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quarta-feira, 7 de junho de 2017

O saber e o trabalho da cultura do linho: Grupo do Linho de Real / ADEP Castelo de Paiva

Grupo do Linho de Real / ADEP.


Ainda temos estes valores e actividades. Saber milenar, que tem forte tradição na região. Tem vindo a ser feito um trabalho hercúleo por estas e outras pessoas e pela ADEP, mas para se regressar à efectiva cultura da planta e manufactura de produtos, seria necessário adoptar uma estratégia de envolvimento integral das artes tradicionais. Esse objectivo só será conseguido se se enquadrar estas actividades e saberes em planos, projectos e dinâmicas que tenham em vista o efectivo enriquecimento cultural e não o esquecimento a que tem sido votados estes saberes.
Era desejável, obrigatório mesmo, que num plano de apoio comunitário como o formulado e conseguido recentemente pela autarquia não deixasse de fora as artes e os ofícios tradicionais de que são lídimos representantes, grupos como o do Linho de Real/ADEP, que lançasse bases de trabalho e de intercâmbio, que fomentasse uma actividade inter-geracional de conhecimento, aprendizagem e de intercâmbio com outras áreas sociais e económicas hoje tão em voga no apoio ao desenvolvimento turístico.
A ADEP e o Parque Biológico de Gaia editaram um Manual da Cultura do Linho e a ADEP construiu e dinamiza um espaço de Museu onde a componente etnográfica conta também com a forte presença do tema do linho, que merece visita e que é valência única na região.


segunda-feira, 4 de julho de 2016

cortiços, espadelas, parábolas, dobadouras, sedeiros, teares, ripos, urdideiras e engenhos, haverá na região quem faça?



Baião está a iniciar um projeto intitulado “Aldeia do Futuro” que visa promover o empreendedorismo agrícola. Terá diversas valências, nomeadamente incubação de empresas, formação, bolsa de terras e também uma “aldeia demonstrativa” onde se pode aprender a arte de “agricultar”, fazer o queijo, o pão, o mel, etc. É nesta valência demonstrativa que se pretende introduzir também o ciclo do linho e a sua bonita tradição. Para tal, necessitam de todas as ferramentas e equipamentos inerentes à produção e transformação de linho.
Alguns dos utensílios mais simples - caso de rocas, fusos já existem artesãos a  fabricá-los, mas os teares, engenhos e mesmo cortiços haverá na região quem esteja à altura disso?
Queremos saber, até porque, o trabalho que temos vindo a desenvolver nestas áreas: da cultura do linho e criação da Casa dos Engenhos, pode dar uma ajuda neste projecto em Baião, mas também porque não beneficiar ele próprio destas iniciativas - por exemplo numa parceria para moer linho no  nosso engenho 

Fica o desafio: quanto a essas ferramentas/equipamentos: sarilho, cortiço, espadela, parábola, dobadoura, sedeiros, tear, ripo, urdideira e engenho, haverá na região quem faça? Pode contatar-nos adeppaiva@gmail.com







escreveu Martinho Rocha