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domingo, 24 de novembro de 2019

A São Domingos, voltamos lá ?





















Só por estas já teria valido a pena, mas são muitas mais as que estão vivas! Recomenda-se e lança-se daqui o repto: é preciso voltar a S. Domingos. Numa missão mais técnica agora: replantar nos locais em que não vingaram, recolocar estacas, desafogar algumas delas dos silvados e outros arbustos invasivos. Calculamos que três partes das que foram plantadas, algumas regadas, ainda este ano a 23 de março, estão viçosas e recomendam-se! Haverão de ser perto de um milhar. Valeu a pena a lição dada por uns quantos voluntários anónimos e de associações sem fins lucrativos e algumas escolas! Bem hajam! E ao que viemos, perguntamos: - Voltamos lá ?
















pela ADEP
Martinho Rocha

quinta-feira, 17 de janeiro de 2019

Vamos plantar 1000 carvalhos? Venha fazer parte desta história!


A nossa floresta quase não existe. No concelho, as pequenas bolsas dignas desse nome estão, descaracterizadas, pobres na diversidade dos seus componentes arbóreos. Também sob o ponto de vista faunístico falta a biodiversidade, e não havendo recursos,  a vida animal defina, migra, extingue-se...
Por outro lado assiste-se a uma regeneração avassaladora de eucaliptos por tudo o que é lado (a legislação pós incêndio deveria controlar isso, mas nada fiscaliza no terreno...)
No Verão de 2017 a ADEP candidatou e aprovou no IPDJ um projecto que previa associar voluntários para tarefas de recolha de sementes e sementeira, esta que veio a acontecer, ainda com mais coesão cívica e participação associativa (com a presença do Agrupamento de Escuteiros 1258, jovens SOS - Rio Paiva, Grupo Gaio e alguns elementos de Escola de Espinho) no calor do trágico incêndio de 15 e 16 de outubro.
As sementes então recolhidas foram depois semeadas em sacos e cuvetes improvisadas, e germinaram umas centenas de árvores,  que pensamos rondam um milhar, quase exclusivamente carvalhos, que resistiram ao verão, com algumas regas, e agora estão em condições de ser plantadas!
Neste contexto de ausência de floresta pensamos que estas árvores, podem dar o seu contributo para ajudar no terreno, e também nas consciências; pretende-se desenvolver iniciativa que no  presente e futuro desperte processos criativos, e atitude de todos, em defesa da paisagem, do ambiente e da floresta.
Estamos a desenvolver contactos e apelos no sentido de agrupar o maior numero possível de instituições e pessoas com o propósito de  plantar 1000 carvalhos produzidos no ano passado, com sementes recolhidas na mata da Boavista. Os incêndios não são os únicos responsáveis pelo estado em que se encontra a nossa paisagem arbórea...ainda assim, o que menos falta lhe fará é a nossa indiferença...
Venha ajudar e fazer parte desta história!
Tel. 255 689 486

Até ao momento para a plantação que prevemos para o sábado 23 de Março, já mostraram vontade em participar as seguintes entidades: Intermarché; Junta de Freguesia do Couto Mineiro; Junta de Freguesia de Real, Junta de Freguesia de Santa Maria de Sardoura; Escola de Espinho; Grupo Natureza Viva, Crescer a Cores, ACUP, Casa/Quinta da Boavista, APAVECP; Cidadãos do Mundo e Assoc. Sol Nascente.

Em agenda temos previsto com o Grupo Natureza Viva realizar em conjunto com todos os interessados:

  SEMENTEIRA DE CARVALHOS E OUTRAS AUTÓCTONES

A 16 de Fevereiro Sábado - 10 horas - Parque das Tílias.
























Martinho Rocha


segunda-feira, 30 de julho de 2018

Floresta isto?


E ainda há por aí quem defenda o plantio do eucalipto, como se isso fosse necessário... Veja-se o que está a acontecer por todos os locais ardidos no ano passado em Outubro. Esta é mais uma catástrofe sobre o concelho (no caso em Castelo de Paiva), mas infelizmente sabemos que não é só. A sementeira está feita naturalmente e este é o ordenamento do território que temos, ao mesmo tempo que se confundem as pessoas com as limpezas excessivas... Uma forma de estar das entidades responsáveis que está ao nível no nosso habitual "chico-espertismo"...




















escreveu Martinho Rocha

domingo, 20 de maio de 2018

ADEP tem centenas de carvalhos para plantar!







Centenas de carvalhos portugueses  crescem no viveiro da ADEP, germinadas que são as bolotas recolhidas na  Quinta da Boavista, nas iniciativas levadas a efeito nos projectos “A árvore e a Floresta”, com jovens em programa de Tempos Livres, do IPDJ e sementeira organizada em que também participaram crianças do Grupo de Escuteiros de Fornos 1258 e membros do SOS Rio Paiva.

Uma iniciativa como esta serve para avaliar o quão mais valioso  seria o panorama florestal do concelho se este tipo de práticas fosse implementado pelas escolas e instituições particulares. Pela certa que haveria mais cidadania, mais conhecimento, melhor natureza, mais biodiversidade, mais qualidade de vida!


No próximo outono estaremos disponíveis para   novas parcerias para plantar estas árvores!








domingo, 25 de fevereiro de 2018

O fogo extingue, a inteligência acrescenta valor!





A apressada e abundante legislação criada e revista no pós incêndios de 2017, está a causar stress e alarme social com a imprensa a dar visibilidade às dúvidas e interrogações de estudiosos, investigadores e técnicos da área ambiental temendo-se que o resultado das medidas adoptadas venha a ser mais nefasto que o dos incêndios, para a natureza (aparte, claro, as mortes para as quais não haverá nunca termo de comparação e justificação).
As pessoas passaram a fazer queimadas diariamente, por tudo e por nada, com os resultados nefastos que se conhecem para saúde pública, para a luminosidade solar, para a paisagem verde, para a fauna, para os solos; há organismos da administração pública que estão a usar meios de comunicação cujas competências alguns consideram abusivas para a relação com o cidadão contribuinte.
Não se pretende aqui desconsiderar a necessidade de urgência conjuntural e/ou pontual de limpezas em certos locais, cortes de árvores até, apenas alertar que como diz o ditado popular: nem 8 nem 80! E depois não é apenas neste segmento que há medidas a implementar, fiscalizações a efetuar, consciências para sensibilizar…O território tem de ser objecto de melhor planeamento, seja para construir seja para florestar; também a natureza e as atividades e valores ancestrais de vida e da nossa história colectiva tem de merecer outro respeito!
Os grandes desafios que as sociedades desenvolvidas e esclarecidas tem pela frente, assentam em medidas e processos que com grande consensualismo se pensa serem hoje o único caminho para fazer frente ao aquecimento global o grande responsável pelas alterações climáticas. Impõe –se portanto implementar lógicas de reutilização, reciclagem, diminuindo os lixos, a poluição, encontrando novas forma de energia, mais limpa, racionalizando meios, diminuindo custos, integrando economias circulares.
Também os nossos resíduos florestais devem ser utilizados num circuito que os valorize e integre, para aquecer lareiras, fogões, para compostagem, e se tiverem que ser queimados que seja para produzir energia, não podem é ser queimados a toda a hora, por todos, sem qualquer proveito e com os malefícios que se apontam a tal prática.
E se tais medidas têm custos, como é natural, elas devem ser pagas com os proveitos que advenham na utilização dos novos produtos estes que terão de ser promovidos  logicamente com meios que hoje se calhar estão a ser largamente sorvidos pelo combate aos incêndios. E é aqui que nesta nova ordem para o futuro da floresta e do ambiente que algumas políticas tem de ser alteradas; teremos de colocar a tónica na prevenção e não no combate aos incêndios e na sensibilização de mentalidades. No terreno as atitudes diárias dos cidadãos têm de mudar, como tem de mudar a organização funcional da politica de resíduos e energias. Novas praticas terão de adotar as autarquias, as organizações sanitárias e as de proteção civil.
Desde que se ouviu a noticia do fim da proibição das fogueiras e queimadas, há diariamente uma imensidão de fogueiras e colunas de fumo, cheiro a queimado e ardência no olfacto; por todo o lado onde houver  quinta, quintal, quinteiro e jardim, é vê-las, às centenas. Os políticos esquecem-se de lembrar, nestas leis que as permitem, que, no imediato,  também há outros processos para eliminar detritos: a compostagem por exemplo, e tem menos custos para o ambiente. No verão tivemos a trágica queima dos incêndios, agora assiste-se a esta corrida às queimadas, temos também os fogareiros e fogões no aquecimento a queimar dia e noite...
Da mãe natureza chegam-nos sinais de stress e descontrolo, que se expressam nas recorrentes alterações climáticas com catástrofes imprevisíveis, e nós continuamos a fazer de conta que não se passa nada... ou que mudar comportamentos e atitudes é só para os outros... Ainda não encaixamos que mudar comportamentos é mesmo para todos!


P.S.
Está a circular no Facebook um apelo para que assine esta petição.
É uma questão bom senso, pensamos, com a qual não podemos deixar de estar mais de acordo. Se quiser aceitar, o nosso pedido, assine!


Apoie esta Petição. Assine e divulgue. O seu apoio é muito importante.

Salvar as árvores e a paisagem nacional da razia em curso

Para: Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República

Ex.mo Sr. Presidente da Assembleia da República,

Na sequência da recente versão que, pelo Decreto-Lei 10/2018 de 14 de Fevereiro, foi dada ao Decreto-Lei 124/2016 de 28 de Junho, que tem por objecto o Sistema Nacional de Defesa da Floresta Contra Incêndios; atenta a notória desorientação pública gerada pela norma, sobretudo após a versão simplificada feita circular através de correio electrónico pela AT; consideradas as múltiplas críticas manifestadas por vários especialistas e a generalizada reacção negativa da população; salientando-se o grave e desmesurado impacto que as medidas preconizadas ameaçam produzir sobre a paisagem rural e seus ecossistemas, vêm os peticionários junto de V. Ex.a requerer iniciativa parlamentar com vista:
1. À imediata suspensão da vigência do diploma em causa;
2. À promoção de uma campanha pública informativa desta suspensão;
3. À revisão da iniciativa legislativa em termos que permitam salvaguardar, pelo menos, os arbustos, árvores e arvoredos que:
a) formem parte de cursos de água (galerias ripícolas);
b) formem parte de corredores ecológicos;
c) pertençam ao género Quercus, ou a outras espécies de folhosas autóctones;
d) pelo seu porte, enquadramento ou história, revistam particular valor estético, paisagístico ou patrimonial;
e) formem parte de sebes ou delimitações de terrenos;
f) constituam pomares, olivais, soutos, nogais ou amedoais;
g) pertençam a parques, jardins ou alamedas. 

























Martinho Rocha

domingo, 14 de janeiro de 2018

Primeiro encontro de sementeira!





O primeiro encontro de sementeira cumpriu-se ontem  com agrado dos muitos participantes no Parque das Tílias!
Numa parceria da ADEP, SOS - Rio Paiva e Agrupamento de Escuteiros 1258, semearam-se as autóctones : carvalhos, sobreiro, lodão, e louro, recolhidos em Dezembro na Quinta da Boavista e outras.
Uma  das várias jornadas,  que se prevêem, dos jovens voluntários que querem contribuir para regenerar a nossa floresta e ambiente.








fotos: Rui Pereira, João Vieira e M. Rocha

terça-feira, 9 de janeiro de 2018

Sábado, pela floresta, é no Parque das Tílias!

Depois dos Incêndios e da catástrofe que assolou Castelo de Paiva, depois da recolha das sementes, chegou a hora de as fazer germinar. Em defesa das pessoas e da nossa floresta autóctone!



Vamos semear carvalhos, sobreiros, louros, azevinhos e lodãos.
É no próximo sábado, pelas 10,00 horas no Parque das Tílias.
Uma iniciativa solidária, para voluntários!

sábado, 2 de dezembro de 2017

Reflorestar é preciso...hoje colhemos sementes!





Reflorestar é preciso...hoje colhemos sementes!
Com a ajuda de jovens, crianças e adultos de vários grupos, OTL / ADEP, GAIO, SOS - Rio Paiva e ESCUTEIROS, recolhemos vários centenas de semente de carvalho, castanheiro, lodão, loureiro e cipreste.
E ninguém teve frio !















ADEP

domingo, 26 de novembro de 2017

Sábado dia 2 vamos recolher sementes na Quinta da Boavista!


Como vem anunciando a ADEP vai proporcionar aos interessados, associados, amigos e população em geral uma iniciativa de recolha de sementes que serão depois encaminhadas para viveiro e/ou reflorestação.
Esta iniciativa nasce para complementar e reforçar o projecto candidatado pela ADEP, aprovado e financiado pelo IPDJ -Instituto Português do Desporto e Juventude que está a promover a ação de longa duração  “Voluntariado Jovem na Floresta – Juventude Ativa”, enquadrada no programa «Agora Nós». Esta ação de voluntariado jovem visa a preservação dos recursos florestais e ecossistemas relacionados, bem como a prevenção dos incêndios florestais, através da sensibilização das populações para uma maior consciência ambiental. A ADEP ocupou neste projecto 6 jovens, que neste outono, realizaram um reconhecimento e identificação de espécies autóctones, em quatro locais emblemáticos da Vila: Parque das Tílias, Pia dos Mouros, Quinta do Pinheiro e Quinta da Boavista.
Pretende-se também dado o actual quadro de catástrofe no panorama florestal do concelho (devido à monocultura de eucalipto e incêndios) transformar esta iniciativa numa campanha anual participada por crianças, jovens e adultos, cientes do exemplo cívico e da atitude que a todos compete.
Fica o convite para dia 2 na Quinta da Boavista, todos vamos dar uma oportunidade às sementes!
Aparece e ficarás a conhecer melhor a Quinta da Boavista e um dos poucos bosques com potencial para fornecer sementes que podem ajudar a regenerar a nossa floresta autóctone.

A ADEP à semelhança do que vem fazendo em anos anteriores vai também este ano ceder árvores que foram criadas no Parque das Tílias, mormente árvores de sombra (tílias e carvalhos franceses) mas também algumas fruteiras.
Assim, os associados, juntas de freguesia,associações e demais interessados poderão fazer chegar o seu pedido junto da direcção (pedido que avaliaremos, considerando que contamos repartir  com os interessados os custos do arranque).





























ADEP

quinta-feira, 16 de novembro de 2017

Pobretes mas alegretes, voltem os foguetórios e as fogueiras...


Quem não leu ontem ou ouviu a noticia do fim da proibição das fogueiras e queimadas na comunicação social, bastou- lhe espraiar hoje a vista, e levantar o nariz, no final da tarde, para deparar com uma imensidão de fogueiras e colunas de fumo, cheiro a queimado e ardência no olfacto; por todo o lado onde houvesse  quinta, quintal, quinteiro e jardim, era vê-las, às centenas. Os políticos esquecem-se de lembrar, nestas leis que as permitem, que também há outros processos para eliminar detritos: a compostagem e tem menos custos para o ambiente.No verão tivemos a trágica queima dos incêndios, agora assiste-se a esta corrida às queimadas, logo, logo, vamos ter os fogareiros e fogões no aquecimento a queimar dia e noite...E passou apenas um mês que fomos varridos pela violência do fogo...Da mãe natureza chegam-nos sinais de stress e descontrolo, quanto ao aquecimento, e nós continuamos a fazer de conta que não se passa nada... ou que mudar comportamentos e atitudes é só para os outros... Ainda não encaixamos que mudar comportamentos é mesmo para todos! Ai que saudades eu já  tinha das minhas alegres fogueirinhas...


















escreveu Martinho Rocha

sábado, 23 de novembro de 2013

Florestar Portugal Hoje !

Cerca de 60 árvores  entre tílias, carvalhos franceses, lódãos e azevinhos foram hoje cedidos pela  ADEP e saíram do Parque das Tílias no âmbito do programa Florestar Portugal para serem plantados no Gilde e em São Martinho. Está ainda a ser programada a plantação de 6 oliveiras em Oliveira do Arda e um carvalho português em Nojões, este no próximo dia 1 de Dezembro para assinalar a efeméride.

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

FLORESTAR PORTUGAL 2013 !

FLORESTAR PORTUGAL 2013 !

                                           Vamos aderir a esta iniciativa ? 
                                           Quem está disponível e quer participar?    
                                           Dá a tua opinião: o que fazer, como e onde?                           

PODEMOS ANUNCIAR DESDE JÁ NO DIA 23 DUAS INICIATIVAS:

A Associação SOS Rio Paiva vai celebrar o Dia da Floresta Autóctone com uma caminhada que inclui a recolha desementes e plantação de árvores nas margens do Rio Paiva. A iniciativa é gratuita e vai decorrer no concelho de Castelo de Paiva no lugar de Várzea, com concentração marcada junto à igreja às 9.30h.

De tarde - 14,00 horas - Parque das Tílias - Frutuária
Vamos plantar árvores autóctones, recolher sementes, permutar árvores; ensaiar compostagem
Também podes recolher bolotas e pinhões e semeá-los (em pacotes de leite, ou garrafas de plástico) e fazer um viveiro de plantas (para o ano estarão prontas a ser plantadas). 

Estamos receptivos a outras iniciativas que as escolas e grupos de cidadãos queiram organizar.
Temos algumas árvores para disponibilizar
                                        

FLORESTAR PORTUGAL 2013
Plantação e sementeira de flora autóctone

Passa para o lado da solução: os INCÊNDIOS florestais, a EUCALIPTIZAÇÃO desenfreada, a EXPLORAÇÃO intensiva, a EXTRAÇÃO de inertes, as PLANTAS invasoras, o ABANDONO e o DESPEJO ILEGAL DE RESÍDUOS não são problemas eternos.


COMPARECE E TRÁS UM AMIGO !
Iniciativa da AMO Portugal – Associação Mãos à Obra Portugal, que está a ser divulgada pela Agência Portuguesa do Ambiente

quarta-feira, 16 de outubro de 2013

FLORESTAR PORTUGAL 2013 !

                                           Vamos aderir a esta iniciativa ? 
                                           Quem está disponível e quer participar?    
                                           Dá a tua opinião: o que fazer, como e onde? 
                                 
Iniciativa da AMO Portugal – Associação Mãos à Obra Portugal, que está a ser divulgada pela Agência Portuguesa do Ambiente


FLORESTAR PORTUGAL 2013
Plantação e sementeira de flora autóctone
Florestar Portugal
Passa para o lado da solução: os INCÊNDIOS florestais, a EUCALIPTIZAÇÃO desenfreada, a EXPLORAÇÃO intensiva, a EXTRAÇÃO de inertes, as PLANTAS invasoras, o ABANDONO e o DESPEJO ILEGAL DE RESÍDUOS não são problemas eternos.

No dia
 23 de novembro vamos plantar árvores autóctones: Carvalho-português, Carvalho-negral, Carvalho-alvarinho, Medronheiro, Pinheiro-manso e Pinheiro-bravo, Zambujeiro, Sobreiro, Amieiro, Freixo, Borrazeira-negra, Salgueiro-branco, Ulmeiro, Amieiro, Freixo, Choupo-negro, Azinheira, Cerejeira-brava…

Também podes recolher bolotas e pinhões e semeá-los (em pacotes de leite, ou garrafas de plástico) e fazer um viveiro de plantas (para o ano estarão prontas a ser plantadas).
 

Podes também organizar um passeio pedestre para reconhecimento e identificação das árvores autóctones dos jardins e dos campos próximos.
 

Vamos cuidar da nossa floresta, ela depende de nós e nós dela.
 
VAMOS FLORESTAR PORTUGAL! E TU? VAIS FICAR EM CASA?!
Para saber mais aceda a http://www.AMOPortugal.org.


AMO Portugal - Associação Mãos à Obra Portugal
Organização não governamental de ambiente
Instituição sem fins lucrativos

A AMO Portugal é herdeira da organização de base do Projecto Limpar Portugal e estará sempre intimamente
ligada à metodologia de acção implementada pelo Projecto, que culminou no DIA L, 20 de Março de 2010.