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sexta-feira, 21 de junho de 2024
Prémio Manuel Laranjeira é para o Escultor, que desenhou o prato da Casa de Payva
Escultor Vítor Resende, que assina seus trabalhos com ERRE, esteve na génese do prato Casa de Payva é reconhecido pelo prémio Manuel Laranjeira 2024.
Recordamos que a Casa de Paiva se apresentou com a criação deste primeiro produto que procurava centrar uma marca apelativa para o Município, nascida do encontro de ideias e vontades de Vitor Resende, Joaquim Pereira, no âmbito das atividades da ADEP, a que se associaram o Município e o Centro Social de Sardoura
Os nossos parabéns a Vitor Resende!
https://www.correiodafeira.pt/vitor-resende-distinguido-com-o-premio-manuel-laranjeira-2024/
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artesanato e produtos locais,
Casa de Payva
sábado, 5 de maio de 2018
A nossas Artes e Saberes!
Mais uma participação paivense ("Tonito do Terreiro") com os seus belos e possantes bois arouqueses, na procissão da Senhora dos Remédios, em terras da antiga Diocese! Pela sétima vez, em Lamego, mais que sete já na Feira do século XIX / ADEP - Parque das Tílias, em Penafiel, e outras. Temos defendido junto da Autarquia que as nossas Artes e Saberes deveriam ter apoio fora de portas, porque também a terra sai prestigiada e representações com esta dignidade, além de incentivarem a atividade, confortam-nos a alma!
https://www.facebook.com/adep.adeppaiva.58
O que publicamos em Maio de 2018
EM PAIVA, ARTES E SABERES DOS NOSSOS PAIS E AVÓS QUE APOIO ?

Martinho Rocha
https://www.facebook.com/adep.adeppaiva.58
O que publicamos em Maio de 2018
EM PAIVA, ARTES E SABERES DOS NOSSOS PAIS E AVÓS QUE APOIO ?

Alguns eventos como são
por exemplo a Feira Rural realizada por estes dias em Arcozelo, Vila Nova de
Gaia deveriam ser uma janela de oportunidade para a divulgação do trabalho dos
nossos artesãos e associações e forma de proporcionar intercâmbios quer com os
nossos muitos paivenses “emigrados”, quer com todos os visitantes e simpatizantes
destas artes.
Temos vindo a dizê-lo de
há anos a esta parte. O Município deveria ter um verdadeiro plano de apoio a
esta actividade, que proporcionaria a representação e criaria dinâmica de
trabalho, e até de algum retorno sócio-económico. Há um conjunto de outros eventos
semelhantes na região (em Felgueiras, Paranhos, O. Azeméis, etc.), para os
quais somos habitualmente convidados e em que não participamos por razões óbvias…
Hoje, por exemplo, dia de
Feira em Sobrado, testemunhamos alí a presença de uma artesã – por sua conta e risco – presença aliás habitual, mas quanto mais valiosa e proveitosa não seria,
num dia como o de hoje, participar no evento de Arcozelo, alargar os
horizontes, conviver com os seus pares, conversar e conhecer conterrâneos,
vizinhos e essencialmente gente que ama e lida com os mesmos afazeres? É a
nossa opinião.
A Feira
do século XIX, no Parque das Tílias, e um pouco de que se vai fazendo já pelas
freguesias, a propósito do vinho, são eventos que estão cada vez mais a incentivar e a despertar
artes e saberes “adormecidos”. Há muitas pessoas que nos anos 50 e 60 aprenderam
artes braçais e manuais nobres que entretanto deixaram, fruto do progresso
tecnológico do país, e que podem voltar, para exercer e/ou transmitir aos jovens, assim
haja algum apoio nesse sentido. Fazer pão, trabalhar o linho, carpintaria, tamancaria,
tanoaria, serração, ferraria, tecelagem,
sapataria, alfaiataria, latoaria, são alguns exemplos.
Estes momentos, como o de Arcozelo, onde a Federação do Folclore Português organiza, nos dias de hoje e amanhã, grande evento de louvor à cultura etnográfica e folclore, onde encontramos a
representação e a razão de ser do muito que ainda somos, não terá presente
qualquer grupo, seu federado, de Paiva, o que é pena, porque era uma janela de
oportunidade para ajudar a dinamizar sinergias e dar formação para projectos
como os que precisamos de desenvolver se queremos amanhã ser um destino cultural e turístico
com valia e credibilidade.
Fica a reflexão à
consideração de quem de direito…
Martinho Rocha
sábado, 16 de setembro de 2017
Filantropia e tipografia!...
Amanhã "domingo, dia 17 de setembro" pelas 15 horas na Fábrica de papel de Folgoso - Raiva -C. de Paiva
será apresentado o livro de Poesia "Filantropia" de Miguel Gomes.
Terá a colaboração da ADEP e será Impresso um pequeno cartão alusivo ao evento, numa máquina tipográfica
do espólio da Gráfica Paivense, com mais de 100 anos, pelo impressor João Vieira.
sábado, 8 de abril de 2017
No dia dos Moinhos abertos, falou-se do artesanato!
A ADRIMAG, AAN - Assoc. Artesãos da Região Norte; ADEP, CLDS/Câmara Municipal todos estiveram no Parque das Tílias /ADEP para informar e disponibilizar apoios a esta realidade económica e empreendedora, a melhor conhecedora dos nossos ricos saberes ancestrais.
Os artesãos e mercadores corresponderam o que é um sinal promissor do enraizamento e atitude das gentes laboriosas de Paiva, o que aliás é quotidianamente demonstrado na realização dos diversos eventos que ultrapassam as fronteiras do concelho, como sejam as feiras do Vinho, do Século XIX, de hortícolas mensais em Sobrado e agora também em Sardoura, entre outras!
sexta-feira, 7 de abril de 2017
Pavilhão Artesanato /ADEP "Pintado de fresco"
Desafio para voluntários e empreendedores, jovens e mais velhos, para actividades de lazer, artesanato e pequena oficina!
Não é certo que vá ficar neste local, tudo vai depender do interesse que desperte...
contactos: adeppaiva@gmail.com
segunda-feira, 3 de abril de 2017
sábado, 1 de outubro de 2016
O (último) Ferreiro da Cêpa, na Feira do séc XIX
Esta actividade está gravada em video documental temático que se conseguiu realizar graças a concurso etnográfico realizado pela ADEP e em que saíu premiado José António Oliveira.
O video pode ser visto no espaço "Ao encontro com as Minas do Pejão" no domingo, na Feira do século XIX
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Ferreiro da Cepa,
video
domingo, 9 de novembro de 2014
Artesanato e produtos locais
Artesanato e produtos locais
A Direcção da ADEP continua a aceitar propostas e sugestões para a implementação, no seu pavilhão, de iniciativas que promovam a divulgação permanente, no centro da Vila, de artesanato e produtos locais do concelho e região.
consulte também publicações disponíveis no separador editorial
quinta-feira, 28 de agosto de 2014
Cortiça 2014
A cortiça é a casca do sobreiro – árvore nacional de
Portugal desde 2012. É uma casca grossa e esponjosa que pode começar a ser
cuidadosamente retirada do sobreiro, após 25 anos deste ter nascido. A primeira
cortiça a ser retirada chama-se “cortiça virgem” e este primeiro ato de
descortiçamento tem o nome de “desboia”. Passados 9 anos tira-se novamente a
cortiça, a que se dá o nome de “secundeira”. Tanto a cortiça virgem como a
secundeira têm uma estrutura demasiado irregular pelo que é necessário esperar
mais 9 anos para se retirar a “amadia”, cortiça com qualidade suficiente para
ser utilizada na produção de rolhas. Nesta altura, o sobreiro já tem 43 anos e
passaram 18 anos da primeira retirada de cortiça. A partir daqui, a cada 9 anos
pode ser feito o descortiçamento da árvore e essa cortiça pode ser utilizada
nas rolhas. A cortiça virgem, a secundeira e toda a cortiça que sobra na
produção das rolhas também tem utilização, não em rolhas mas noutros produtos
que podem ser feitos com cortiça triturada.
À medida das nossas possibilidades também estamos a colaborar neste objectivo primeiro de cuidar do ambiente. Este ano proporcionamos a extração da cortiça dos sobreiros do nosso Parque das Tílias. Passaram já nove anos e esta (a secundeira) ao que consta dos manuais é a mais valiosa!
Aproveitamos para sensibilizar para o projeto Green Cork | Quercus
Aproveitamos para sensibilizar para o projeto Green Cork | Quercus
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cortiça,
Parque das Tílias
terça-feira, 25 de junho de 2013
Tília, amanhã no Parque das Tílias !
Também este ano com algum atraso, mas aí está a flor de tília !
Como vem acontecendo anualmente damos amanhã oportunidade aos associados e interessados em geral que queiram integrar a ajuntada da apanha da tília. Quem se deslocar ao Parque das Tílias, pode apreciar além da sombra e do sossego, também o aroma e ainda pode recolher flores de tília para uso domestico !
Estamos na presença de um produto natural, gratuito e que não tem qualquer tipo de aditivo ou químico.
Da receita recolhida depois de seca a mesma é disponibilizada durante o ano a quem nos contacta.
P.S. A Tília spp. tem propriedades diaforéticas, aperitivas, sedativas e diuriéticas. É utilizada contra febres, hiper acidez gástrica, doênças hepáticas e biliares.
Como vem acontecendo anualmente damos amanhã oportunidade aos associados e interessados em geral que queiram integrar a ajuntada da apanha da tília. Quem se deslocar ao Parque das Tílias, pode apreciar além da sombra e do sossego, também o aroma e ainda pode recolher flores de tília para uso domestico !
Estamos na presença de um produto natural, gratuito e que não tem qualquer tipo de aditivo ou químico.
Da receita recolhida depois de seca a mesma é disponibilizada durante o ano a quem nos contacta.
P.S. A Tília spp. tem propriedades diaforéticas, aperitivas, sedativas e diuriéticas. É utilizada contra febres, hiper acidez gástrica, doênças hepáticas e biliares.
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artesanato e produtos locais,
Parque das Tílias
domingo, 21 de outubro de 2012
No próximo NATAL ofereça:
No próximo NATAL ofereça:
1. CULTURA - Publicações disponíveis:
"Elementos para a História de Castelo de Paiva", de Margarida Rosa Moreira de Pinho;
"Lendas e Tradições de Castelo de Paiva", de Adriano Strecht Vasconcelos;
"Manual do Cultivo e da Confecção do Linho", de Domingos Quintas Moreira;
"A Necrópole de Valbeirô- Sardoura", de Lino A. Tavares Dias
"Frases rimadas" de Mário Gonçalves Pereira
2. ARTESANATO (em madeira):
Compostores em madeira e ninhos artificiais
3. ÁRVORES (do Parque das Tílias):
Árvores de Fruto (Figueira, macieira, ameixoeira)
Ornamentais: Azevinho; Tília; Carvalho, Loureiro
4. AROMÁTICAS /Chã: Flor de Tília; Cidreira; Limonete
Nb. A ADEP tem também para venda vídeos alusivos a algumas das suas actividades.
sábado, 11 de agosto de 2012
“Elas é que são as mães da Viagem Medieval” de Santa Maria da Feira. Para que conste, TAMBÉM NÓS !
Ana e Cristina criaram em 1996 o certame
que hoje é uma referência. O JN (ver página anexa), na sua edição de terça
feira de 07.08 diz que “A VIAGEM
MEDIEVAL QUE SE TRANSFORMOU NUMA DAS MAIORES REALIZAÇÕES DO GÉNERO EM TODA A
EUROPA, NASCEU HÁ 16 ANOS. DUAS TÉCNICAS DO ICEP SÃO APONTADAS COMO AS AUTORAS
DA IDEIA QUE COMEÇOU POR ENVOLVER 11 CONCELHOS…”. A representação paivense esteve a cargo da
ADEP que aí se fez representar com as artes de tintureiro, tecelão, ceireiro e
moleiro. Os ensinamentos e trabalho da senhora "Rita Ceireira" de
Sardoura, como a foto documenta, permitiram-nos, com esparto adquirido no
Algarve, participar nessa 1.ª edição da Viagem Medieval de Terras Santa Maria.
Recordamos que a nossa Câmara Municipal apoiou diretamente o evento e a ADEP teve de
arcar por sua conta e risco com os custos de tal participação! Ainda assim nem
tudo foi mau a experiência desta
participação garantiu à ADEP o estatuto de mercador/fundador deste evento e
pode dizer-se que aí germinou a semente da nossa Feira do Séc. XIX cuja 1.ª edição teve lugar em 1998.
Num tempo em que todos somos poucos para a obra imensa
que o país precisa, com os poucos apoios disponíveis por quem de direito, será este o momento para refletir sobre o
retorno que aos fundadores, de um evento como este, será justo reclamar, para
as suas iniciativas é claro, ao nível de intercâmbios, parcerias e troca de
experiências.
sábado, 19 de março de 2011
IV - Em homenagem às nossas árvores ...e artesãos do seu lenho !
A foto documento apenas um dos tipos de cestaria fina que há poucos anos ainda eram confeccionados em Boure, Sardoura, pelo sr. Francisco e irmãos, pelos nossos mestres cesteiros. Desde a nossa juventude que retivemos na memória a beleza do desenho e da cor e a criatividade postas na feitura e decoração de peças como, açafates, cestos e "condessas".Um adereço muito presente nos cortejos de oferendas dos anos 50/60.
O vime, árvore existente na região, é a matéria prima por excelência ainda que outros materiais pudesssem também ser usados pelos nossos artesãos que os sabiam encontrar na natureza desde longa data.
O vime sendo um material leve e resistente foi usado na construção dos primeiros aviões e balões e na Madeira é o suporte de importante indústria artesanal de mobiliário.
O vime sendo um material leve e resistente foi usado na construção dos primeiros aviões e balões e na Madeira é o suporte de importante indústria artesanal de mobiliário.
Por cá ainda é possível ver peças destas no espaço Primeiras Artes na ADEP. Também similares e destinados a tarefas agrícolas, foram expressamente construidos por José Coelho, um "naço" e uma sebe ou caniça, igualmente em vime, o primeiro para servir de galinheiro e a segunda para ser usada no carro de bois, como forma de melhor acondicionar a carga.
escreveu Martinho Rocha
escreveu Martinho Rocha
sábado, 12 de março de 2011
III . Em homenagem às nossas árvores...e aos artesãos do seu lenho !
Hoje falamos do esparto. Não é uma árvore mas uma planta que, como o linho, é uma fibra natural cuja utilização é amiga do ambiente, porque biodegradável.
Destas e de outras fibras se ocupou o Parque Biológico de Gaia que em 2009 realizou um conjunto de iniciativas, entre as quais uma exposição para assinalar o Ano Internacional das Fibras Naturais em parceria com a ADEP e a edição do Manual do Cultivo e Confecção do Linho, obra do nosso associado Domingos Quintas Moreira.
O esparto é originária dos paises do Mediterrãneo e é materia prima de inúmeros utilitários como cordas, cestas, esteiras, calçado, etc. e também aqui no Norte, se aprendeu a trabalhar e a usar a suas potencialidades. Em Sardoura tivemos ainda a oportunidade de conhecer duas artesãs que trabalhavam o esparto produzindo capachos, de que a foto é exemplo, para os nossos lagares de azeite. A sua qualidade de fabrico foi ao nível de despertar muita procura desde regiões limitrofes e longínquas segundo nos garantiram.
Os ensinamentos da senhora "Rita Ceireira" permitiram-nos, com esparto adquirido no Algarve, participar na 1.ª edição da Viagem Medieval de Terras Santa Maria, na Feira em 1996. (A história desta e de outras participações que garante à ADEP o estatuto de mercador/fundador deste evento, dos apoios e da experiência que precedeu a nossa feira do séc. XIX, falaremos um dia).
escreveu Martinho Rocha
escreveu Martinho Rocha
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Etnografia,
Tia Rita Ceireira
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Pelo S. Tiago pinta o bago !
Existe no Parque das Tilias uma parreira composta apenas de castas regionais. Com o objectivo didático de levar para o futuro as qualidades de uva que eram usadas nas vinhas dos nossos pais e avós a ADEP plantou, enxertou e acomodou numa parreira uma série de videiras de castas regionais.
O borraçal, a trincadeira, o esganoso, o amaral, o verdelho e as chaves são, entre outras, as espécies antigas de diferente tipo de cacho e paladar que se pretende ter. E se S. Tiago já lá vai é verdade que as nossas uvas não se fazem rogadas, vão-se pintando e amadurecendo!
E quando chegar a altura de novas enxertias, permutamos e vendemos garfos aos associados e interessados.
E quando chegar a altura de novas enxertias, permutamos e vendemos garfos aos associados e interessados.
sexta-feira, 15 de janeiro de 2010
Artesanato e produtos locais
A Direcção da ADEP aceita propostas e sugestões para a implementação, no seu pavilhão, de uma acção de divulgação permanente, no centro da Vila, que valorize o artesanato e os produtos locais do concelho e região.
Também na última reunião deliberou atribuir um prémio de presença aos artesãos que participaram activamente na 12.ª edição da Feira do século XIX.
Também na última reunião deliberou atribuir um prémio de presença aos artesãos que participaram activamente na 12.ª edição da Feira do século XIX.
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