambisousa , numa audiência que nos foi concedida pelo seu administrador, onde nos foi garantida a perfeita e plena laboração perante algumas dúvidas relativamente à monitorização de escorrências, funcionalidade dos piseómetros e falta de triagem da receita. Foi solicitada autorização para uma visita ao interior das Instalações a agendar em 2016;

quarta-feira, 22 de julho de 2015

técnicas de amostragem e boas práticas de monitorização de recursos hídricos


Gostavamos de marcar presença. Estes conhecimentos são uma mais valia com tantos e tantos problemas ambientais, hoje em dia, na região. Haverá associados/colaboradores/amigos à altura do desafio?

A APA/ARH do Norte promove no próximo dia 2 de setembro de 2015 uma saída de campo no Rio Cávado.

A iniciativa, organizada em parceria com a CIM Cávado e a Câmara Municipal de Braga, tem início marcado às 10h00 na Praia Fluvial de Adaúfe, em Braga.

Trata-se de uma ação de sensibilização sobre técnicas de amostragem e boas práticas de monitorização de recursos hídricos na Região Norte.

A participação é livre, mas sujeita a inscrição prévia para: ambiente@cm-braga.pt

terça-feira, 21 de julho de 2015

Eucaliptais em perigo


Degradação das florestas e incêndios
Em Portugal, a degradação das florestas e particularmente do solo tem-se dado, em larga medida, devido à exploração intensiva de eucalipto. Esta espécie, oriunda da Austrália entrou no século XIX no nosso país, embora o seu cultivo só tenha sido generalizado na década de 80 do século XX. Nos dias de hoje, os eucaliptos ocupam um total de 700 mil hectares, a mesma área de montados de sobreiro. O seu rápido crescimento (rentabilização em 10 anos), devido à alta capacidade de produzir celulose, fez do eucalipto a espécie de excelência para a indústria de pasta de papel. 
Não obstante, aos poucos começaram a emergir vários argumentos que colocam esta espécie como causadora de vários problemas ambientais a nível nacional. O eucalipto, como espécie exótica, e portanto não integrada nos nossos ecossistemas típicos, por um lado, consome demasiada água relativamente à capacidade dos nossos solos; por outro, esgotam os nutrientes do solo, empobrecendo-o. Também ligado à erosão inclui-se o problema das movimentações do solo necessárias para o plantio, com recurso a máquinas pesadas. De um modo geral, comparando com outras formações florestais, a monocultura desta espécie leva, assim, à formação de povoamentos pobres em flora e fauna com todas as consequências que isso acarreta para o equilíbrio de qualquer floresta.
Quanto aos incêndios florestais e suas consequências, é sabido que a intervenção humana, nomeadamente, através da má gestão dos povoamentos florestais, de práticas agrícolas incorrectas e de atitudes negligentes ou mesmo intencionais têm feito aumentar drasticamente a frequência de incêndios, pondo em causa a regeneração das florestas, e a protecção dos próprios cidadãos e seus bens. 
(recortamos do portal do ambiente e do cidadão)

foto recente

A chegada desta praga  faz-nos lembrar que nos anos 80 apontavamos os riscos da monocultura...Agora as conseqências de uma má politica florestal estão à vista e haverá perdas na economia. Além de que vamos sofrer também em resultado da aplicação massiva de insecticidas, como está bom de ver ...(não fossem as celuloses e as quimicas um poder oculto). 
Se se tivesse investido em paridade noutras espécies não estariam elas hoje ameaçadas por esta praga.


segunda-feira, 16 de junho de 2014

COLHEITA DA TÍLIA

Dia 18 - Quarta - Feira , pelas 14 horas a ADEP vai colher flôr de Tília no Parque das Tílias. 

Esta é mais uma oportunidade para a população aderir, a quem também é permitida a colheita para uso doméstico.
Esta iniciativa  tem vindo a ser desenvolvida há já alguns anos e é uma forma de valorizar um produto que é nosso, que é natural e que não tem praticamente custos de produção. Depois de seca a flôr de tília tem sido objecto de distribuição aos sócios, amigos, colaboradores e visitantes.
Fica o convite, participe !

P.S. A Tília spp. tem propriedades diaforéticas, aperitivas, sedativas e diuriéticas. É utilizada contra febres, hiper acidez gástrica, doênças hepáticas e biliares.