Mostrar mensagens com a etiqueta Cruzeiro de Carcavelos. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Cruzeiro de Carcavelos. Mostrar todas as mensagens

terça-feira, 5 de janeiro de 2016

O Cruzeiro de Carcavelos.

Álbum sobre o Cruzeiro de Carcavelos. 


"O Cruzeiro de Carcavelos Ano de 1675 - séc. XVII" é o título do álbum de textos e fotos alusivos à recuperação daquele valor patrimonial, oferecido por Mário Gonçalves Pereira à ADEP, que já esteve disponível ao público, no Arquivo Fotográfico Luís Lousada Soares, na 15.ª edição da Feira do XIX. Este monumento tem um significado importante por ser oriundo do Vale de Sá - o vale mais fértil do concelho, irrigado pelo maior afluente do rio Sardoura e com um enquadramento arqueológico ainda por estudar, mas com uma grande quantidade e variedade de vestígios arqueológicos valiosos, datáveis desde o período megalítico à idade média.
Divulga este album a intervenção de restauro daquele valor do séc. XVII. É mais uma iniciativa de recuperação de património - uma estratégia silenciosa mas permanente da ADEP, que gere assim de forma perene e multiplicadora os seus parcos meios - depois das que são públicas, designadamente nas áreas da arqueologia (Marmoiral, em Sobrado e Mamoa de Carvalho Mau no Paraíso) e etnografia (construção do barco Rabelo, construção da Casa do Engenhos, recuperação dos engenhos de sangue, atafonas do linho e de moer azeitona) e recente instalação do Museu "Primeiras Artes".


Este restauro fica também a dever-se ao saber e empenho dos "irmãos Merru".

quinta-feira, 27 de junho de 2013

Santo António de Lisboa - encontro nas origens - Castelo de Paiva




(cartaz da visita guiada realizada a 13 de Junho de 2015)



Na qualidade de Presidente da Direção, quero deixar uma pequena nota de rodapé a esta sessão.

 Quero agradecer,
           - À Chiado editora;
           - Ao Parque biológico de Gaia, na pessoa do seu diretor, Dr. Nuno Gomes com quem tivemos já o grato prazer de estabelecer vários intercâmbios no último dos quais resultou a publicação da obra de Domingos Quintas Moreira “Manual do Cultivo e Confecção do Linho”;
          - Aos executantes e seu mestre Agostinho Vieira, da Academia de Música de Castelo de Paiva, o momento musical com que nos premiaram;
          - À Câmara de Castelo de Paiva, na pessoa do seu presidente Dr. Gonçalo Rocha, que prometeu adquirir 50 exemplares;
          - À Imprensa  presente.
          - Senhoras e senhores, a todos pela Vossa presença. Muito obrigado !

Paiva merece ficar associado ao roteiro da vida e obra de Santo de António e estamos certos que esta iniciativa contribui para engradecer, cuidar e divulgar melhor, o nosso património material e imaterial que lhe está associado.

Depois de nos anos 30 do século passado Abílio Miranda e Strecht de Vasconcelos terem publicado as lendas alusivas à vivência na região e em Paiva de Fernando de Bulhões (Santo António) e seus pais, e de ao longo dos últimos trinta anos termos tomado consciência de estudos vários a fortalecer a ligação das raízes do santo a Castelo de Paiva, a ADEP apesar dos seus parcos meios sempre tem procurado aprofundar e divulgar esse conhecimento em iniciativas várias, editoriais, de denúncia pública e até de teatro para chamar à atenção dos responsáveis pela degradação a que vem sendo sujeito muito do património construído associado a esta memória.
Uma maior divulgação das raízes de Santo António, como está a acontecer com esta publicação de Mário Gonçalves Pereira, criará uma maior consciencialização na população da importância dos nossos valores patrimoniais e imateriais. As novas gerações, mais informadas e participativas, hão-de ser capazes de exigir outras prioridades, linhas de orientação e até de rutura com o estado de abandono, desinteresse - e de saque em alguns casos - a que o município vem assistindo serenamente nos monumentos e espaços arruinados da Boavista, Vegide, Gondim e Frutuária, apesar do legado formal que lhe fez o Conde de Castelo de Paiva e destes outros legados imateriais de outros tantos paivenses generosos e laboriosos.
Para esta obra, Mário Gonçalves Pereira meteu pés ao caminho, recolheu fotografias e testemunhos tal é a profusão toponímica e imagética de estátuas, pinturas, azulejos, em Igrejas, nichos, oratórios, tabernas e mercearias existentes nos quatro continentes, por onde andou, e que comprovam a veneração ao Santo mas também que ele será o português mais conhecido no mundo, ao longo de todos os tempos.
A ADEP não poderia deixar de apoiar uma iniciativa como esta, de trazer aos paivenses, e não só, todo o conhecimento expresso em referências e estudos, lendas e  memórias, pedras e acontecimentos que engrandecem as gentes e fazem mais luz sobre a história da nossa terra, neste particular da ligação umbilical de Santo António a Castelo de Paiva.
Mário Gonçalves Pereira é natural de Castelo de Paiva, casado, pai de três filhos, com três netas, licenciou-se em Engenharia Electronica na Universidade de Lisboa. Trabalhou em várias Empresas no país, destacando-se as firmas Efacec e EDP-Eletricidade de Portugal. É membro, sócio fundador, do Rotary Club de Castelo de Paiva, do qual foi o primeiro Presidente.
O autor, é nosso diretor, Presidente da Assembleia Geral, colaborador assíduo e interessado na descoberta do passado, com obra feita - vários levantamentos fotográficos, leitura e restauro de epígrafes (cruzeiro de Carcavelos e ara de Vila Verde), publicou também “Frases Rimadas” obra poética de pendor autobiográfico e dedicada a Castelo de Paiva.
Escreveu para a ADEP uma monografia sobre a fundação de um lugar na freguesia da Raiva – Castelo de Paiva, cujos primeiros povoadores foram seus pais, em meados do século XX. Trata-se do lugar de Cruz de Alveda, sítio por onde passava a procissão das Cruzes do Concelho, a cada 3 de Maio.
Sobre o livro hoje em lançamento público informou a ADEP de que possuía elementos para escrever um documento alusivo às raízes de Santo António em terras de Paiva. E se bem pensou, melhor o fez. Ei-lo aí. Rebuscou na Internet e em tudo que era sítio, para encontrar a matéria de que precisava para a confeção da sua obra, nomeadamente os locais tantas vezes falados, por vezes à boca pequena, de nascimento dos pais de Santo António. Também recolheu nota de alguma documentação existente na Casa da Boavista e na mira da origens do Santo percorreu Secca e Meca. Foi até Jerusalém.
Na Casa da Boavista encontrou elementos em livro e na árvore genealógica dos Bulhões de Santa Cruz das Serradas que demonstram, com várias ramificações, a ligação dos Condes de Castelo de Paiva aos pais de Santo António. Estes dados consagram definitivamente a existência de uma base histórica sustentável que reconhece terem os pais de Santo António, por berço, Castelo de Paiva.
Saudamos e louvamos o esforço do autor e reconhecemos o mérito do seu trabalho que ficará para sempre ligado ao concelho de Paiva.
Ainda ao autor o nosso Bem Haja pelo contributo que, através da ADEP, prestou em prol da História e Cultura de Castelo de Paiva.
Em meu nome e da ADEP quero deixar este testemunho público de gratidão a Mário Gonçalves Pereira, pelo trabalho e dedicação à causa pública e voluntária, também pela generosidade da oferta dos direitos de autor à ADEP.

Sucesso para a obra e Felicidades Eng.º Mário Gonçalves Pereira!












Apresentação feita por Martinho Rocha, no Parque Biológico de Gaia, quando do lançamento da obra de Mário Gonçalves Pereira

quarta-feira, 10 de outubro de 2012

Feira do séc XIX. Álbum sobre o Cruzeiro de Carcavelos. Convite aos Mineiros

"O Cruzeiro de Carcavelos Ano de 1675 - séc. XVII" é o título  do novo álbum de textos e fotos alusivos à recuperação daquele valor patrimonial, oferecido por Mário Gonçalves Pereira à ADEP, que vai estar disponível no Arquivo Fotográfico Luís Lousada Soares, no Domingo, dia 14, no contexto da 15.ª edição da Feira do XIX.Este monumento tem um significado importante por ser oriundo do Vale de Sá - o vale mais fértil do concelho, irrigado por um afluente do rio Sardoura e com um enquadramento arqueológico ainda por estudar, mas com uma grande quantidade e variedade de vestígios arqueológicos valiosos, datáveis desde o período megalítico à idade média.
Esta intervenção é mais uma iniciativa de recuperação de património - uma estratégia silenciosa mas permanente da ADEP, que gere assim de forma perene e multiplicadora os meios de que vai dispondo - depois das que são públicas, designadamente nas áreas da arqueologia (Marmoiral, em Sobrado e Mamoa de Carvalho Mau no Paraíso e etnografia (construção do barco Rabelo, construção da Casa do Engenhos, recuperação dos engenhos de sangue, atafonas do linho e de moer azeitona) e recente instalação do Museu "Primeiras Artes".
Sobre estas e outras iniciativas dispõe o arquivo de inúmera bibliografia, escrita e fotográfica que pode ser igualmente consultada e visionada, alguma já condensada em álbuns similares ao que agora é recebido, e também eles doados por Mário Gonçalves Pereira como por exemplo os alusivos ao espólio fotográfico das Minas de Pejão, cujos principais actores, ex-mineiros, são também eles convidados a visitar o local quer no Domingo, quer já a partir da tarde de Sábado.

sábado, 4 de agosto de 2012

Reconstruído o Cruzeiro do séc. XVII

Está em fase de apresentação, a assinalar também o 32.º aniversário da ADEP, a reconstrução efectuada no Parque das Tílias do Cruzeiro do sec. XVII, vindo de Carcavelos, freguesia de Sardoura em 2008 e que foi doado pela família de Maria Vieira Fernandes, proprietária do mesmo.
Ficará a assinalar  a proximidade a Santa Cecília, local onde foi referenciado, por Margarida Rosa Moreira de Pinho nos seus "Elementos para a História de Castelo de Paiva," o achado de um saco de moedas romanas, espólio este que é apenas um de muitos testemunhos encontrados (e alguns destruídos ...) no conjunto dos lugares de Vegide, Corvite e Santa Cecília, da freguesia de Sobrado.
Uma palavra de felicitação aos Mestres irmãos "Merru" que se esmeraram e fizeram jus ao saber e tradição dos nossos artífices pedreiros e canteiros.

quinta-feira, 20 de novembro de 2008

CRUZEIRO DO Séc. XVII

Foram-nos doadas e já se encontram depositadas na ADEP três pedras, descobertos em Carcavelos - Sardoura, que fariam parte de um antigo Cruzeiro, duas delas gravadas com inscrições. Mais um documento do nosso património a aguardar estudo e a merecer a atenção da ADEP, depois do possível Forno Telheiro localizado, este ano, em Real e da Ara Romana descoberta, no ano passado, no Terreiro - Vila Verde.