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sábado, 26 de janeiro de 2019

Trabalhos na Mamoa de Carvalho Mau


Convidamos todos os interessados em conhecer a realidade megalítica do concelho para um encontro de trabalho (eliminação de vegetação arbustiva infestante) na Mamoa de Carvalho Mau, no próximo sábado, a partir das 10,00 horas. Os trabalhos serão coordenados pelo Arqueólogo Vitor Gomes.

Faça parte da história!



Próximas iniciativa ambiental:


Plantação de carvalhos autóctones  em conjunto com diversas entidades e pessoas singulares no sábado 23 de Março.


Temos previsto com o Grupo Natureza Viva e todos os demais participantes interessados realizar :


  NOVA SEMENTEIRA DE CARVALHOS E OUTRAS AUTÓCTONES

A 16 de Fevereiro, Sábado - 10 horas - no Parque das Tílias.

segunda-feira, 19 de fevereiro de 2018

LAMENTAMOS O QUE SE ESTÁ A PASSAR COM A FALTA DE PROTECÇÃO AOS NOSSOS MONUMENTOS.








LAMENTAMOS O QUE SE ESTÁ A PASSAR COM A FALTA DE PROTECÇÃO AOS NOSSOS MONUMENTOS. HÁ OBRAS E TRABALHOS DE FLORESTAÇÃO QUE NÃO RESPEITAM, MAMOAS E OUTROS MONUMENTOS!

O assunto - no que respeita às Mamoas de Carvalho Mau, Paraíso- já chegou ao Parlamento (mas também à imprensa, à Câmara Municipal, à DGPC - Direcção Geral do Património Cultural, e até à GNR) e agora aguardamos que especialmente as entidades com responsabilidades na administração central e local tomem medidas, venham ao terreno e nomeiem vigilantes e/ou curadores, face aos atropelos, informem e notifiquem os prevaricadores dos seus direitos e deveres e acautelem actos desrespeitosos como os que vimos assistindo, sob pena de se perder irremediavelmente património histórico-arqueológico, megalítico dos nossos antepassados, de há 3000 a 3500 anos antes de Cristo. Sendo que além deste valores outros há de outras Eras a correr igualmente perígo.
O concelho não é tão rico assim que possa deixar perder este importante vector cultural indispensável a uma estratégica de desenvolvimento sustentável e que hoje é um aliado importante do turismo cultural.
É impensável que num concelho onde se cometeram ao longo dos anos tantos atentados ao património histórico e arqueológico,  que tão divulgados foram, alguns deles onde houve intervenção dos Tribunais; terra que não mereceu ainda da administração local aprovisionamento de meios para uma reserva museológica, se  desconheça, se desleixe, se deixe andar ao sabor dos interesses imediatos e individuais quando o património é um bem cultural que a todos pertence e é assim que terá de ser  gerido e administrado.

Lamentamos!


























escreveu, Martinho Rocha

terça-feira, 23 de janeiro de 2018

Mamoa de Carvalho Mau - o vandalismo continua!

A  denuncia efectuada pela ADEP a propósito das diversas acções de vandalismo na Mamoa de Carvalho Mau levaram já o assunto ao Parlamento pela mão do Grupo Parlamentar " Os Verdes" que questiona o Governo/ Ministro da Cultura sobre o conhecimento que tem do assunto e as medidas que pensa tomar. Igual iniciativa teve o mesmo resultado sobre a combustão nas escombreiras da antiga mina de carvão do Pejão, Castelo de Paiva.



Como já tivemos oportunidade de denunciar a mamoa de Carvalho Mau continua a ser vandalizada. Depois do painel informativo lá colocado há meia dúzia de anos pela ADEP ter sido irremediavelmente danificado e arrancado,agora é a zona de protecção lá colocada, também pela ADEP com o consentimento do proprietário, que está a ser abalroada, não sabemos se a fazer perigar a integridade do próprio monumento megalítico, que é cronologicamente do mais antigo que o concelho e região pode orgulhosamente exibir aos seus cidadãos e visitantes - do terceiro milénio antes de Cristo! Alertam-se as autoridades para uma visita ao local e a implementação de medidas. Recorda-se que este monumento é de extrema valia ao nível cientifico pois foi objecto de escavação pelo arqueólogo e professor Eduardo Jorge Lopes da Silva nos anos 90, tendo esses trabalhos ficado suspensos por virtude de pender acção judicial decorrente de trabalhos da autarquia que não teriam sido consentidos.

sábado, 6 de fevereiro de 2016

Mamoa de Carvalho Mau - Paraíso, Castelo de Paiva

Depois que tudo o que se fez foi vandalizado e destruído, é necessário recomeçar. Mas haja vontade e a coisa vai. Estas pedras mandadas colocar pelo Vereador António Rodrigues são exemplo dessa vontade. O cerco que começou com a colocação de iguais pedregulhos num dos acessos, no início do ano pela ADEP, (com a acordo do proprietário) parece que agora vai fechar-se!


                                                                   foto de Vitor Gomes


em 28-06-2008 acreditava-se...

"O monumento mais emblemático do megalitísmo do concelho vai beneficiar de uma cintura de protecção e de uma tela informativa.
A ADEP, a Junta de Freguesia do Paraíso e o proprietário do terreno chegaram a um acordo quanto ao essencial dos trabalhos, que irão beneficiar dos materiais disponibilizados pela anterior zona de protecção ao Marmoiral e que nos haviam sido doados pelo nosso associado Honorário José Maria Pinto Monteiro.
Este monumento pré-histórico "mamoa número um do Núcleo Megalítico de Carvalho Mau" como é designado cientificamente a partir das escavações que lhe foram realizadas em 1989, sob a responsabilidade do Arqueólogo Dr. Eduardo Jorge Lopes da Silva, forneceu segundo este técnico "um conjunto notável de fragmentos de cerâmica que se evidencia pela grande quantidade e variedade de elementos decorativos".




Com esta intervenção, depois das vicissitudes por que passou, este monumento (de um conjunto de várias dezenas que existem no concelho) vai tornar mais visível a habitabilidade da nossa região desde tempos remotos (2.º milénio antes de Cristo) e constituirá um motivo de visita e de conhecimento para a comunidade que se pretende cada vez mais informada e interessada na preservação e respeito pelos nossos valores da memória e da cultura em geral."











Na agenda cultural de Fevereiro teve honras de foto aérea a Mamoa de Carvalho Mau, esquecido foi já o recinto megalítico…triste história a que envolveu os projetos e interesses em disputa nos anos 90 e que “deu com os burros na água”. Ficaram por terra muitos sonhos legítimos de quem ousou sonhar que nesta terra havia uma aposta na arqueologia.
Hoje – é bom acordar para a realidade – com os pés no chão saibamos valorizar o que resta. Se em Carvalho Mau temos uma mamoa parcialmente escavada e publicada, não temos em nosso poder ainda o material arqueológico então encontrado por Eduardo Jorge Lopes da Silva e sua equipa  e neste momento (obra de vandalismo), também não existe qualquer painel informativo ainda que decorram iniciativas no sentido da sua reposição.
Nos anos oitenta a ADEP localizou e sinalizou para a Carta Arqueológica cerca de quatro dezenas de Mamoas. Uma parte delas julgamos que não resistiu à azáfama da eucaliptização e terão sido destruídas. Das que restam era imperioso hoje fazer-se um trabalho de reconhecimento e confirmação  GPS.  Algumas  como no caso da Mama D’oiro em Vales (Tapado), de Chão da Forca (Carcavelos), do Alto da Forca e Sardeirinha (na Ladroeira, em Bairros) e pelo menos uma de cada um dos recintos megalíticos da Santa Eufémia;  da Eira dos Mouros e  Chandeira, a caminho de Santo Adrião, deviam ser sinalizadas, e ter um painel informativo por se situarem em locais de fácil acesso.


Para melhor conhecer este tema aconselhamos a leitura da Carta Arqueológica de Castelo de Paiva, edição da Universidade Portucalense, Porto 1996 e outras publicações no tema Monumentos e Arqueologia.


Convêm referir...

LAMENTAMOS O QUE SE ESTÁ A PASSAR COM A FALTA DE PROTECÇÃO AOS NOSSOS MONUMENTOS. HÁ OBRAS E TRABALHOS DE FLORESTAÇÃO QUE NÃO RESPEITAM, MAMOAS E OUTROS MONUMENTOS!

O assunto - no que respeita às Mamoas de Carvalho Mau, Paraíso- já chegou ao Parlamento (mas também à imprensa, à Câmara Municipal, à DGPC - Direcção Geral do Património Cultural, e até à GNR) e agora aguardamos que especialmente as entidades com responsabilidades na administração central e local tomem medidas, venham ao terreno e nomeiem vigilantes e/ou curadores, face aos atropelos, informem e notifiquem os prevaricadores dos seus direitos e deveres e acautelem actos desrespeitosos como os que vimos assistindo, sob pena de se perder irremediavelmente património histórico-arqueológico, megalítico dos nossos antepassados, de há 3000 a 3500 anos antes de Cristo. Sendo que além deste valores outros há de outras Eras a correr igualmente perígo.
O concelho não é tão rico assim que possa deixar perder este importante vector cultural indispensável a uma estratégica de desenvolvimento sustentável e que hoje é um aliado importante do turismo cultural.
É impensável que num concelho onde se cometeram ao longo dos anos tantos atentados ao património histórico e arqueológico,  que tão divulgados foram, alguns deles onde houve intervenção dos Tribunais; terra que não mereceu ainda da administração local aprovisionamento de meios para uma reserva museológica, se  desconheça, se desleixe, se deixe andar ao sabor dos interesses imediatos e individuais quando o património é um bem cultural que a todos pertence e é assim que terá de ser  gerido e administrado.

Lamentamos!












escreveu Martinho Rocha

terça-feira, 6 de outubro de 2015

Vândalos (motorizados ?) na Mamôa de Carvalho Mau !


Actos de vandalismo arrancaram esteios e destruiram o painel informativo da Mamoa de Carvalho Mau.   
O Monumento foi objeto de intervenção de limpeza, delimitação e identificação em 2011 e as tarefas aí desenvolvidas,  na sua maior parte, foram custeadas com os meios exíguos da ADEP,com o empenho e trabalho voluntario de alguns dos seus dirigentes; com o apoio de algumas instituições públicas e privadas. É lamentável o acto e impensável que ainda haja pessoas capazes de atitudes, meramente gratuitas, contra os nossos valores e cultura. Lembramos que o monumento  - Mamôa de Carvalho Mau - é datável do sec. III antes de Cristo. Espera-se que as entidades competentes identifiquem e punam os responsáveis.
                                                  
Eis como está:




anterior estado:





quarta-feira, 8 de maio de 2013

Carvalho Mau - Paraíso: 5000 anos de história aguardam Roteiro !



O principal está feito e deve-se à ADEP. A iniciativa, o desenho, a intervenção a limpeza e o suporte informativo deram este resultado. E tudo correu bem mais depressa que a colocação da sinalética de rua e da definição de quem vai assegurar no futuro a limpeza e manutenção.

Até aqui conseguimos a colaboração de diversas instituições públicas e privadas, mas falta agora ver incluído o monumento e uma parte significativa da nossa história num roteiro que o valorize e que  divulgue o nosso património histórico-cultural.

Refira-se que da primeira noticia da intervenção de emergência em 1989 o Arqueólogo Eduardo Jorge Lopes da Silva, investigador da Universidade Portucalense, informa que foi recolhida grande quantidade de materiais, que foram registados, entre os quais várias dezenas de fragmentos cerâmicos com grande variedade de tipos decorativos e uma forma inteira, integralmente decorada, duas pontas de seta em sílex e uma espiral metálica, presumivelmente de prata, bastante bem conservada, materiais que que como muitos outros temos defendido que deveriam regressar ao concelho, este que também tarda em assegurar condições mínimas dignas de musealização.



sábado, 14 de janeiro de 2012

Mamoa de Carvalho Mau, também o lixo ...

Efetuada que foi finalmente a intervenção anunciada na Mamoa de Carvalho Mau, fruto de um acordo protocolado entre a ADEP, Câmara Municipal, Junta de Freguesia do Paraíso, proprietário do terreno e mecenas (ofertante do xisto: Louseira de Valério Figueiredo - Canelas, Arouca), o que ninguém imaginava é que demorasse tão pouco tempo a haver alguém tão indiferente ou petulante capaz de aí voltar a depositar lixo ! Já alguém dizia, a propósito deste tipo de atitudes que o nosso futuro é incerto, se bem que tenhamos sobrevivido aos Celtas e aos Bárbaros...Lamentável... A intervenção consistiu na limpeza da área e na colocação de uma cinta de silhares de xisto e de um painel informativo, pelo que bem merece que passe a ser um motivo de visita e conhecimento para a comunidade já que se trata de um monumento do 2.ºa 3.º milénio antes de Cristo e é representativo da riqueza megalítica do concelho tendo sido objecto de uma escavação em 1989 pelo Dr. Eduardo Jorge Lopes da Silva. Este projeto deve servir de âncora à valorização de outros espaços e monumentos, num roteiro a desenhar com os melhores monumentos e sítios do concelho e região, com vista à preservação e divulgação dos nossos valores da memória e da cultura. Depois do arranjo do Marmoiral em 1992, que contou com o apoio do mecenas José Maria Pinto Monteiro, esta é a segunda intervenção do género, da iniciativa da ADEP, que vai agora ser continuada com igual intervenção nas Pias dos Mouros, assim haja a necessária autorização do IPPAR.

terça-feira, 29 de novembro de 2011

1.º DEZEMBRO – V Caminhada do Foral

A ADEP está a organizar no próximo Feriado, Quinta Feira, dia 1 de Dezembro a V Caminhada comemorativa do Foral .
O local de encontro é no Parque das Tílias pelas 10,00 horas. A caminhada que seguirá o trilho dos Mineiros do Pejão, terá início em Carvalho Mau (local onde serão apresentados, pelas 10,30 horas, os trabalhos que estão a decorrer de protecção e divulgação da Mamoa de Carvalho Mau), e terminará no marco comemorativo de Vilar/Nojões.
Seguir-se-á o regresso ao Parque das Tílias onde terá lugar uma palestra, almoço e apresentação prévia do novo espaço “Primeiras Artes”.
Serão servidas papas de farinha de milho aos participantes.
Os interessados deverão fazer a sua inscrição previamente e apresentar-se na sede da ADEP pelas 10,00 horas, preparados para este tipo de iniciativa.
Contactos: 255 689 486 ou adeppaiva@gmail.com

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

MAMOA DE CARVALHO MAU VAI SER VALORIZADA

Finalmente estão reunidas as condições para se poder avançar no terreno com a criação de zona de protecção ao monumento que, já foi objecto de uma escavação em 1989 pelo Dr. Eduardo Jorge Lopes da Silva e, é o mais emblemático do megalitismo do concelho. A ADEP e a Câmara Municipal conseguiram obter o parecer favorável do IGESPAR com vista à intervenção projectada que contava já com o acordo da Junta de Freguesia do Paraíso, do proprietário do terreno José Faceira da Silva e do apoio do Mecenas “A Louseira de Canelas - Arouca” de Valério Figueiredo.
A intervenção que prevê a colocação de uma cinta de silhares de xisto unidos por um cadeado, limpeza e electrificação da zona envolvente e a colocação de um painel informativo, vai tornar este monumento (do 2.ºa 3.º milénio antes de Cristo, de entre um conjunto de várias dezenas que existem no concelho), num motivo de visita e de conhecimento para a comunidade.
Este projecto pode servir de âncora à valorização de outros espaços e monumentos, num roteiro a desenhar com os melhores monumentos e sítios do concelho e região, com vista à preservação e divulgação dos nossos valores da memória e da cultura.
Depois do arranjo do Marmoiral em 1992, que contou com o apoio do Mecenas José Maria Pinto Monteiro, esta é a segunda intervenção do género, da iniciativa da ADEP, que agora vai ser realizada no âmbito de um protocolo de cooperação, que está a ser firmado, onde se definem os apoios e as responsabilidadesde execução e de manutenção e bem assim o acordo de parceria para encarar outras situações no futuro( A Pia dos Mouros, v. g.).