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sexta-feira, 30 de julho de 2021

Pejão, o local das Minas e dos fósseis!

Foi reposta a primeira sinalética,  colocada pela ADEP e ardida no incêndio de 2017, em dois dos locais mais emblemáticos das Minas do Pejão: mina de Paraduça / monte das Cavadinhas, onde começou a exploração a céu aberto e  próximo a mina do Limoeiro  - a  primeira exploração subterrânea.

Locais que agora estão também sinalizados e identificados pelo percurso pedestre PR- 2 - Caminhos do Pejão Velho, projeto que levamos a cabo com o apoio da AMI e Instituto Camões e que proporciona  além de uma visita a um conjunto de instalações mineiras também uma lição extraordinária e inolvidável sobre as causas das alterações climáticas e inicio da vida na terra impressa no xisto do nosso território marginal ao Douro.


























Martinho Rocha



sábado, 12 de junho de 2021

Fósseis do Pejão visitáveis e outros valores a caminho!
















No passado dia 31 de maio a ADEP recebeu nas suas instalações o Governador Rotário do Distrito 1970, senhor Sérgio Almeida, que visitou a exposição Permanente dos Fósseis "da floresta tropical do Pejão com mais de 300 milhões de anos", oportunidade ainda para festejar o aniversário do Rotary de Castelo de Paiva e descerrar, na Galeria dos Notáveis, em sintonia e a pedido da direção da ADEP duas imagens de personalidades que os paivenses veneram pelas suas qualidades de homens empreendedores: Pinho Leal e Barão de Castelo de Paiva.

Depois de várias diligências os fósseis do Couto Mineiro do Pejão, de uma vida de recolhas de António Patrão, encontraram um local permanente de exposição. Estão no Parque das Tílias, na ADEP, em vitrines que o Rotary Foundation patrocinou, e podem ser vistos a pedido dos interessados.

Martinho Rocha presidente da ADEP além de agradecer esta parceria pediu ao senhor Governador que tome esta iniciativa como exemplo de outras que igualmente pretende dinamizar, no caso os aspetos arqueológicos do concelho e região, que além dos monumentos in sitio agrega um valioso espólio, que há anos aguarda nos seus armazéns os necessários apoios para a sua divulgação.

O Governador felicitou o resultado conseguido, de apoio do Rotary à ADEP, e concordou que se trata de um trabalho importante, que deve ser continuado,  divulgado e enaltecido, pois estas duas instituições acabam por dar visibilidade a um aspeto muito interessante para o conhecimento da geologia e paleontologia do nosso território, que nos mostra os primeiros seres vivos, com 300 a 450 milhões de anos e a que as instituições públicas nunca deram resposta.

Está a ADEP ainda a organizar e a improvisar um pequeno catálogo, sendo que numa primeira seleção foi encontrada uma nova espécie que está já a ser estudada pela Universidade do Porto e a despertar grande expetativa pela comunidade de investigadores da área.














Martinho Rocha

terça-feira, 13 de outubro de 2020

ANTÓNIO PATRÃO, O autodidata que mais sabe de história natural

ANTÓNIO PATRÃO. Um homem voluntarioso e voluntário nas causas que abraça, com o seu trabalho e dedicação ensinou-nos a conhecer o nosso património atual do que foi uma grande floresta tropical, no território do Couto Mineiro do Pejão! São muitos anos de trabalho e o testemunho disso são as centenas de fóssseis que foi coletando, identificando e divulgando. Muitas são as iniciativas com jovens e investigadores para dar a conhecer esta mais valia paivense, que vem sendo esquecida pelas autoridades da administração públlica e governamental. Deu a cara já em muita imprensa e algumas revistas da especialidade e no ano passado entregou a Pedro Correia da Universidade do Porto um fóssil que está a ser estudado, e vai ser objeto de publicação cientifica que o caracterize, e que promete fazer mais história natural. De uma parte desse espólio organizou -imagine-se - uma exposição itinerante que ele faz questão de levar e assessorar nos espaços públicos, em todo o país, onde é requisitada: escolas; câmaras municipais, associações, sindicados, etc. Uma outra parte doou-a ele à ADEP que com o apoio da Fundação Rotary Internacional (por candidatura intermediada pelo Rotary de Castelo de Paiva), está - por estes dias - a implementar no Parque das Tílias uma exposição permanente.
Parabéns pelo aniversário e votos de saúde e de muitos anos mais, também de trabalho nesta causa!
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quinta-feira, 14 de março de 2019

Mais fósseis com milhões de anos vão ser expostos pela ADEP




Várias centenas de fósseis, todos recolhidos na zona do Couto Mineiro do Pejão, por António Patrão, foram estes dias entregues ao cuidado da ADEP.
Como já tinha acontecido em 2010, António Patrão doa desta vez todo o espólio arrecadado em mais de 40 anos de actividade de coletor, voluntário e autodidata no estudo do períodos geológicos que segmentam a jazida do carvão em Castelo de Paiva.
Do conjunto divisam-se belos exemplares vegetais, onde se incluem troncos fossilizados, mas também animais como centopeias, trilobites e outros.
Daremos nota futuramente do objetivo da ADEP, ao receber esta doação, que há anos vem defendendo que também esta área, da nossa história natural, deveria merecer outro empenhamento do Município.
O Parque das Tílias/ADEP vai reunindo coleções que o estão a transformar num imenso Museu temático. Depois da instalação do barco rabelo "Douro+Paiva", da construção da Casa dos Engenhos e reconstrução das atafonas do linho e da azeitona, do espaço etnográfico Primeiras Artes, com as oficinas e utensilios dos nossos artífices, juntam-se agora os fósseis, além de que aí existe todo importante espólio arqueológico, a biblioteca com a colecção jornais concelhios e ainda o arquivo fotográfico recolhido.

E porque a criação e manutenção destas valências, de interesse público, tem custos, é legítimo, pensamos, pedir a todos os que possam contribuir com, o seu tempo, trabalho e/ou meios, que no caso da consignação de 0,5% do IRS não tem sequer custos! 


sábado, 15 de setembro de 2018

416 milhões de anos de vida no território de Paiva!


Hoje fomos comprovar o que temos em paiva deste período!



 alguns dos participantes na saída de campo de hoje
 
                                aNTÓNIO pATRÃO


Período Devoniano
Por National Geographic Writing
5 de setembro de 2010
Quando o período Devoniano ocorreu há cerca de 416 milhões de anos, o planeta estava mudando sua aparência. O grande supercontinente de Gondwana estava gradualmente se dirigindo para o norte, para longe do Pólo Sul, e um segundo supercontinente começou a se formar, estendendo-se através do Equador. Conhecido como Euroamerica, ou Laurasia, foi criado pelo encontro de áreas da América do Norte, Norte da Europa, Rússia e Groenlândia.
Alguns sedimentos de cor vermelha, gerados quando a América do Norte colidiu com a Europa, deram nome ao Devoniano, uma vez que essas rochas características foram estudadas pela primeira vez em Devon (Inglaterra).
O Devoniano, parte da era paleozóica, também é conhecido como a Era dos peixes , já que produziu uma considerável variedade de peixes. Os mais formidáveis ​​eram os placodermes com proteção óssea, uma espécie que apareceu pela primeira vez durante o siluriano com poderosas mandíbulas alinhadas com placas em forma de lâminas que agiam como dentes. Os primeiros placodermos se alimentavam de moluscos e outros invertebrados, mas as últimas espécies se tornaram monstros ferozes, fatias que mediam até 10 metros de comprimento. Outros tipos de peixes com placas ósseas que não tinham mandíbulas desenvolveram uma grande variedade de formas estranhas. Espécimes fósseis incluem espécies com cabeças em forma de ferradura e outros que se pareciam com escudos redondos.
Antepassados ​​de tubarões
Apesar de sua forte proteção, esses peixes primitivos não durariam. Os ancestrais devonianos dos peixes que hoje habitam pertenciam a dois grupos principais sem proteção óssea. O peixe cartilaginoso, assim chamado pela cartilagem que formava seus esqueletos, deu origem a tubarões e raias. Eles tinham escamas pequenas e ásperas, barbatanas dorsais fixas e dentes afiados e substituíveis. O segundo grupo, o peixe com espinhos, estava coberto de escamas e tinha barbatanas dorsais manobráveis ​​e bexigas cheias de gás para controlar sua flutuação. A maioria dos peixes modernos tem espinhos.
Entre estes estavam os peixes finned. Assim chamado porque a base grossa, carnuda de suas barbatanas, peixe de nadadeiras lobadas são creditados a grande avanço evolutivo que levou à anfíbios, tornando os peixes finned-lobo nos ancestrais de todos os vertebrados com quatro membros da terra, incluindo dinossauros e mamíferos. Os fósseis desses animais extraordinários vêm das rochas vermelhas de Devon. Alguns peixes de nadadeiras lobadas ainda estão vivos hoje, como o famoso peixe "fóssil vivo", o celacanto.
Uma criatura fóssil descoberta recentemente do Devoniano foi saudada como um elo vital entre os peixes e os primeiros vertebrados a caminhar em terra. Encontrado no Ártico canadense em 2004, o Tiktaalik tinha uma cabeça semelhante à de um crocodilo e barbatanas fortes e espinhosas, que os cientistas acreditam que ele usava como pernas para se mover em águas rasas ou mesmo em terra. O peixe mostrou outras características de animais terrestres, incluindo costelas, pescoço e buracos no focinho para respirar ar.
Os primeiros anfíbios respiraram através de pulmões simples e sua pele. Eles devem passar a maior parte de suas vidas na água, deixando-a sozinha para escapar da atenção dos peixes predadores.
Os primeiros amonóides também apareceram durante o Devoniano. Relacionados com o polvo e a lula, estes animais marinhos sobreviveram até o final do período Cretáceo, há 65 milhões de anos.
Proliferação de plantas
As plantas começaram a se espalhar dos pântanos durante o Devoniano, desenvolvendo novos tipos que poderiam sobreviver em terra seca. No final do Devoniano, as primeiras florestas apareceram quando as plantas com caule desenvolveram estruturas fortes e lenhosas capazes de suportar galhos e folhas altas. Algumas árvores Devonianas são conhecidas por atingir 30 metros de altura. No final do período, as primeiras samambaias, cavalinhas e plantas com sementes também apareceram.
A nova vida que floresceu na terra aparentemente escapou dos piores efeitos da extinção em massa que acabou com o Devoniano. As principais vítimas foram criaturas marinhas, das quais até 70% das espécies desapareceram. As comunidades que formaram os recifes desapareceram quase completamente. As teorias propostas para explicar esta extinção incluem o resfriamento global devido à regulação de Gondwana, ou a redução dos níveis de dióxido de carbono atmosférico com efeito estufa devido à arborização dos continentes. O impacto de um grande asteróide também foi sugerido.


sábado, 7 de outubro de 2017

Fósseis, de António Patrão na ADEP


A Feira à século XIX é também uma oportunidade para a abertura dos espaços temáticos da ADEP ao público em geral.

Este ano também vamos ter a exposição itinerente de fósseis do Pejão de António Patrão.

segunda-feira, 14 de março de 2016

IV - Actividade a desenvolver


Transcrevemos do Plano de Actividades para 2016, a discutir e votar na próxima sessão da Assembleia!
“7-  Paleontologia e Geologia
Esta área é um recurso que não devemos desprezar considerada a possibilidade do território do concelho vir no futuro próximo a integrar a área de intervenção do Geoparque/Arouca
a) – Continuamos a trabalhar na inventariação de locais de antigas minas de Exploração Mineral, que iniciamos em 2012 com a orientação d e Investigador e  Professor da FCUP; Alguns locais necessitam de sinalização e  informação, outros sítios necessitam de colocação de protecções às pessoas e animais.

b)  - Pretendemos dar mais divulgação aos fósseis do Couto Mineiro do Pejão onde se incluem os que nos foram doados por António Patrão e que estão já classificados por Mestre da FCUP, alguns assinalados de muitos raros; admitindo a perspectiva de receber e expor mais exemplares urge reorganizar espaços e proceder a pequenos melhoramentos nas instalações.”

quarta-feira, 4 de fevereiro de 2015

Fósseis do Couto Mineiro do Pejão. Exposição de António Patrão

«O JARDINEIRO DA PEDRA» EM DESTAQUE NA REVISTA SUPERINTERESSANTE
«O jardineiro da pedra» é o título da reportagem que a revista Superinteressante dedicou aos fósseis que António Patrão tem recolhido em Castelo de Paiva, durante os últimos trinta anos. Ao longo de oito páginas, a edição n.º 202 desta revista propõe uma viagem às florestas do Carbónico, onde estes achados têm ajudado a construir a puzzle da Bacia Carbonífera do Douro e da floresta tropical que ali existiu há 300 milhões de anos.
Parte deste espólio deu origem à exposição itinerante «A Floresta Tropical do Pejão de Há 300 Milhões de Anos», uma iniciativa do Museu de Geologia Fernando Real, da Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro, em parceria com o Arouca Geopark e o Comité Português para o Programa Internacional de Geociências da UNESCO. Esta exposição esteve patente, no Museu de Geologia Fernando Real e encontra-se, atualmente, no Centro de Interpretação da Cultura Local, do município de Castelo de Paiva."

transcrevemos da página do Geoparque / facebook

sexta-feira, 23 de janeiro de 2015

superinteressante: fósseis do Pejão de António Patrão

Claro que nos orgulha termos no concelho estas jóias da nossa história natural com 300 milhões de anos. Orgulha-nos igual e particularmente que este trabalho, voluntário, esteja a ser realizado desde há 30 anos  por António Patrão, antigo mineiro e autodidata e que também nós tenhamos contribuido para a divulgação pública deste importante património que nos coloca por direito próprio no território do Geoparque!
Hoje destacamos a publicação de um trabalho merecedor de leitura atenta na revista Superinteressante.









terça-feira, 28 de outubro de 2014

Fósseis de António Patrão / Exposição

Esta exposição, é bom sublinhar,deve-se única e exclusivamente ao trabalho e dedicação de 
António Patrão. A montagem e aconpanhamento técnico é da responsabilidade da UTAD - Universidade de Trás - os - Montes e Alto Douro.
Inscrever na apresentação do evento um conjunto tão grande de entidades apoiantes, e outras lá poderiam estar, também diz da grandeza do trabalho.
Só uma personalidade autodidata, com a generosidade e dedicação de António Patrão, tornaria possivel hoje vermos este conjunto de fósseis - que tantos anos das Minas afinal não nos nostraram - apesar de, reconheça-se, também a elas devermos um trabalho meritório em tantos e tantos sectores.






quinta-feira, 3 de abril de 2014

FÓSSEIS DO PEJÃO: CONVITE !

Estamos convidados pelo Geoparque a visitar a exposição dos fosséis do Pejão, de António Patrão expostos na UTAD.
Façam o favor de passar por lá !




sábado, 27 de abril de 2013

Património geológico do concelho

Na terceira saída de campo para reconhecimento de  locais de antigas minas de exploração mineral hoje foi possível com ajuda de distintos cicerones recolher fotos e/ou amostras em diversos pontos do concelho, a saber nas freguesias de Pedorido, Raiva e Real.
Paralelamente foram referenciados locais onde António Patrão tem recolhido fósseis, considerados de grande valia por especialistas paleontólogos do Geoparque, fósseis e território que vão ser objecto de plano de estudo.

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Paleontólogos do Geoparque vão estudar os Fósseis do Pejão!


As coleções paleontológicas da ADEP e António Patrão provenientes da zona do Couto Mineiro do Pejão vão ser objeto de visita e estudo por parte de investigadores do Geoparque. Artur Sá e Daniela Rocha  pretendem identificar as cristas quartzicas com icnofósseis para que possam constar do inventário do património  geológico da área de intervenção da ADRIMAG e neste caso de Castelo de Paiva. Esta saída agendada já para finais deste mês demonstra o valor geológico em presença e vai ser guiada por António Patrão, antigo mineiro, entusiasta desta área da cultura a quem se deve um importante trabalho de deteção e recolha de algumas centenas de valiosos e raros exemplares.
Desejamos que este trabalho contribua como temos defendido num maior reconhecimento e divulgação  de todo um conjunto de valores materiais e imateriais associados às Minas do Pejão e que pode passar pela sua integração na área de influência do Geoparque Arouca.  


sábado, 24 de novembro de 2012

ACTIVIDADE RECENTE E FUTURA


ARQUEOLOGIA, efectuadas visitas:
1. De reconhecimento a diversos locais da freguesia de Real, ligados a eventual exploração mineral de época remota, na companhia de especialista Prof. Alexandre Lima da Universidade do Porto;
2. De monitorização do estado de conservação do que se pensa ser um Forno Telheiro, também na freguesia de Real. Comunicação ao Igespar do estado de progressiva degradação e de estranheza pelo facto de não haver noticias, por parte daquele organismo, desde a data do achado do mesmo que lhe foi participado pela ADEP em 2008;
3.De recolha de elementos com vista à publicação da Ara do Terreiro (Vila Verde), por reputado Investigador, José d'Encarnação, Prof. Jubilado da U. Coimbra;
FOTOGRAFIA E HISTÓRIA. Angariação de patrocinadores e de conteúdos para a próxima edição do Calendário de parede para 2013 (Ano do 500.º Aniversário da Atribuição do Foral)
FÓSSEIS. Foi elaborada por Pedro Correia, Investigador da U. Porto, a catalogação dos fósseis existentes, que nos foram oferecidos por António Patrão e que são oriundos da zona do Couto Mineiro do Pejão.





actividade próxima:
Comemoração do 499.º aniversário da atribuição do Foral à Terra de Paiva

domingo, 6 de maio de 2012

OS FÓSSEIS DO PEJÃO E O GEOPARQUE

Uma verdadeira aula de história natural e de história pessoal e social foi o que os participantes na saída de campo "fósseis Pejão", ouviram do cicerone e antigo mineiro António Patrão, enquanto este mostrou as instalações e deu pistas para enconrtrar fósseis, nas Minas do Pejão, em Germunde. O papel da Minas enquanto empresa ativa e o potencial que a sua localização, memória e a geologia podem conceder hoje numa nova dinâmica de desenvolvimento, foram objecto de permanente debate. É necessário promover o entrosamento das várias entidades com responsabilidades políticas e culturais, para que se interessem e promovam o investimento que acorde a região do marasmo tornando mais visível o seu espólio material e imaterial. A oportunidade e "por as mãos na massa" e de descobrir alguns fósseis foi ainda a parte mais emocionante da iniciativa que cativou os mais velhos e os mais novos.


No propósito dos organizadores ficou a promessa de próximos encontros. A ADEP agradece aos co-organizadores e participantes Luís Monteiro (Sos Rio Paiva), Prof.ª Raquel da Escola Secundária e sua Turma de 11.º ano de geologia e Dr.ª Daniela Rocha - AGA - Associação Geoparque de Arouca, bem como a António Patrão.














Martinho Rocha

domingo, 29 de abril de 2012

OS FÓSSEIS DO PEJÃO E O GEOPARQUE

Está agendada uma saída de campo para o próximo Domingo, 6 de Maio, na área do Couto Mineiro do Pejão. Uma oportunidade para colocar no mapa alguns dos valores geológicos do nosso concelho designadamente os fósseis. Vamos ter connosco Daniela Rocha, do Geoparque Arouca, que está a realizar um trabalho de doutoramento no âmbito do Inventário Geológico da área da ADRIMAG.Este estudo está a ser desenvolvido pela AGA, no âmbito do projeto de “Gestão da Parceria PROVERE” promovido pela ADRIMAG e co-financiado pelo Programa Operacional Regional do Norte – ON.2 / QREN. O reconhecimento e divulgação deste património e de todo o conjunto de valores materiais e imateriais em que se inclui o espólio e historial das Minas do Pejão, são projeto antigo da ADEP, que o tem vindo a defender publicamente e que pode passar pela sua integração na área de influência do Geoparque. Contamos com a especial colaboração do cicerone e colecionador António Patrão, SOS Rio Paiva e com o entusiasmo de uma Turma do 11.º ano da Prof.ª Raquel da Disciplina de Biologia e Geologia da Esc. Sec. de Castelo de Paiva.

sábado, 28 de janeiro de 2012

Uma medusa entre os 53 fósseis recebidos


António Patrão decidiu presentear a ADEP com mais um lote de fósseis. Pode acontecer que entre os diversos icnofósseis e vegetais oferecidos esteja uma (rara) medusa.
Representa mais esta doação um impulso para a divulgação dos nossos valores geológicos, que ADEP está a encaminhar para o espaço Primeiras Artes, ao mesmo tempo que procura sensibilizar todos para a afinidade da faixa carbonífera do Pejão com o território vizinho do Geoparque.





















Martinho Rocha

domingo, 7 de novembro de 2010

36 fósseis doados à ADEP


António Patrão, antigo mineiro das Minas do Pejão, fez recentemente doação de 36 fósseis, da sua colecção, à ADEP. Esta deliberou aceitar e estuda a melhor forma de proporcionar a sua divulgação e acondicionamento.


Este é mais um contributo (entre trilobites, icnofósseis e vegetais todos oriundos da região do Couto Mineiro do Pejão), a juntar ao espólio que a ADEP já detém relacionado com as Minas do Pejão. Um valor mais para creditar a sua pretensão de que a riqueza geológica desta região merecerá integrar o Geoparque, actualmente confinado ao concelho de Arouca e de reunir consensos e vontades em torno da musealisação do que resta das Minas do Pejão, ideia que vem defendendo perante várias entidades, incluindo a última Administração da ECD.

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

A geologia e o ambiente

A Sala Arquivo Fotográfico Luis Lousada Soares foi pequena para se apresentarem no Dia da Feira do Séc XIX os fósseis da região do Couto Mineiro do Pejão recolhidos pelo antigo Mineiro António Patrão, pedras e fósseis da região também coleccionados por David Reinaith, outro antigo mineiro do Pejão e a aplicação informática organizada pelo Grupo SOS Rio Paiva versando a riqueza geológica e paleontológica das Terras de Paiva. Paralelamente esteve exposta toda a utensilagem, material bibliográfico e audiovisual, anualmente seleccionada por Mário Gonçalves Pereira.
O cartaz da exposição foi da responsabilidade do SOS RioPaiva que realizou ainda para os mais novos um workshop sobre compostagem e estacaria de plantes aromáticas e medicinais, um tema caro à ADEP que tem vindo, no Parque das Tílias, a incentivar e a exemplificar algumas técnicas e práticas de bem trabalhar e produzir produtos tradicionais, capazes até de ajudar a economia doméstica dos aderentes.
Uma experiência, de parceria saudável para repetir, que resultou num conteúdo de âmbito mais alargado de defesa do ambiente, à medida do que se pretende fazer em prol de todo o valor cultural material e imaterial das Minas do Pejão e a sua eventual integração quer num futuro Museu quer até numa extensão do actual Geoparque/Arouca.