segunda-feira, 12 de maio de 2014

11 de Maio: 1.º recriação da Feira de Nojões

Animadores da Feira: Dupla Bessa; Grupo do Linho de Real (da ADEP); Escola de Música de Real; Carlos Ferreira (homem-estátua)




















fotos e texto: Martinho Rocha

1.ª recriação da Feira de Nojões

A realização deste evento foi para a organização um tributo à memória e vivência das gentes deste local; que recebeu (em Vilar de Nojões) o Foral de Payva a 6 de Maio de 1517; que foi de passagem para mineiros e almocreves; feira que acabou nos anos sessenta e onde se comercializavam, o linho, os bois e os porcos, entre outros; escola de inúmeros artesãos, e onde floresceu o pequeno comércio e indústria de calçado e marcenaria, até meados do século passado.       


Os recursos das IPSS presentes:
Cooperatipaiva; ASCRNojões e Centro Social de Real








fotos e texto de Martinho Rocha                                                                                            

domingo, 11 de maio de 2014

1.ª Recriação - Feira de Nojões !


Algumas figuras paivenses nostraram as suas "artes" hoje em Nojões " 







A Feira Nojões - 1.ª recriação

E fez-se a feira. 11 de Maio - a data mais próxima do 6 de Maio, dia da comemoração da entrega em Vilar de Nojões, em 1517 do Foral de Payva -  dia de feira mensal que o era já (com prova documental) em 1758, que acabou nos anos 60.

Hoje houve festa, tradição e juventude. Houve adesão popular. A ADEP com o Grupo do Linho de Real realizou trabalho etnográfico e teve a grata presença da visita da Federação do Folclore Português.
A realização foi conjunta: ADEP, Cooperatipaiva, Centro Social de Real e Associação Social e Recreativa de Nojões e teve o apoio dos artesãos e produtores locais, Câmara Municipal e Junta de Freeguesia de Real.

sábado, 10 de maio de 2014

Feira de Nojões - Domingo 11 de Maio


Recriar a Feira de Nojões é recordar vivências dos tempos mais longínquos, datas incontornáveis como a da entrega em Vilar de Nojões do Foral de Payva (a 6 de Maio de 1517), e seu términus em 1968. Assim, numa lógica de respeito e valorização da história pretende-se, através de um conjunto de expositores e stands, promover e retratar a identidade do concelho de Castelo de Paiva. Com esta recriação pretendemos dar mais vida ao local e suas gentes.
Para tal contamos com a presença de artesãos, produtores agrícolas e animação; demonstrações de como trabalhar o linho e outras tarefas domésticas vão estar a cargo do Grupo do Linho e Escola de Música de Real. Como não podia deixar de ser, presente estará a gastronomia da época desde as papas aos rojões ao pernil, e muito mais… o pão de milho e o Vinho de Paiva.

 
A organização da Feira de Nojões conta com a parceria das seguintes entidades: COOPERATIPAIVA- Cooperativa de Serviços e Agricultura, CRL, a ADEP- Associação de Estudo e Defesa do Património Histórico - Cultural de Castelo de Paiva   ASCRN-  Associação Social  Cultural e Recreativa de Nojões e com o apoio da Junta de freguesia de Real e Câmara Municipal.

quarta-feira, 7 de maio de 2014

Feira de Nojões (1.ª recriação)

Centro S. Real Ipss 

Vai lá estar !





Próximo Domingo 11 de Maio - Feira de Nojões 
"Venha reviver tradições"
O Centro Social de Real estará presente com: 
bolo com rojões, broa caseira, pão com chouriço, rabanadas,
produtos hortícolas e bom vinho da Freguesia...
Sortearemos um GALO CASEIRO
VISITE-NOS!!!

domingo, 4 de maio de 2014

A Festa das Cruzes !

No dia 3 de Maio vem à ermida de Nossa Senhoras das Amoras um  clamor das 9 freguesias de que se compõe o concelho de Paiva, com as cruzes e a Câmara do concelho; Na 1.ª e 2.ª feira depois do Domingo do Espirito Santo costuma vir à mesma ermida um clamor, com todas as cruzes do Vale e vila de Arouca. (cópia livre de texto incerto nas Memórias Paroquiais - 1758).








Em 2012 tomamos a iniciativa de reconstruir no Parque das Tílias - graças ao empenho de Mário Gonçalves Pereira - a partir da pedra base, aquilo que seria uma cruz desse itinerário, situada algures no lugar de Alveda, Raiva.



E porque não motivar vontades e fazê-la regressar ao primitivo local, procedendo-se à sua colocação em local digno. Têm a palavra os moradores…
Martinho Rocha