quinta-feira, 11 de junho de 2020

Chegamos ao Fojo! Percurso, caminhos do Pejão Velho


Hoje chegamos ao Fojo como prometemos, faltam apenas uns pequenos ajustes e uma limpeza geral. Em breve vai abrir ao público o PR 2 CPV - Caminhos do Pejão Velho!










Este projeto é cofinanciado pela União Europeia e pelo Camões, I.P., no âmbito do projeto NOPLANETB - AMI
“Este documento foi produzido com o apoio financeiro da União Europeia. O Conteúdo deste documento é da Exclusiva responsabilidade da ADEP – Castelo de Paiva; e não pode, em circunstância alguma, ser considerado como refletindo a posição da União Europeia”






































Martinho Rocha

segunda-feira, 8 de junho de 2020

Feira de usados. Domingo 14. É livre e gratuita a inscrição /participação neste evento.

Voltamos agora porque os tempos são de retomar as rotinas, apesar de não podermos dispensar todas as recomendações e cuidados.
No centro da Vila aconteceram já duas feiras agrícolas e também a quinzenal do dia 6; não há por isso motivos para outra escolha.
Continuamos apostados em fomentar práticas saudáveis e sustentáveis de economia circular. Os produtos em segunda mão são naturalmente os artigos mais procurados, sejam eles; as roupas, os mobiliários, os brinquedos, os livros, as ferramentas, os artesanatos, os vinis, os quadros, os produtos da horta, etc. É livre  e gratuita a inscrição /participação neste evento.


sábado, 6 de junho de 2020

PR - 2 CPV, caminhos do Pejão Velho





Seguem Imagens de 1 a 11 do dia 9/06


1.baliza "caminho certo"

2.marca "caminho certo"

3, caneiro de levada a moinho ? construção interessante, "o fojo?"

4.um dos muros do fojo

5.já o regresso

6.idem

7.idem

8.e a pacatez e o encanto do repouso no Douro 41

9.idem

10.idem

11.antes de terminar o encontro com o sr. Presidente da Junta de Freguesia

No dia 6
alguns dos trabalhadores e encontro casual com Hugo Rodrigues

antigo moinho do ribeiro do Fojo



flora nativa

idem


Martelo da Arte

João Vieira e João Damas










Cavalete do Fojo

Hoje dia 6 deixamos algumas imagens que recolhemos de momentos, pessoas e trabalhos feitos na última parte do percurso entre o Ervedal e o Fojo. Recordamos que a ADEP se encontra em 2020 ( ano em que comemora 40 anos de actividade ), a concluir, entre outras iniciativas alusivas à temática mineira, trabalhos para implementar o percurso pedestre “PR-2  - Caminhos do Pejão Velho” - para as primeiras Minas do Pejão (no âmbito do seu projecto “Nova Vida para o Pejão Velho”) -, desenvolvido pela AMI em Portugal, no âmbito do programa There isn´t a PLANet B!, e cofinanciado pela União Europeia e Instituto Camões.

Este projeto é cofinanciado pela União Europeia e pelo Camões, I.P., no âmbito do projeto NOPLANETB - AMI
“Este documento foi produzido com o apoio financeiro da União Europeia. O Conteúdo deste documento é da Exclusiva responsabilidade da ADEP – Castelo de Paiva; e não pode, em circunstância alguma, ser considerado como refletindo a posição da União Europeia”































Martinho Rocha

terça-feira, 26 de maio de 2020

Hoje no PR -2 Pejão Velho, estes dias chegaremos ao Fojo!







A ADEP encontra-se em 2020 ( ano em que comemora 40 anos de actividade ), a concluir, entre outras iniciativas alusivas à temática mineira, trabalhos para implementar o percurso pedestre “PR-2  - Caminhos do Pejão Velho” - para as primeiras Minas do Pejão (no âmbito do seu projecto “Nova Vida para o Pejão Velho”) -, desenvolvido pela AMI em Portugal, no âmbito do programa There isn´t a PLANet B!, e cofinanciado pela União Europeia e Instituto Camões.
Comprometida com um quadro de grande esforço financeiro não poderia no entanto deixar para trás também o compromisso e a vontade de trazer à luz do dia a próxima obra, de homenagem aos mineiros, de Mário Gonçalves Pereira. Foi necessário para esta publicação pensar e encontrar formas de apoio, que em boa hora nos foram anunciadas por parte do Rotary de Castelo de Paiva junto da Rotary Foundation, organismo do Rotary International, que veio efectivamente a aprovar a candidatura/projecto da ADEP, de publicar esta obra e organizar conjuntamente uma exposição permanente, no espaço da sua sede – à Frutuária/Parque das Tílias -, para os fósseis do Couto Mineiro do Pejão, colectados e doados por António Patrão.
A oportunidade de neste ano concentrar o lançamento destas, e outras, iniciativas todas alusivas direta ou indirectamente à temática das Minas do Pejão, levou a que as diligências com a sua preparação, organização, submissão da candidatura, aprovação, e execução no quadro de calamidade, originado por motivos de saúde pública, causada pelo Coronavírus Covid-19 se nos deparassem alguns atrasos  e dificuldades que estamos a transpôr
Para breve o anúncio do lançamento da obra e da abertura do percurso!



Este projeto é cofinanciado pela União Europeia e pelo Camões, I.P., no âmbito do projeto NOPLANETB - AMI
“Este documento foi produzido com o apoio financeiro da União Europeia. O Conteúdo deste documento é da Exclusiva responsabilidade da ADEP – Castelo de Paiva; e não pode, em circunstância alguma, ser considerado como refletindo a posição da União Europeia”
































Martinho Rocha

quinta-feira, 21 de maio de 2020

250 000 visualizações !

250 000 visualizações !
adep-paiva.blogspot.com

Obrigada por querer saber de nós!

Também nos pode ajudar, saiba como o pode fazer, sem qualquer encargo!

Caso ainda não tenha entregado a sua declaração de IRS/IVA, pode na entrega indicar (até 30 de junho) a entidade à qual pretende consignar o IRS e o IVA. Tenha atenção que apenas a doação de IRS não representa qualquer encargo. Ciente do enquadramento fiscal da liberalidade, pode atribuir à ADEP 0,5 por cento desse (s) imposto(s).
A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) disponibiliza no seu portal a lista das entidades relativamente às quais pode vir a efetuar a consignação de IRS/IVA.  





domingo, 17 de maio de 2020

Leituras para estes dias!





"O último moleiro do rio", obra de Armando Carvalho Ferreira, que o autor, natural de Albergaria-a-Velha - homem que se tem dedicado à protecção do património molinológico nacional - teve a simpatia de apresentar em Castelo de Paiva, no âmbito da Feira do século XIX , edição de 2019 -, é uma obra de ficção que retrata muito bem a realidade social e sentimental dos tempos difíceis no mundo rural e bucólico num período marcante das décadas de 60 e 70.

A obra cuja leitura recomendamos e que se revela um conto, de um realismo temporal enexorável, é apresentada pelo autor com a quadra rimada:

Enquanto a mudança se apodera da passagem de cada momento
Permanecem aqui e ali os rastos do instante que foi e não mais voltou
Testemunhas e sobreviventes da luta entre a memória e o esquecimento
Marcas de um tempo, que o tempo nos deixou quando esse tempo levou.

A guerra colonial, a industrialização e a emigração, o abandono do campo, a desertificação humana e da paisagem, são a cadência da torrente do novo mundo que haverá de ditar a paragem da mó do moinho do"Último moleiro do rio".




























Martinho Rocha

segunda-feira, 4 de maio de 2020

Doar 0,5% do IRS, não custa um cêntimo!



Caso ainda não tenha entregado a sua declaração de IRS/IVA, pode na entrega indicar (até 30 de junho) a entidade à qual pretende consignar o IRS e o IVA. Tenha atenção que apenas a doação de IRS não representa qualquer encargo. Ciente do enquadramento fiscal da liberalidade, pode atribuir à ADEP 0,5 por cento desse (s) imposto(s).
A Autoridade Tributária e Aduaneira (AT) disponibiliza no seu portal a lista das entidades relativamente às quais pode vir a efetuar a consignação de IRS/IVA.  




O que faz a ADEP ?


A ADEP – Associação de Estudo e Defesa do Património Histórico-Cultural de Castelo de Paiva é uma ONGA (organização não governamental de ambiente) de âmbito regional, assim inscrita no Instituto do Ambiente e reconhecida de Utilidade Pública em 1987.
Com a integração do património da extinta Casa do Povo de Castelo de Paiva em 1992, o Parque das Tílias na Frutuária passa a ser o local onde a ADEP centraliza as suas valências e desenvolve a maior parte das suas actividades.
O estudo, defesa e divulgação do património e do ambiente do concelho e região, são ainda hoje as áreas de trabalho que balizam as iniciativas e projectos em obediência ao ideal, ditado para a escritura de constituição a 13 de Agosto de 1980, por um grupo de jovens paivenses que acreditam que o respeito pelos valores culturais, será o melhor caminho para proporcionar desenvolvimento e qualidade de vida sustentável aos cidadãos.

A biblioteca, a fotografia, o artesanato, a história, a arqueologia e a etnografia são as principais valências em que tem desenvolvido trabalhos e tarefas, que tomam a forma de visitas e palestras, mas também tomadas de posição, exposições, inventários e arquivos, recolhas e trabalhos de campo.
Hoje no Parque das Tílias, à Frutuária, além do lazer e do sossego que é proporcionado a quantos o demandam, é possível também:
- participar e/ou assistir a algumas lides rurais e etnográficas, como por exemplo cultivar, moer e fiar linho, desfolhar milho, conhecer e cuidar das árvores e até de alguns animais ou colher flor de tília;      
 - participar na feira à moda do século XIX, evento que vem sendo realizado em Outubro de cada ano, e que se traduz num quadro pitoresco único da vivência rural dos nossos antepassados, emoldurado no cenário aprazível do Parque e do edifício da Frutuária (que foi berço da antiga Fábrica Real de Lacticínios);
- visitar e apreciar a “casa dos engenhos Dr. Justino Strecht Ribeiro”, local onde se reconstituíram vários engenhos (atafonas de moer linho  e azeitona e lagar de vinho) e uma casa rural onde se encontra a utensilagem tradicional do ciclo do linho;
- visitar e tomar conhecimento da “biblioteca Manuel Afonso da Silva”, onde  se encontram os jornais regionais, contando-se nesse espólio os mais antigos, e muita outra documentação alusiva à história e à arqueologia do concelho e da região;
- visitar e admirar o “arquivo fotográfico Luís Lousada Soares” relativo ao património e monumentos de Castelo de Paiva, bem como todo o acervo fotográfico desde o mais antigo ao mais recente, que a ADEP vem compilando ao longo dos anos;
- visitar o “espaço primeiras artes” espólio das actividades tradicionais (agrícolas, fluviais, mineiras, artesanais e de pequena indústria) que vai sendo criado sem recurso a quaisquer candidaturas ou programas oficiais de apoio e que é bem o emblema da forma de trabalhar, independente e autónoma, desta associação que, muito justamente,  vem reclamando a valorização do património já compilado e exposto. Nesta sala será ainda alojada, integrando o conjunto, a “sala do barco rabelo e do Arquitecto Filgueiras” onde se dá conta da recolha dos testemunhos mais emblemáticos da vida no rio da dupla inseparável: barco/marinheiro, dando-se ênfase, principalmente, a todo o espólio do barco “Douro Paiva”, também ele hoje instalado no Parque.